Assunto
Um simples "hm", pode significar tristeza, ciumes, duvida, ciumes, sem assunto, ciumes, preguiça de digitar, ciumes, pensando, ciumes, etc...iumes.
CONTO - O Dia de Fila
O assunto que vai ser tratado hoje é conhecido de forma prática por muitas pessoas. Apertem as fivelas do sapato, lencinho no bolso, garrafa d’água, e muita paciência, pois hoje é dia de FILA.
Meu dia começou bem. Acordei sem precisar de barulhentos despertadores, nem ter que sair depressa para algum compromisso; houve até tempo para uma daquelas boas espreguiçadas antes de sair da cama. Tomei um saboroso café da manhã acompanhado com pão e frios. Aparei meus pequenos fios de barba que insistem em brotar no meu rosto continuamente, tomei um banho energético e saí para resolver aquelas coisas práticas que todos costumam (precisam) fazer de vez em quando. Visitar alguns bancos, retirar extratos, fazer cartões, renovar benefícios, buscar declarações, protocolar pedidos... enfim, um legítimo office-boy de assuntos domésticos, familiares e acadêmicos.
Piseis duas quadras com meus brilhosos sapatos sociais, seguidos de minhas calças com vincas bem feitas a ferros hábeis, camisa azul, recoberta por um suéter que acompanha a cor da calça (que não arrisco falar pois ainda não decidi como ela se chama) e, para encher de glamour o visual, óculos escuros diante dos olhos e pasta 007 às mãos. Na primeira curva do dia, aquela que se tornaria companheira do dia, a FILA; companheira e vilã.
Embora fosse curta, coisa de seis ou sete pessoas, lá estava ela se formando embaixo do ponto de ônibus, pronta para se atirar ao transporte coletivo que chegaria em alguns instantes. Cada um tendo tomado seus lugares, em meio aos truculentos balanços do veículo seguimos ao centro da cidade.
Tendo chegado ao centro, a primeira missão era apresentar um protocolo, que vinha dobradinho no bolso, para retirar minha declaração de matrícula. Galgando aos degraus da faculdade fila diante das catracas para que os atendentes pudessem direcionar cada aluno para o local correto e conceder-lhes a “organizadora eletrônica de filas”, a SENHA. Tendo retirado a minha, me coloquei na minha respectiva fila para retirar minha solicitação. Quando tudo estava pronto e minha angústia tinha acabado, missão cumprida! Tinha em mãos minha declaração, embora válida por trinta dias, o que me soava como um “vale-outra-fila-daqui-a-um-mês”, me atrevi a parar diante de uma das catracas e pedir informação a respeito do atendimento aos alunos que precisam mudar o plano de estudos; desisti da história assim que soube que fila lá estava maior do que a que eu havia deixado a poucos instantes, e quando dou por mim, havia outra fila, mas essa era formada pelos que esperavam que eu saísse da frente da catraca para que eles pudessem entrar. Ô sufoco!
Como essa primeira missão ocupou um tempo da minha manhã, que já havia se iniciado tardiamente, já estava na hora de ir para o restaurante e encontrar com minha amada, com quem havia marcado um almoço. Certamente, nesse conto, não haverá lugar para os dois “pombinhos” se assentarem e pedirem o cardápio, isso é mensalmente, e nunca acontece às segundas-feiras. Hoje o restaurante é o buffet de comida italiana do shopping. Não poderia estranhar que minha amiga estivesse lá esperando minha chegada com minha amada. A fila estava grande e por ela nos aventuramos até que acertamos as contas e alçamos nosso lugar às mesas.
Alguns amigos que costumam freqüentar o mesmo lugar foram chegando de forma alternada, aos poucos nossa mesa estava repleta. Mas, claro que cada um comia a seu tempo e de acordo com o horário que chegou, no entanto, para não ficar deselegante, e mesmo porque tínhamos interesse em conversar, cada um que foi terminando ficou esperando o término dos demais. Nem acredito, novamente estávamos ordenados em fila, embora sentados, cada um esperava pela ação do outro para seguir seu dia. Até parece que se tem prazer em formar fila!
A segunda missão do dia, já auxiliada por minha amada, era visitar o banco. Como não pode escapar das filas, nos deparamos com uma fila para passar na porta giratória, para não sair do comum, a porta sempre trava com algumas pessoas. Quando entramos, explicamos a situação para uma dessas mocinhas do “posso ajudar?” e ela nos encaminhou para uns acentos, uma fila mais confortável. Depois de um bom tempo de espera conseguimos atendimento e pudemos sair para fazer nossos depósitos no caixa eletrônico. Considerando que nossas habilidades bancárias são nulas, tivemos que nos enfileirar atrás de outra mocinha do “posso ajudar?” e dizê-la que sim, ela pode ajudar! Enfim, missão realizada com sucesso!
