Atenção
Você cria o problema com o maior carinho desse mundo, dá atenção, respeito, se preocupa muito com ele, derrepentemente ele cresce, torna-se independente e simplesmente não te deixa mais resolvê-lo.
~ 'É simples se importe com que merece sua atenção, não ligue se deu errado, tente de novo até conseguir, se for difícil demais peça ajuda, se não conseguir tente outra coisa não se deixe ficar triste, seja feliz, deixe a vida correr, sinta a vida fluir, veja como o tempo passa e perceba que nada é mais como parecia ser daquela vez, reconheça seus erros, se torne mais forte, e acredite, mesmo que pareça impossível acredite.. Se não busca uma saída não vai encontrar ela, você se lembra de quando perdia alguma coisa e depois de algum tempo você a acha e vê que estava tão fácil de encontrar pois é, não é só com o objeto mas sim com a vida toda toda.. Mas pra achar você tem que procurar e quando menos esperar, vai acontecer.. ^.^
Dê atenção para as pessoas, a melhor coisa que temos para dar é nosso tempo, nossa atenção, é se interessar por quem nos cerca. Faça isto e verá como é edificante o resultado.
Não se agradece amor
Não agradecerei a sua atenção
Seja a história como vier e for
Eu conquistarei teu coração
E a métrica desses meus poemas infantis
Não existem
Como também é inexistente a luz em meu coração
Se ficas longe de mim
Que o medo que me persegue
E me impede
De viver e experimentar
Seja enfraquecido por esse seu calor
Que me envolve
Assim como toda a insegurança
Se desfaz ao te ter ao meu lado
Permanece,
Mas não me queira como submissa
À esse amor que pode surgir...
Apague as pegadas,
Mas me deixe algumas pistas.
- Não !
Não é bom de ouvir
Contudo, amadurece mais do que um sim
A questão é nada esperar
A grande sacada é não esperar
Odeio esperar...
Embora eu tenha um coração paciente
Que contaria os grãos de areia para te mostrar
Que o carinho que sinto é tal qual a quantidade
Desses grãos
Nada espero,
O possível ofereço
O que você me dê
Felicito-me
Mesmo se me der aquilo
Que não mereço.
Não brigue, não discuta, nem se estresse, pois se merecessem sua atenção, hoje estariam do seu lado, e não contra você. Ignore.
Eu descobri que pra chamar a tua atenção,eu precisava apenas ser EU......Pena que eu descobri isso tarde demais.
...Muitas pessoas querem colo, carinho, atenção, cuidados, mas poucas dão o mesmo em troca, irônico não?...
Ouvi quase já sem som
A tua mensagem já sem dor
Refleti com atenção
Por todos os momentos tristes
Que hoje sem escolha
A natureza te faz presente
É tanta dor sentida sem t abraçar
Lágrimas deslizaram o meu rosto
Sem que percebesses
Teu amor
Tua paixão
Não impediu o ombro invisível
Também chorei e sofri com dor a tua solidão
Como parte de um anónimo
Em vida queremos o melhor e maior
Não cantei victória
Não existe derrota
Apenas a dor de pesar
Quando sem querer
Chega o inesperado
Tua dor
Eu não sei retratar
Tua solidão
Tua interrogação
Apenas sei o quão dificil é
Oh Gita menina
Com carinho no olhar
Passos firmes na dor
Um destino
Vencer obstáculos
Tuas conquistas hj
É alegria de um anónimo marcado no tempo
FOLHAS em: é sempre dor
Antes, eu não prestava atenção nas mudanças de estação. Antes? Quando eu era pequena e as e as estações eram marcadas pelas brincadeiras, pelos desejos furiosos de brinquedos novos, pelas compras de roupas e de sapatos da moda, pelo espetáculo de dança na escola, pelos aniversários... Secundárias, dependentes de meus desejos, as estações não passavam de um pano de fundo em frente ao qual se destacava a coisa mais preciosa: euzinha. Criança só pensa em si. E eis que um dia o cenário toma vida própria, o universo passa a existir diante de seus olhos e despencam sobre sua cabeça todas as desgraças do mundo, desgraças que lhe oprimem o coração.Isso é o que deve ser crescer.
