Atenção
É triste ver você implorar migalhas de atenção para quem te rasga por dentro, enquanto afasta com frieza a única pessoa que se importa em juntar os seus cacos.
Trocam o amor de quem cuida pela migalha de atenção de um famoso que só sabe humilhar e cuspir na cara de quem apoia.
O amor ao próximo começa quando ouvimos com atenção, compreendemos sem julgar e acolhemos sem condições.
A vida ensina a todos. A diferença está em quem presta atenção. Quem não aprende é condenado a repetir as mesmas consequências.
Numa terra cheia de vozes que gritam por atenção, torna-se sábio quem aprendeu a ouvir o silêncio e deixou de carregar o peso da aprovação alheia.
Querer chamar atenção nunca foi
comigo. Até porque aquilo que elas
precisam gritar pra ter, eu, quietinha
e de cara fechada, consigo
tranquilamente.
♟️✨
"Carinho, atenção, gentileza...
são coisas tão boas, tão boas que só podemos agradecer sorrindo e florindo."
Haredita Angel
22.06.25
Nem sempre quem recebe mais atenção é quem gera mais impacto. Muitas vezes, os verdadeiros heróis vivem sem aplausos. Eles não procuram reconhecimento. Apenas fazem o que precisa ser feito.
"Seu orgulho não é soberba, é dignidade. É saber que seu tempo, seu carinho e sua atenção são tesouros, e não se oferecem em migalhas para quem só lembra de você quando precisa."
"Dedico muito carinho e atenção ao próximo! O próximo, por favor!"
Frase Minha 0139, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Atenção pessoal do 'imperdível'. Deixem dessa conversa de que tudo é imperdível. Imperdível mesmo é a morte, quando chega... Para quem chega!"
Frase Minha 0551, Criada no Ano 2012
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0139 "Sempre fui muito Dedicado: 'Dedico total Carinho e Atenção ao Próximo! O Próximo, por favor!' "
3416 📜 ATENÇÃO! Novidade sobre o 11 de Setembro e os Ataque às Torres Gêmeas? Depois que eu soube, comentei bem assim: 'Boa matéria, como sempre. Mas, como só agora (25 anos depois) passei a saber disso (Eu e quase todo o Planeta) imaginei que a novidade seria sobre 'Eventuais Alienígenas Envolvidos' nos ataques às Torres, como é hábito. Pensei nisso e Eu não minto. Eu, não! E por que só agora sabemos disso? Hein? Ou devo dizer HeuHein?
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Está em:
https://k.kwai.com/p/dbCxMZph
Informações que chamaram atenção, e foram saber sobre os metais reluzentes. Interesses de uma minoria, cuja as ideologias influenciaram uma coletividade e passaram a abrir buracos.
Contos descritos em livros, enquanto os comportamentos dos seres vivos se alteram no tempo decorrido.
Lhe chamam de animal, corroborando com as teorias e vivências observadas com o tempo, mas esquecem da espiritualidade dos animais e se igualam em essências instintivas. Porém como surgiram as ordens programadas em um gene?
Tempo que se passa, e respondem a pergunta através de peças de informática, e assim exaltam a tecnologia.
Seres programados por outro seres vivos, onde uma persecução dita as vontades próprias.
Com o tempo passam a chamar de guias, mas as árvores fornecem as guias de um formulário.
Consideram os seres como perturbados, mas não lhes apresentando os verdadeiros fatos.
Mas os instintos animais persistem e nos perguntamos: "O quanto valeu Adão comer o fruto proibido, se foi a Eva que conversou com um réptil (animal)?"
Expulsão de um paraíso, mas não prestamos atenção nos livros. Estudos sociais que nos orientam, revelando uma grande desigualdade no planeta.
Com tanto charlatão disputando a atenção dos desavisados, até o anticristo que haveria de vir já deve estar furioso.
Afinal, vivemos tempos em que qualquer voz mais alta se acha digna de púlpito, e qualquer promessa vazia se fantasia de revelação.
O que deveria causar espanto já virou espetáculo; o que exigiria discernimento virou produto; e o que pedia responsabilidade virou palco para vaidades espirituais.
Talvez o maior sinal dos tempos não seja a chegada de alguma figura sombria, mas a facilidade com que entregamos nossa lucidez na bandeja da carência a quem não a merece.
Porque, no fim, o perigo não está no “que há de vir”, mas no tanto de mentira que já deixamos entrar — sorrateira, confortável e bem empacotada.
Se há algo a temer, não é um anticristo hipotético, mas a multidão de pequenas farsas que sequestram consciências todos os dias.
E, diante disso, o gesto mais revolucionário ainda é simples: pensar, questionar e não terceirizar a própria fé.
Talvez não haja confusão e carência espiritual maior que aguardar por anticristos, aplaudindo de pé os que já vieram.
A única economia
que preocupa o político-influencer
é a
Economia da Atenção.
Não a economia do pão na mesa, do remédio na prateleira, do emprego que dignifica — mas a economia do clique, do compartilhamento, do engajamento nervoso.
Nessa bolsa de valores invisível, a moeda não é o trabalho: é o tempo do olhar.
E o olhar, quando capturado, se transforma em poder.
Vivemos a era em que o discurso não precisa ser profundo, precisa ser performático.
Não importa a coerência, importa o alcance.
Não importa a verdade, importa a viralização.
O algoritmo não premia a lucidez; ele recompensa o ruído.
E este, por sua vez, é o fertilizante da polarização.
O político-influencer aprendeu que governar exige responsabilidade, mas performar exige apenas estratégia.
Ele troca o gabinete pelo estúdio, o debate pelo corte editado, a política pública pela pauta que inflama.
Quanto mais indignação, melhor.
Quanto mais medo, mais retenção.
Quanto mais simplificação, mais compartilhamento.
E nós, cidadãos, tornamo-nos audiência.
A Economia da Atenção não se sustenta com serenidade; ela precisa de tensão permanente.
Por isso, crises são alongadas, conflitos são dramatizados, e soluções reais são silenciosamente adiadas.
Resolver um problema é muito menos lucrativo do que explorá-lo.
A tragédia é que, enquanto disputamos narrativas, negligenciamos estruturas.
Enquanto reagimos a frases de efeito, deixamos de cobrar projetos consistentes.
Enquanto consumimos escândalos em episódios diários, esquecemos de acompanhar políticas em processos longos.
No fim, a pergunta que fica não é sobre eles, mas sobre nós:
quanto do nosso tempo estamos entregando a quem lucra com a nossa distração?
Talvez a revolução mais silenciosa — e também mais poderosa — seja aprender a retirar a atenção de onde ela é explorada e devolvê-la ao que é essencial.
Porque, se a atenção é a moeda forte, ainda somos o banco central.
Sou igual a uma criança; acredito em tudo, me contento com o pouco e o que eu quero é apenas atenção.
