Ateu
[...] o ateu teórico é aquele que diz não crer em Deus. Já o ateu prático diz acreditar em Deus, mas vive como se Ele não existisse. [...] população brasileira declara ter uma orientação cristã. [...] diz acreditar em três marcos comuns a todos os cristãos: 1) existe um Deus; 2) devemos amar uns aos outros; e 3) haverá um juízo final.
No entanto, se isso for verdade, era de esperar que a maioria da população brasileira se pautasse por esses três marcos, o que não é verdade. Não seria esse um indicativo de que somos uma nação de ateus práticos, que pregam uma coisa e vivem outra?
Do crente ao ateu, ninguém explica cristão que acha que pode merecer a salvação e ir pro céu sendo uma "boa pessoa".
Aquele que reza se salva, quem não reza é ateu! Pode ser leigo, religioso, irmã enclausurada, padre, bispo até o papa, se não reza é ateu.
Um ateu nível hard diria que simplesmente que sem provas ou evidencias NADA existe, pois quem tem que provar que o unicórnio existe são os que estão dizendo que ele EXISTE e alegações extraordinárias requer provas também extraordinárias dos que formularam tais informações eoua ideia e não de que nada fizeram ou inventaram algo ou alguma coisa.
O ateu é bem pior do que um ladrão.
O ladrão quer roubar de você bens materiais.
O ateu, a tua salvação.
O ateísmo vem sofrendo mudanças rápidas nas últimas décadas. O termo ateu é antigo: os cristãos já foram chamados de ateus no passado, na Grécia quando o cristianismo ainda era uma religião marginalizada. Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor (Paulo Freire), resume bem o que ocorreu com o cristianismo. Depois de sofrerem nas mãos dos gregos e egípcios, eles se tornam por mais de 2.000 anos os opressores, usando o termo ateísmo contra outros, o que lhe foi feitos antes.
Ser ateu não deveria ser o suficiente. Junto com ateísmo, deveria vir um compromisso com a leitura, pensamento e raciocínio. Um compromisso com o conhecimento, e não falar asneiras.
Algo que poucos cristãos entendem: o ativismo ateu não é um ativismo de conversão, como eles fazem, é um ativismo de pertencimento. É uma busca por pertencimento, é uma busca por ter pessoas ao seu lado. Ateu também sente. Usando Daniel Dennett: a religião domesticou os sentimentos humanos e necessidade mais básicas, como esse sentimento de pertencimento.
Não importa quem é ateu ou religioso, porque antes de qualquer crítica o que conta mesmo é o espírito humanitário.
A Vinda de Jesus Cristo
Que ninguém se iluda. Jesus Cristo vem outra vez. Ai vem! Vem! Vós ateus, agnósticos e céticos vinde para o Senhor. Muitos dizem que tudo continua sempre igual. Nada vai acontecer. Mas assim como foi antes do Dilúvio, assim será nos dias do Filho do Homem. Naquele tempo, casavam, davam- se em casamento; compravam, vendiam e faziam uma vida sem preocupação, até que veio o Dilúvio e matou todos, exceto Noé que entrou na arca e sua família.
Assim será com a volta de Jesus Cristo. Ele vem como um ladrão, sem avisar! Convertam- se antes desse dia ao Senhor . Vós imorais, deixai o pecado e vinde para Jesus Cristo.
Respeite qualquer religião, quem ora pra Deus ou pra Javé.
Se ateu é a opção, se é da umbanda ou do candomblé.
Agradecimento
Do ateu, agnóstico ou extremamente materialista ao mais ferrenho na dedicação às questões divinas/espirituais/religiosas todos terão, em algum momento da vida, um bom motivo para agradecer a uma força, um mistério, uma indecifrável energia por alguma experiência, com conotação concreta ou mística, seja a própria pessoa como protagonista da cena ou algum dos ocupantes mais valiosos do seu coração. Estes costumam ter mais credibilidade.
É quase que inevitável experienciarmos coisas que fazem pouco sentido lógico, mas que promovem sensações e resultados surpreendentes e inexplicáveis.
Contudo, ainda assim há muitas pessoas desatentas que não se dão conta que estão sendo personagens de um roteiro cujo o objetivo é chamar a sua atenção para certos mistérios da vida os quais, simplesmente, não se explica. Eles apenas existem, acontecem, de alguma forma. Eventualmente, se materializam e, em geral, muda, definitivamente ou provisoriamente, o rumo dos nossos entendimentos sobre o que é estarmos na condição humana e dotados de uma "alma" que nos liga a algo que não conhecemos, mas que, não raro, ocupando a centelha do acaso, se faz presente nas nossas vidas.
E tudo bem ser um alguém disperso, diante destas surpreendentes experiências, e não detectá-las como um extraordinário enigma. Não atentar para o ocorrido ao menos pra absorver algum conhecimento ou curiosidade sobre o fato vivenciado. Nem que seja para, apenas, servir de mais uma boa história pra contar para os amigos. Ou até mesmo para reiterar intimamente que, de tão seguro quanto as suas crenças mais realistas, pautadas e sustentadas pelos significados coerentes com o óbvio, por mais que tenha percebido algo de diferente ou misterioso, não ser capaz de se deixar-se levar, emocionalmente, pelo episódio.
Escrito tudo isso, relembro o início do texto no qual eu sugiro que todos os seres humanos, de qualquer crença ou nenhuma, "em algum momento da vida terá um bom motivo para agradecer a uma força, a um mistério ou a uma indecifrável energia por alguma experiência concreta ou mística". Por algo explicavelmente inexplicável.
Como o propósito principal deste conteúdo não é direcionar nenhum leitor a fim de fazê-lo acreditar nos eventos misteriosos da vida, e sem comprovação científica, afirmo que todos, sem exceção, independente do que acreditam ou não, temos um motivo comum para agradecermos por um evento muito fabuloso e indescritível. E provo, pois trata-se de algo que tanto alcança àqueles crentes no divino quanto àqueles que precisam ver para crer.
"Uma noite estrelada e enluarada" é o êxtase do motivo que todos que têm um coração em atividade, bem como luz nos olhos devem, sem questionar, se render à gratidão. Tamanha a beleza do mistério da imensidão.
Àqueles que, já inexistentes neste planeta, não têm um corpo para que o coração possa se manter ativo, podem ter sido presenteados tornando-se mais uma estrela, no tapete celestial. Aqueles que não tendo a luz nos olhos, devem transformar a sua escuridão visual em céu noturno. E nele posicionar tantas quantas estrelas e luas desejarem. E se permitirem terem suas almas guiadas por elas. E, enquanto breu for o olhar que lhes falta, serão os únicos capazes de matizar, no seu imaginário, a qualquer hora do dia ou da noite, o céu que desejarem ter. Só a eles é concedido o poder de manipular o pez universal, inclusive, de colocar, lado a lado, a lua e o sol imperando, no teto encantado, com um manto confeccionado de estrelas.
Uma noite estrelada e enluarada, pode dizer muito sobre o concreto e o sobre o abstrato. Sobre espiritualidade e sobre o ateísmo. Sobre ser uma animal humano e sobre ser um ser humano humano.
Também sobre mim e sobre você.
Tens uma janela pela qual podes vir o infinito? Já agradeceu por ela hoje?
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