As Conclusões a que Cheguei não

Cerca de 2029 frases e pensamentos: As Conclusões a que Cheguei não

Penso em ti horas e mais horas e cheguei a seguinte conclusão:Você é muito estranha! Ame com o coração...

Inserida por JustinoManoel

Cheguei pontualmente às dez horas, estressado e puto. Os três dias naquele planalto de terras vermelhas e de gente que não sabe o que é o povo, ou seja, uma gente que pensa que vive em Manhatthan , haviam me convencido de que este é um país de uma "elite" de fodidos.

Bom... estava de volta e isso é que importava. Voltava ao meu mundo. Um mundo que estava abandonado, pois a criação, a inovação e a capacidade de argumentação, deixaram de ter qualquer valor. Vivíamos num mundo de CrlT c e CrlT V, ou ainda pior, muito pior, onde o que se julgava não tinha mais nada com a justiça, mas com os interesses daqueles que pouco se lixavam para o país e seu povo. Aquele pequeno espaço, onde ouvia as lamúrias, parecia um consultório freudiano dos anos 30. Estava decorado com mesas de madeira maciça e adornos de cabeças de leões, nos cantos e centro, talhados à mão. Dois armários longilíneos, com funod que refletiam seus corpo, cadeiras torneadas com esmero, bem típicas da época e de uma palhinha resistente ao tempo. Todos de tons castanho escuros - havia pouca luz e ao assentar-me em duas horas, já se sentia o excesso da fumaça dos meus cigarros.

Estava ali, entre todos os que me esperavam, aquele homem. Maltrapilho, queimado pelo são, rugas saltitando do que parecia um rosto. Olhei-o fixamente, e pedi-lhe que apagasse o cigarro, pois não permitia que fumassem em meu escritório. Ele me olhou furtivamente e viu que eu estava com o cigarro aceso, mas mesmo assim o apagou. havia qualquer coisa no ar...

Ao chegar, tomei meu copo d'água - sem ou com ressaca, tornou-se um hábito. Liguei o note e imediatamente comecei. Acendi o cigarro e pus-me a ouvir While my Guitar. Sentei-me, olhei as primeiras coisas do dia e Amanda, como sempre, veio com seu rosto angelical e lábios demoníacos. O bom humor voltava.

Amanda me passou a lista dos casos e causos jurídicos; muitos não passam disto. Perguntei-lhe, timidamente:

- Quem é aquele sujeito de barba?

Espontaneamente me respondeu em um tom quase inaudível, que não sabia, pois este não quis se odentificar e somente dissera que me conhecia.

Amanda era uma mulher de 1 m e 70 e extremamente bela, suave, educada, que exalava um cheiro de cabochard, particularmente o meu perfume preferido. Vestia-se com esmero e de forma conservadora, mas sempre deixando um pouco de seu belo corpo curvilíneo, transparecer mesmo que minimamente. Olhei atentamente para Amanda e voltei a pensar naquele sujeito, que estava ali fora. Não sabia ao certo se o conhecia, não conseguia me lembrar de nada em especial ou mesmo sem qualquer importância. Geralmente eu lembro dos rostos e nunca dos nomes

- Levantei-me e eu mesmo fui lá cerificar-me quem era aquele homem. Olhei fixamente em seus rosto e os olhos me chamaram a atenção, era um misto de sofrimento, dor amargura e ódio. Voltei e sentei-me, pensei um pouco mais e nada.

Respondi para mim mesmo, e em voz alta, sem muita convicção - já que me conhecia, vou até ele.Imediatamente, levantei-me, não sem antes Amanda, me advertir para ter cuidado. fui a passos tementes, até ele.

- Tudo bem! Pois não. O que o senhor deseja? Qual o seu nome?. Ele apenas me olhara, com um certo desprezo. Perguntei-lhe novamente, desta vez com rispidez.

- Respondeu-me quase que susurrando, era inaudível o que havia dito, mas não me havia coragem suficiente, para repetir qualquer pergunta.

cheguei mais perto e quase encostando os ouvidos em sua boca, pude finalmente ouvir um quase nada, que soou como um grito do deserto, ecoando por todos os meus poros.

só...só...