Dirigimos-nos para o serviço que gerencia o transporte coletivo da cidade. Se veículos isolados de transporte coletivo geram filas, é possível calcular que a administração desses meios de locomoção motorizada deve gerar algum tumulto também. Lá fomos informados que deveríamos preencher um formulário e em seguida providenciar um calhamaço de fotocópias de documentos diversos. Espero que o efeito FILA já esteja automático na mente dos meus leitores e eu nem precise dizer que a foto copiadora estava congestionada e lá se confeccionou uma pequena fila.
Ao retornar para administração de onde havíamos saído, recebemos outra “organizadora eletrônica de filas”, SENHA 74. Aguardamos nossa vez no atendimento, e recebemos uma motivante notícia: “FALTA O DOCUMENTO XXXYYYV..., pois esse que você trouxe não serve!”. ##$%@**%$#@! Há sujeito de bem que seja capaz de manter um só nervo no lugar com tudo isso? E ainda não chegamos à melhor parte!
Dessa vez segui solitário para o endereço onde deveria fazer uso, mais uma vez, dos excelentes modelos de atendimento do serviço público. Tendo chegado ao local, não sei se pelo cansaço ou por falta de esperteza, fui obrigado a rodear o “belo” prédio da Previdência Social, até encontrar um recorte no muro com uma placa impressa em jato de tinta, em filha de papel contínuo, que dizia: ENTRADA, e era sublinhada por uma esclarecedora flechinha.
Depois de ter seguido as demais indicações impressas em folha contínua cheguei a uma imensa recepção, ocupada com quinze computadores, dos quais apenas três eram operados, e cujas operadoras eram senhoras protuberantes, enrugadas e infelizes. Uma delas atendia vagarosamente a fila onde os seguranças me colocaram. Ao chegar minha vez emiti uma saudação que encontrou como resposta uma rude exclamação: “FALA!”. Pedi o serviço desejado, apresentei minha carteira de identidade, e enquanto explicava exatamente minha situação ela imprimiu uma “organizadora eletrônica de filas”, e me pediu para tomar um acento.
A senha que eu tinha em mão era ainda mais complexa, me condicionava a subgrupo indicado pela letra “I”, e outro indicado pelo número “0362”. Depois de uns cinqüenta minutos esparramando naquelas cadeiras fui chamado. A segunda atendente, grosseiramente me informou que não poderia atender minha solicitação pois o nome que constava no documento solicitado era do meu pai e não o meu. Tendo respirado bem fundo questionei-a acerca do motivo da primeira atendente ter me feito esperar todo aquele tempo para receber essa notícia. Esta segunda reclamou, repetiu as grosserias, repreendeu a outra que trabalhava em alguns computadores antes, mas decidiu me atender em “consideração” à espera. No entanto, parecia que sorte não estava querendo sorrir para mim. A impressora dela emperrou.
Fui encaminhado para um setor de subgrupo “M”, onde havia outros cinqüenta computadores, mas apenas uma senhora, um pouco mais contente, que atendia solitária. Lá expliquei minha situação, ela se retrai com a informação de que além de estar no nome do meu pai, era um documento cadastrado em outra unidade da previdência. Fui impelido, provocado, obrigado a responder: “As informações aqui são distribuídas em segredo para cada funcionário? Cada um recebe uma informação diferente e complementar?” e em seguida a informei do que havia acontecido anteriormente, e entre queixas ela imprimiu o meu comprovante de meia página, com letras cinzentas, quase extintas, e eu pude ir embora.
Cansado do dia exaustivo, me dirigi para o meu ponto de ônibus que fica algumas boas quadras distante. Ao chegar, sem admiração, me posicionei em outra fila, essa maior, deveria ter umas vinte ou trinta pessoas. Em poucos instantes o ônibus chegou e finalmente pude ir para casa. Chegando em casa fui direto para a internet verificar a quantas andava o processo de inscrição de um concurso do estado para professor substituto. Sim! Além de tudo quero dar aulas (risos). Então, tive a notícia de que as inscrições haviam sido adiadas para daqui a dois dias devido ao grande congestionamento. Agora essa! FILA virtual. ##@#$%¨&***! Novamente eu pergunto: Existe algum sujeito de bem que possa manter seus nervos intactos depois de um dia desses?
