Ausência
Noite triste
exaure em mim a sua ausência, presito a sua falta em meu dia-à-dia. sofro e em cada alvorar e reinaço em suas lembranças magnifica.
A dor do luto é a dor da ausência de quem se ama. A ausência dolorosa de não ver mais fisicamente quem tanto amamos. Não é uma questão de tristeza, é uma questão de saudade.
Somos substituíveis, quando não, nossa ausência pode ser aceita e vezes até superada, não somos únicos e nem eternos, à não ser para nós mesmos.
A liberdade requer mais do que a ausência de coerção. Também requer a presença de alternativas genuínas, como indica a experiência pessoal.
Quem se Perdeu Viverá Eternamente com Cinco Tipos de Tormento:
1. A ausência de Deus;
2. A consciência que acusa dia e noite;
3. A companhia dos demônios;
4. Lá não haverá amigos;
5. Lá não tem planos de fuga; ninguém escapará de lá.
A prova de que você nasceu de novo e é templo do Espírito Santo não é a ausência de pecados ou os desejos da carne, mas o fato de que agora esses pecados e desejos da carne não tem mais domínio sobre você.
Pode ser silêncio
Pode ser ausência
Pode ser solitude
Pode ser indiferença
Pode ser atitude
Pode ser solidão
Pode ser conflito
Pode ser razão
Eu deixares-te ir
Já que nada lhe darei
Senão a dor de minha ausência
É o sofrimento de minha angustia...
Ausência {soneto}
Bom dia! Pra onde foi a poesia?..
Se não consigo ver as borboletas...
Se as crianças agora espoletas,
Não pensam em doce-ambrosia...
Bom dia! Pra onde foram os pássaros?..
Se não os vejo celebrando o dia...
Se esconderam com a poesia?..
As aves e homens são muito raros.
Se as palavras pudessem consolar...
Mesmo que pudessem a alma ferir...
As feridas haveriam de estancar...
Se homens pudessem voar, voar...
Se palavras homens pudessem ferir...
E se toda poesia pudesse retornar...
poeta_sabedoro
"Adversidade e calmaria,
não podem ser avaliadas pela ausência de problemas.
Mas sim, pela felicidade de sentir, pensar e agir".
AUSÊNCIA
Não é dor de paixão
O que me faz sofrer,
Dor de amor não é não,
Talvez nem seja dor,
Talvez seja só solidão,
Talvez seja só a ausência de dor,
Que dói no coração...
AUSÊNCIA
Prismas diferentes dão tonalidades diferentes às verdades da vida. Ás vezes sob o cajueiro centenário, que se espalha no fundo do quintal, fico a observar o firmamento; acho que é uma forma romântica de preencher ausências; é um ângulo que de certa forma me protege de mim mesmo. Cada estrela dessas é uma ausência e sob o cajueiro eu sou um prisma perdido que seus galhos camuflam, e a angústia de ser só é de alguma forma sacudida; e os meteoros que viajam cambiantes eu chamo de estrelas cadentes e faço um desejo. O cajueiro já me conhece, e conhece todos os meus desejos; conheceu a minha primeira namorada e seus gemidos; bem perto de sua raiz enterrei demônios: cajuzinhos em oferenda para o Deus das estrelas; acreditava que assim as namoradas voltavam; mas no meio da noite sempre tinha pesadelos com seus galhos me apertando; acordava de madrugada, corria pra janela e observava o cajueiro sacudido pelo vento litoral; parecia comemorar alguma coisa; talvez a minha ausência, até que de trás de seu tronco iam surgndo as namoradas, que leves como algodão, eram carregadas pelo vento ou arremessadas pelos seus galhos em direção a abóboda celeste. Cada estrela dessas é uma ausência, mas o cajueiro floresce com a neblina primaveril numa promessa fiel e infalível de frutificar e acolher agruras e angústias de qualquer ausência.
POETA É TODO MUNDO E NINGUÉM
Esta ausência conduz a inspiração;
este veículo faz ampliar todos os tormentos,
mas nos conduz com essa tarifa de angústia à amplitude de uma inspiração,
que faz reluzir matizes de tons divinos.
Poeta é todo mundo e ninguém;
esta multidão, que caminha,
que se esbarra sem imaginar as mais ínfimas emoções em cada alma,
que fere ou só arranha,
ou a dor mais profunda de alguém, que se joga do vigésimo andar;
ou alguém indiferente, que se isola como uma partícula de um átomo indivisivel.
Poeta é todo mundo e ninguém
é purgar como um espectro por seus pecados
na translucidez pesada dos subterfúgios ou na transparencia das coisas invisiveis;
quebrar nas ondas de um mar revolto
ou só velejar na calmaria de um lago azul.
Os namorados se beijam num parque
e o mundo deles está restrito a duas bocas
dois pares de olhos, dois narizes e suas respirações ofegantes,
mas a grama, a brisa e as estrelas são indispensaveis;
tudo que canta, grita, cala, ou só lampeja,
tudo o que se sente, se ressente ou se dessente,
tudo que ascende ou cai infinitamente...ou nada!
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