Ouvi e fiquei mudo.

- Quase sem forças, tomei um copo d'água e lhe dei outro que tomou num gole só.
Estava sem ar e não me restara nada a dizer.

Ele de um minuto ao outro começou a dizer coisas totalmente incompreensíveis.

"Tatuo alucinadamente corpos lascivos e tragicamente caio numa trip nauseante. A solidão é uma busca desesperada por qualquer que seja a divindade e de novo parou. Mas seus olhos agora só exalavam ódio.-

Não havia dúvidas: eu o conhecia. Porém, agora, tinha a clareza de que a vida nos prega peças de uma dramaticidade futebolística.

Recuperei-me e senti o rosto queimando, suado e sujo, como se aquele pó do Planalto, estivesse impregnado em minha alma. Os sentimentos não eram os melhores. Tentei de novo.

- Fale!

- Ando entorpecido. Letras completamente sem sentido, pó vermelho. Ando por entre quadras e jardins descuidados. O corpo, seus fluidos, sua morte ora breve, por ora longínqua...

Já não era o mesmo homem, agora, ouvia sua voz rouca, porém poderosa e notara que seu rosto e suas vestes eram outras, finas, provavelmente de vicunha e feitas à mão. Aquilo tudo só mais e mais me assustava. Estava apavorado.

Tentei, num último esforço manter a calma, pois nada mais podia fazer.

- É... alí eu começava a imaginar o que estava a me reservar o destino. É eu bem sei o que me reserva... vida que vai e que fica.

Veio outra frase sem qualquer sentido.

- Passeio com minhas mãos calejadas por seus cabelos ondulados.

Meu Deus!, estava completamente desnorteado, perplexo.
- O silêncio cabe em qualquer canto. É um vício que o vento escancara, este faminto desejo.

Não me restaram palavras, só o olhar de aflição e um pequeno começo de ódio.

Estávamos numa praça de bancos sujos e esterco industrial, me restava pouco tempo. Tinha as piores sensações do mundo, a começar pelas pedras corroendo minha boca e remoendo meus pés. Havia alguma coisa com aquele homem. E não era boa.

O conhecia mas, por certo, não queria saber destes tempos. Eram tempos de noites escatológicas e viagens em que surfava por pesadelos contínuos.

Há ainda em todos nós e na memória quase obsoleta das roletas da morte do trabalhador nas noites do terror.

Eu o olhava e ele me provocava. Eu tinha ali, bem à minha frente, alguém que sempre jurei matar. Mas estava inerte.

- Vivo como quero, posso e só. - provocou-me.

Fiz um gesto rápido. Não poderia permitir que aquele ser (decrépito e que tinha em sua alma tanto ódio, pudesse me levar com ele.

Ele, por fim percebeu, que eu queria matar meus demônios. Ele me olhou sem a mesma confiança e seu olhar me deu a certeza que não haveria mais nada a ser dito. Pela primeira vez, durante aquele diálogo famélico, ele deixou de ter qualquer estabilidade. Definhava, urrava, cada vez mais baixo e compassado.

Não mais havia qualquer dúvida, meus demônios estavam mortos.

Inserida por robertoauad

Ontem cheguei em casa e havia um silêncio doloroso...
O silêncio da saudade!"

Inserida por psigraci

MUITAS VEZES FIQUEI PARADA A PENSAR
E CHEGUEI A UMA CONCLUSÃO:
SOU DEPENDENTE DO AMOR
E A PARTIR DELE ENCONTREI VOCÊ!
(13/05/1989)

Inserida por LiaAndrade1

⁠Me pergunto: como cheguei até aqui? Agora entendo, o amor é como o cigarro. Ele acaba. Acaba com você. Te consome até o último trago e te deixa sozinha, com os dedos queimados e o peito em brasas.