E agora, encerro o dia aqui, ENFILEIRANDO letras, tentando dar à elas uma ordem que possua uma finalidade mais relevante e menos estressante, e uma organização lógica e justa para cada uma delas.
Esse assunto gera sempre conflitos em mim, uma parte acha ser real e a outra delírio. E como saberei? Acho que nunca.
Eu trouxe uma abertura para um assunto que não existia.
A ESPIRITUALIDADE É ASSUNTO DE QUE MINISTÉRIO?
A Educação é dever do Estado através do Ministério da Educação e Cultura!
A Educação deve desenvolver não só a Dimensão Cognitiva e Motora dos Alunos, mas também a Dimensão Afetiva que é a Espiritualidade!
Assim,
A Espiritualidade é um assunto do Ministério da Educação e Cultura!
Porque
A Espiritualidade é a Dimensão Afetiva do Homem!
E
Cabe ao Ministério da Educação e Cultura desenvolver a Dimensão Afetiva dos Alunos através da operacionalização correcta dos Objetivos do Domínio Afetivo pelos Professores nas Aulas!
Falem pouco ou quase nada sobre política e sejam indiferentes ou desinformados sobre o assunto; para que aqueles que dominam sobre nós, possam ainda mais aumentar o jugo através dos seus objetivos que despertam suspeitas, sem que ninguém os aborreçam.
Quando eu não lia eu tinha pouco assunto mas muito tempo, quando pratiquei a leitura tive mais assunto e pouco tempo.
Namoral Você é sensacional,
Levanta meu astral,
Tua perfeitahhh beleza é Assunto principal,
No jornal Nacional,
E eu serei o narrador dessa tua divindade fenomenal,
Quanto mais sobre este assunto eu ponho-me em reflexão, mais nítida torna-se a minha conclusão que aconselhar o que não fazemos, demonstrar indiferença ao que perdemos, dizer o que pessoalmente não diríamos ou fingir estarmos em momento de diversão totalmente felizes quando não estamos para chamar atenção, fingir sermos o que não somos ou termos o que não temos para obter aprovação social, fingir sentir o que não sentimos ou fingir estarmos no presente momento onde não estamos é o que agora chamamos de publicação
Olá pessoal, estou aqui, na existência, mais uma vez, e hoje eu gostaria de falar sobre um assunto no qual acho muito diferente e até mesmo incrível, pois é algo muito peculiar... Bom, eu tenho um familiar que tem Autismo, uma doença psicológica, não sei científicamente explicar os sintomas, mas vou falar as coisas que eu percebo, esse meu familiar é muito apegado com a mãe dele, ele tem MUITA vergonha de qualquer coisa cara... Quando ele vê uma pessoa diferente que olha pra ele, ele parece sentir uma agônia só pelo fato de alguém "estranho" estar ali... fico me perguntando, o que será que ele pensa? Pois quando eu não quero falar com uma pessoa, quando eu estou com vergonha, eu fico pensando "vai embora logo pessoa, não tô afim de papo porra!!!" ... Será que com ele é assim? hahaha! Se for, então ele deve pensar muito isso de mim, pois eu frequento a casa dele com uma frequência considerável... mas, porque? Porque tanta vergonha? Esse meu parente , quando alguém tipo eu vai falar com ele, ele parece desviar o olhar, se esconder da minha visão colocando os braços em frente ao rosto... Parece que ele sente agônia a todo instante... A Pandemia do Covid-19 fez com que o distânciamento social fosse implantado no mundo inteiro, para muitas pessoas isso foi ruim, para outras muito bom, e para esse meu parente foi FANTÁSTICO ! Olha, é algo muito estranho a dificuldade de afeto que ele tem com as pessoas, mas ainda assim, eu não o enxergo como alguém estranho ou diferente (de uma forma negativa) dos outros... na verdade esse meu parente é fascinante! Eu admiro a diferença que ele tem das outras pessoas, ele parece ser um herói que vive nas sombras... BATMAN! Claro, isso é só uma brincadeira, mas de verdade, ele , com sua peculiaridade, se torna uma pessoa tão interessante, nessas horas eu gostaria de ser um psicólogo e conversar com ele de uma maneira analítica para identificar qualquer aspecto que eu possa ajudá-lo a desenvolver para um melhor convívio do mundo ao seu redor... Até onde eu sei, ele nunca foi em um psicólogo ou algum profissional da área para identificar sua patologia... Mas é visível que meu parente tem um distúrbio que o dificulta a interagir com o mundo ao seu redor... De qualquer maneira, eu acho esse meu parente fascinante, é interessante como as coisas mais complicadas