Atenção
Prioridade não se pede, se percebe. Se você precisa implorar por atenção, o lugar já não é mais seu.
SerLucia Reflexoes
Eu vi uma nuvem branca e uma nuvem negra no céu. Ambas eram belas e mereciam a minha atenção. Quando eu as enxerguei com cuidado, a nuvem branca escureceu-se e a nuvem negra clareou-se.
Atenção, atenção, foi dada a largada,
na corrida eleitoral da velha bancada,
candidato atacando de forma desesperada,
e a verdade ficando sempre abafada.
Banco formando teia de corrupção,
dinheiro girando dentro do salão,
senado abrindo o bolso da população
como se fosse normal tanta exploração.
Oh, que sensação!
Helaine Machado
As Flores desabrocham e caem, proclamam sua beleza e caem. Mas, preste atenção no que eu vou contar, o amor é mais simples que o ar pra respirar
“A atenção não é apenas uma função cerebral; é ponte para aprender, conviver, amar, trabalhar e existir com mais presença.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda distração é TDAH, mas todo sofrimento persistente da atenção merece ser escutado com responsabilidade.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A atenção humana está sendo disputada por um mundo que lucra com a nossa distração.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A tecnologia não causa todos os casos de TDAH, mas pode fragmentar a atenção de uma geração inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A atenção é preciosa: quando ela falha, a aprendizagem, os vínculos, o trabalho e a autoestima também se fragmentam.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Caótica da geopolítica e tabuleiro.
Polarização dos países chamam atenção a transformação do cenário mundial. A economia americana sofre com política de guerra e saques no mundo,
O espolho transcende a atenção da desvalorização do dólar mundial se perde com as novas possibilidades novos parâmetros do capitalismo
Novos capítulos do BICS lançando uma moeda e adereços de negócios bilaterais dando um novo conceito dos donos do mundo.
Vemos aglomerados de países se unirem contra o monopólio americano.
Por sua vez o povo sofre com as político do maestro americano.
O custo de vida nas alturas o caos reina.
Alienação intelectual morre na fogueira da alienação social, enquanto outros pais sobreviver é uma virtude...
Sob as teia de aranhas morfológica o ser politiza o monopólio do furto engana e desvia atenção falsamente ninguém explica a explicação da alienação social moral, olhos mortos pelo engodo que ninguém engole mais esse sapo de milhares de reais o dinheiro público virou parte de um filme que virou fumaça .... como ? Não há respostas so uma cara de paisagem do iluminismo...
Muito parecido como o grito...
Então como o rio flui o temor de alguns é a certeza de outros que as provas falam, igual ao cadáver em crime todas as respostas estão num corpo sem vida... o algoz que ceifo a vida assiste a tudo se vangloriando dos seus atos, e esses atos são traços de um psicopata um assassino em serie e mesmo Síndrome predatório do colarinho branco. Que se vangloria da impunidade...
Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível. Tão valiosos quanto mais for viciados, indignados, distraídos, polarizados e desinformados, do que se fôssemos humanos livres e vivos. A nova tecnologia de informação e contato social nos domesticou para ser um novo tipo de humano.
Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível.
A única economia
que preocupa o político-influencer
é a
Economia da Atenção.
Não a economia do pão na mesa, do remédio na prateleira, do emprego que dignifica — mas a economia do clique, do compartilhamento, do engajamento nervoso.
Nessa bolsa de valores invisível, a moeda não é o trabalho: é o tempo do olhar.
E o olhar, quando capturado, se transforma em poder.
Vivemos a era em que o discurso não precisa ser profundo, precisa ser performático.
Não importa a coerência, importa o alcance.
Não importa a verdade, importa a viralização.
O algoritmo não premia a lucidez; ele recompensa o ruído.
E este, por sua vez, é o fertilizante da polarização.
O político-influencer aprendeu que governar exige responsabilidade, mas performar exige apenas estratégia.
Ele troca o gabinete pelo estúdio, o debate pelo corte editado, a política pública pela pauta que inflama.
Quanto mais indignação, melhor.
Quanto mais medo, mais retenção.
Quanto mais simplificação, mais compartilhamento.
E nós, cidadãos, tornamo-nos audiência.
A Economia da Atenção não se sustenta com serenidade; ela precisa de tensão permanente.
Por isso, crises são alongadas, conflitos são dramatizados, e soluções reais são silenciosamente adiadas.
Resolver um problema é muito menos lucrativo do que explorá-lo.
A tragédia é que, enquanto disputamos narrativas, negligenciamos estruturas.
Enquanto reagimos a frases de efeito, deixamos de cobrar projetos consistentes.
Enquanto consumimos escândalos em episódios diários, esquecemos de acompanhar políticas em processos longos.
No fim, a pergunta que fica não é sobre eles, mas sobre nós:
quanto do nosso tempo estamos entregando a quem lucra com a nossa distração?
Talvez a revolução mais silenciosa — e também mais poderosa — seja aprender a retirar a atenção de onde ela é explorada e devolvê-la ao que é essencial.
Porque, se a atenção é a moeda forte, ainda somos o banco central.
Com tanto charlatão disputando a atenção dos desavisados, até o anticristo que haveria de vir já deve estar furioso.
Afinal, vivemos tempos em que qualquer voz mais alta se acha digna de púlpito, e qualquer promessa vazia se fantasia de revelação.
O que deveria causar espanto já virou espetáculo; o que exigiria discernimento virou produto; e o que pedia responsabilidade virou palco para vaidades espirituais.
Talvez o maior sinal dos tempos não seja a chegada de alguma figura sombria, mas a facilidade com que entregamos nossa lucidez na bandeja da carência a quem não a merece.
Porque, no fim, o perigo não está no “que há de vir”, mas no tanto de mentira que já deixamos entrar — sorrateira, confortável e bem empacotada.
Se há algo a temer, não é um anticristo hipotético, mas a multidão de pequenas farsas que sequestram consciências todos os dias.
E, diante disso, o gesto mais revolucionário ainda é simples: pensar, questionar e não terceirizar a própria fé.
Talvez não haja confusão e carência espiritual maior que aguardar por anticristos, aplaudindo de pé os que já vieram.
“Quer saber o que é amar de verdade? É prestar atenção nos detalhes. É lembrar de dar bom dia, desejar boa noite, perguntar se a pessoa está bem, notar quando algo mudou no olhar dela e demonstrar presença mesmo nas pequenas coisas. Porque o amor verdadeiro quase sempre aparece nos cuidados silenciosos. E quando alguém nunca demonstra interesse, cuidado ou atenção por você, talvez o sentimento dela não seja tão verdadeiro quanto suas palavras dizem.”
Busquei na sombra
sob o Sol sem conta
andar nos labirintos
da atenção sentimental,
Nos muros coloridos
encontrei e desencontrei,
Porque na verdade a cor
que preciso está no olhar
mais lindo jamais visto,
e por ele o coração está
completamente rendido.