De: Jacarezinha

Inserida por walakys_providello

⁠Saudades do meu Açores

Atravessei o mar...
Nem sabia aonde ia dar.
Aqui cheguei.
Mas meu coração lá deixei.

Quanto tempo faz?
Nem lembro mais...
Da memória apaguei o que por aqui passei.
Diante de mim um mar de azul sem fim...

Passa um veleiro.
Um lenço branco a acenar.
Saudade como veneno em minhas veia a entrar.

Lembranças do meu Açores:
Vila do Corvo onde nasci.
Toda a minha infância lá vivi.
Vila pequenina.
Casas branquinhas baixinhas.
Sobem encostas ruas sinuosas.
Ruas de uma limpeza intensa onde respiro amplidão.

Açor – arquipélago que abriga todo o meu amor.
Há lá um brilho de névoa no ar trazido pelo mar...
que todas as Ilhas está a circundar.

Hoje cá estou – neste Brasil varonil.
Meu coração, porém, lá está onde o mar carrega meu Açores nas mãos.

Inserida por RosangelaCalza

⁠e foi nasruas do antigo
onde eu nunca cheguei a te levar
que eu percebi que meu corpo anseia por ti
que teu cheiro mexe com meu cérebro, mesmo sem perfume
deixa-me em êxtase

naquele dia molhadas de água salgada
quando vejo, já estou a abrir minha caixa
tentando buscar meu lar

eu disse que ficaríamos juntas
mas me pego questionando
se algum dia
tu vais querer voltar.

- depois de todo esse tempo, eu ainda te amo

Inserida por deceasednysmia

⁠TU

Sei que cheguei atrasado...
Tu já tinhas partido...
Vi o mar engolir teu barco...
Sentei,pensei..mas nada mudou...
Te perdi...
Pedi..implorei,não sei a quem ...
Para voltares...
Mas nada aconteceu...
Derrotado ..arrasado,olhei o mar...
Tive uma resposta...
Por vezes partimos,mas estamos sempre...
E cada vez mais presesntes
Na vida de quem amamos...

Inserida por sabiolindo58

⁠Consegui.

Cheguei à distância onde a visão já não está turva.
Enxergo, enfim, o sentido que antes me escapava.

O tapete, antes um caos de fios partidos, hoje revela seu desenho.
Entrelaçado de dores, linhas cortadas, cores que sangraram dos meus dedos.
Mas está completo. Está no chão.
E ali, eu coloquei o ponto final.

Agora vejo:
Cada dor foi um traço.
Cada perda, um nó.
Cada esforço, uma cor.

⁠Renovação.


Cheguei.
Estando aqui nessa calçada, posso observar o mar de longe. Consigo olhar para frente e observar o fim.
Não do mundo, apesar de às vezes achar que sim.
O fim, o horizonte.
Olho para baixo: degrau.
Dou um pulo e caio naquela areia morna.
Sentindo ela passando pelos meus pés.
Caminho em direção à água.
Penso em como isso é lindo e como essa água fria vai molhar minha calça de linho branca.
Dobro as pernas da calça e continuo a andar.
Paro no meio da praia e olho para cima.
Sol, nuvem, um pôr seguido por um olá para o satélite.
Esse céu amarelado, com uma miscigenação de cores — o rosa, o azul-claro, o branco indo para o obscuro — me lembra você.
Por trás dessa obscura cor, escondem-se outras luzes.
Assim como Você o sol se foi, por força maior.
Levanto o braço esquerdo e tento pegar com minha mão você.
Sol.
Abaixo a cabeça e percebo esse mar.
Abro os olhos: enxergo não as cores, e sim os sentimentos.
Transmissão
Caminho e me molho, molho com intenção de lavar.
Levar tudo, trazer um novo eu. Submergir e voltar como eu.
Um novo eu, assim como ele fez.
Voltar com mais uma proteção, dada por quem você queira.
Mas eu sei que veio daqui.
Como esperado, não veio um pássaro branco, assim como na passagem.
Mas eu vi uma gaivota.
Voo para casa.
Acho que já conta.