de se entender são as que mais nos chama a atenção, nossa espécie Homo Sapiens é movida a desafios, durante a sua permanência na existência, se você notar, são os desafios que levam nossa espécie a conquistar o que conqusitamos até hoje na história da humanidade... O que seria da América, por exemplo, se o homem não estivesse decidido a passar por dificuldades e assumir riscos para explorar o estranho mundo em que vivemos? Certamente não existiria o MC DONALD'S ou o Starbucks!!! O que seria do mundo atual em vivemos se o homem não tivesse sido movido a um desafio que era a invenção da lâmpada, por exemplo... Já imaginou? Deve ter sido difícil, até mesmo algo considerado místico! Mas o homem , movido pelo desafio, criou mais uma das invenções que no nosso cenário atual nos tornaram até mesmo "reféns" da sua criação para podermos sobreviver... Quem consegue viver sem luz elétrica? E quem consegue viver sem se relacionar com o mundo ao seu redor? Os dois são possíveis! Mas ambas situações são consideradas pela maior parcela da população mundial como "estranho"... Mas pra mim, ambos os casos são magníficos! As coisas diferentes me atraem! Os desafios me atraem! Pois sou Homo Sapiens, SOU A EXISTÊNCIA!
Olá pessoal, gostaria de tocar em um assunto hoje, sustentabilidade, irei contar um acontecido... Desde quando eu era criança, nas escolas, no ensino fundamental, os professores alertavam a todos nós alunos da importância de preservar os recursos naturais da terra, pois eles não eram infinitos, eles iriam acabar um dia... recentemente na minha faculdade, no meu curso de marketing no qual estou me formando, houve uma matéria em que o assunto principal era a conscientização do ser humano perante o uso exagerado dos recursos naturais.... na matéria, houve uma informação que tocou na minha consciência, pois eu não havia idéia de que isso que irei falar agora era verdade: Se o ser humano continuar utilizadno os recursos naturais na velocidade em que está fazendo, em 50 anos, será preciso 2 planetas terra para suprir a necessidade humana!
Consequência do capitalismo? Acho que sim, tem tudo a ver, o sistema capitalista foca em produzir em massa, mas sequer respeita o fato de que os recursos para fabricar todos os produtos que utilizamos estão em colapso , faz dois dias que vi uma reportagem no Jornal da Rede Globo, SPTV, uma árvore muito grande foi derrubada pela prefeitura em um bairro aqui de São Paulo, e os moradores da região não estavam de acordo com isso... Mais uma vez o ser humano destruindo a natureza em prol do benefício para si (benefício a curto prazo, no futuro a vida cobra, é a lei da existência) , sendo assim, defendo meu ponto de vista sobre o assunto: Não importa o quão "bobinho" pareça o fato de você não deixar a torneira pingar água, ou, você pode achar "bobinho" o fato de que você, quando está bebendo algo em um copo de plástico, e quando termina, você joga no chão o recipiente... Tudo isso contribui, e muito, para a degradação da natureza... Ainda digo mais, não poluímos apenas nosso planeta não, inclusive na órbita do nosso planeta terra o lixo espacial produzido pelos satélites que estão acima de nossas cabeças, lá no alto, estão causando uma poluição interplanetária... Para onde esse lixo todo vai? Provavelmente ele vai cair sobre a cabeça de uma pessoa que tem consciência ambiental, pois quem é responsável por acabar com a terra nunca sai impune... A vida é assim! Ditado popular: Vaso ruim não quebra!
Como um fascinado pela existência e pelo sistema vida, eu, defendo a consciêntização por parte de todos nós que fazemos parte disso aqui, devemos fazer nossa parte, todos nós sabemos que é impossível viver sem utilizar os recursos naturais, mas todos nós também sabemos quando estamos estragando aquilo que é essencial para nossa existência... comece assim: Jogue o lixo no lixo, não desperdice a água (no momento em que estou digitando este texto, a cidade de São Paulo está enfrentando uma crise hídrica) , mais uma vez, faça sua parte, o planeta agradece! E a existência depende disso... O governo da nossa nação e de todas asnações devem tomar medidas urgente, pois o estado da nossa existência está crítico! Preserve a natureza, FAÇA SUA PARTE, o planeta e eu agradecemos, pois sou a favor da vida e de existir, SOU A EXISTÊNCIA!