Tentei não prestar atenção em tudo que dizia (...) Comecei a reparar em outros sorrisos e olhares (...) não adiantou; voltei para o seu.
Me chama. Me incendeia. Me tira a atenção. Me tira a roupa. Me tira o ar. Me tira o sono. Me tira a vida, mas não te tire dela.
Um bom conselho aos mentirosos: cuidado com pessoas que prestam atenção, mais cedo ou mais tarde vão acabar derrubando as suas contradições.
Eu dava algumas palavras em troca de atenção, qualquer uma. Em troca de saber que a noite, embora fria, pode ser quente. Em troca das confissões, das peles juntas e das permissões. Em troca de muitos”sins” e de algum necessário “não”. Mas quando me faltam todas essas palavras e muitas frases ficam pela metade, eu não sei até o meu silêncio pode me explicar. Eu não sei até onde alguém pode se entender.
Foi lentamente que lá cheguei. Tantas coisas desviaram minha atenção ao longo da estrada, que não percebi que escurecia mais e mais a cada passo. Notei o quanto havia me afastado apenas quando já não pude mais enxergar por andava. Olhei para trás buscando o caminho de volta, mas não o encontrei.
De repente, em meio a mais absoluta e profunda escuridão, pude perceber um vulto. A pequena figura encolhia-se num canto, acuada. Aproximei-me vagarosamente, temendo que qualquer movimento mais brusco de minha parte pudesse afugentá-la. Mas, ao notar minha presença, a menininha limitou-se tão somente a levantar o olhar, acompanhando meus lentos passos em sua direção.
Era muito magra e trajava farrapos. Estava descalça e seus cabelos despenteados eram tão negros que se confundiam com a escuridão do ambiente. As mãos pequeninas e trêmulas repousavam sobre os joelhos. Os dedos das mãos estavam muito feridos, como se ela houvesse tentado se agarrar com muita força a algo que lhe tivessem arrancado impiedosamente. Tinha o rosto sujo e olheiras profundas como se há muitos dias não se alimentasse.
Quando parei diante daquela frágil criatura, notei que havia uma corrente presa a um de seus tornozelos e que os elos estendiam-se escuridão adentro. Ajoelhei-me diante dela. Seus olhos eram enormes, marejados de lágrimas, e me fitavam com uma dor absurdamente comovente.
- Quem é você?
- Estou aqui há tanto tempo que já não me lembro quem sou.
- O que faz aqui sozinha? Não tem medo da solidão?
- É o que mais temo – respondeu-me em fraca voz. – Ajude-me, por favor!
Sua súplica era quase um sussurro, demonstrando o inegável cansaço que a acometia. Surpreendentemente, suas mãos pequeninas e feridas agarraram-se com força às minhas. Lágrimas desesperadas derramavam-se incontroláveis pela pequenina face. Em meio a soluços, levantou a cabeça procurando com seus olhos enormes o fundo dos meus.
- Ajude-me! – voltou a suplicar. – Guie-me para a luz. Não quero mais estar só.
- Ó, minha criança, perdoe-me, mas não sei como. Eu simplesmente não sei como...
É quando a gente briga que eu penso alto [...]
Presta atenção, Olha nos meus olhos e diz que me ama. Para com essa idiotice que esse teu orgulho não te leva a nada. Me liga na madrugada, compõe uma musica e expressa de uma vez essa raiva. Sem ficar com essa angustia, sem ficar com essa mágoa. Me beija de novo e sorri novamente. Me trás de repente a força que eu preciso e que vem da gente [...] E ver se entende um pouco que isso machuca. Não me faz chorar por gosto.