Nem vemos estar envoltos na vaidade, ou orgulho, quando o assunto é louvação.
Só há um tipo de adoração ao sagrado. Aquela que incentiva o ser humano a ser melhor.
Quanto ao Divino por ser o todo, já é tudo.
Necessitamos apenas acalmar o eGo, o qual nos foi dado, para somarmos e melhora-lo, não pra sair dizendo-se vencedor.
Porque quem vence, ultrapassa alguém ou alguma coisa.
E somos mero domadores de nós mesmos, apaziguadores de isto tudo.
Gerando Gratidão pelo outro ter evoluido.
Não há vencedores sobre o solo mãe.(Gaia)
Todos somos da mesma essência.
Acordei!
Sonhei, o motivo?
O assunto que com você conversei.
O correto a razão, não manda no coração.
A sensação e a vontade, mesmo que parecendo falta de sanidade! Não quer se calar... e um grito mental ecoa! Vontade...
Desculpas Para Puxar Assunto
Transcrevi pra cá porque não queria mostrar minha letra, ela é falha e feia, escrita desleixada, mas pela minha alma confusa estilizada, não contei mas parece que perdi um tempinho fazendo eles, alguns só comecei, não terminei, outros só continuei, aqui passei pra contar que poemas estão na minha mão, a maioria sem data de criação, lembro que comecei na 8° série, e foi até o fim do ensino médio, só escrevia quando se interessava por alguém, então eles foram direcionados para no máximo umas 4 meninas kkkkk, é isso mesmo 4. Queria ler eles pra você mas vc sabe que não gosto da minha voz, ela estraga qualquer música, qualquer palavra. Só queria dizer que estou aqui pra quando vc precisar tá, fui abraço nesse "coraçãozin" lindo garota.
Quando o assunto é família, às vezes é complicado. Para quem não tem uma base familiar tão sólida é difícil se sentir aceito ou, em alguns casos, é difícil se sentir inserido na sociedade.
Família muitas vezes pode ser tóxica, nos tornando seres incapazes, quando podemos tudo.
A família pode ser bem-sucedida. Ter bons aspectos sociais e viver em completa felicidade.
Quando o assunto é família, eu particularmente não sigo a regra de que “família são laços sanguíneos”. Justamente por essa desestruturação familiar que muitas vezes nos tira o prazer de estar “em família” é que devemos ter convicção e silenciar essa história de que, por ser sangue, temos que aceitar todo tipo de opressão familiar.
Família é mais. É abrigo, cuidado, amor e carinho.
Família é aquela que te apoia e te repreende nas horas corretas.
Família é a pessoa que chora com você quando o sangue do seu sangue ri do seu sofrimento.
Família é a pessoa que quer te ver crescer, quando o sangue do seu sangue torce para que você caia.
Família é a pessoa que te incentiva a ser melhor, quando o sangue do seu sangue só te afunda mais.
Família é qualquer pessoa que tenha o significado de abrigo seguro para você.
Família é união.
E amanheci o novo ano.
Com meu assunto preferido.
Falando de amor.
Quando notei.
Já falava de você.
Eu percebi o quanto podemos mudar de opinião sobre um determinado assunto apenas vendo de perspectivas diferentes ou até mesmo vendo o ponto de vista de outras pessoas, eu não acredito de forma alguma que isso seja ser uma pessoa influenciável, desde que a sua mudança de pensamento seja oriunda de um questionamento que você mesmo se auto impôs. Mudar de opinião só para acompanhar a maré de pensamentos que querem lhe engolir é extremamente inútil, pois lhe faz expressar pensamentos que você não acredita ou nem sequer saiba explicar sinceramente o que lhe fez pensar dessa forma. Mudar de opinião e assumir é um grande ato de humildade e respeitar o que os outros pensam também, por mais que na nossa concepção seja ideias, opiniões e pensamentos sem qualquer lógica na nossa concepção de entendimento do que é realmente plausível, deve-se respeitar. A sua verdade não deve ser imposta, ela pode ser debatida e talvez seja adsorvida pelo outro. Mas o grande problema é a falta de humildade enraizada com um ódio sem razão que faz com que pessoas limitadas enxerguem tudo com que não concordam se como seu inimigo ou devam ser destruídos, a história já mostrou que isso sempre foi motivo ou justificativa para algumas das maiores atrocidades que o ser humano já cometeu.