@ondas.q.escrevem

⁠já cheguei a um ponto, de me sentir rei em trono que não era meu, hoje reconheço que sou apenas viajante, nem oque penso ter, eu tenho, oque possuo não possuo, na verdade nada é meu .

Inserida por francileneoliveira

⁠Desde que cheguei em São Paulo, tudo parece um sonho elétrico — um glitch entre o que fui e o que estou virando. As luzes de neon cortam o céu cinza como cicatrizes brilhantes, e o concreto pulsa sob meus pés como se a cidade tivesse um coração cansado. Tem um sentimento estranho em mim — não sei se é liberdade ou abandono. Talvez os dois.

Ando por entre sombras digitais, reflexos distorcidos em vitrines vazias, procurando algo que nem sei nomear. Carrego memórias como códigos antigos, corroídos pelo tempo, mas sigo. Sou jovem. Sou livre. Tenho coragem pra encarar a escuridão com os olhos bem abertos.

Aqui, ninguém diz tudo. As palavras somem entre o ruído das máquinas e os sussurros do vazio. Mas mesmo sem sono, mesmo me perdendo, eu caminho — porque mudar é preciso, e o recomeço às vezes nasce do colapso.

Entre sobreviver e viver, escolho me arriscar. Escolho existir.
E nessa cidade que nunca dorme…
eu também nunca desligo.

Inserida por Arcanjo_chann

⁠Eu não sei o que me espera. Só sei que Deus já está lá, onde eu ainda nem cheguei. Talvez o que venha não seja o que pedi em silêncio, mas será o necessário. Entreguei tudo a Deus. As vontades, as pressas, as urgências que construí como escudos, e todas as certezas que forcei até virarem fardos. Deus não se atrasa, Ele só espera a gente cansar de fingir que dá conta sozinho. Tem algo incrível acontecendo mesmo quando não compreendemos. Não sei se é resposta, milagre ou recomeço, talvez tudo junto. Mas sigo com uma esperança bonita, uma fé quieta de quem sabe que o tempo de Deus faz tudo acontecer no momento certo. Nenhum milagre chega antes da hora. Há portas que já começaram a ranger nas dobradiças e, quando Deus decide girar a maçaneta, não há nada que impeça o novo de chegar. Há bênçãos atravessando distâncias que nem saberia explicar, e há algo dentro de mim que reconhece: Deus está prestes a fazer algo lindo, e mesmo sem compreender os contornos do que virá, permaneço aqui: de alma aberta e vontade de agradecer por antecipação. Porque fé, às vezes, é isso: uma espera de mãos dadas com o que ainda nem chegou, mas já tem gosto de recomeço.

Inserida por roberioamorim

⁠Eu não sei o que me espera. Só sei que Deus já está lá, onde eu ainda nem cheguei.

Inserida por roberioamorim


Cheguei a um ponto na minha vida em que amadureci e evoluí mais do que muitos ao meu redor. No entanto, encontro-me em constante estado de evolução, continuando a aprimorar meus sentimentos, minha arte, minha poesia. A cada dia, minhas poesias se tornam mais belas e profundas, um reflexo do meu crescimento interior. Isso acontece porque meus pensamentos não estão poluídos, mantenho-os limpos e focados no meu aprimoramento pessoal.

#Feliz2015!!! Nesse 1o. Dia do Ano. Cheguei 31/12/2014 em Olinda/pe Viagem tranqüila do Rio de Janeiro até aqui e entre encontros e desencontros, fica minha primeira mensagem do ano "Mesmo que as coisas não saíam exatamente como queremos, sempre termos a certeza de que "NO FINAL TUDO DA CERTO" Agradeço aos meu primos Psw Pereira e Georgia Lima pela recepção calorosa ainda aeroporto e pelo primeiro passeio em uma LANCHONETE DE UM SUPERMERCADO LOTADO!!! ("...ele não sabem.o que fazem.") e o bolo de milho. Hum!!!! Divino!!! E sem deixar de esquecer minha marcante chegada em meu novo apartamento onde estou dividindo com meu primo e amigo de longas data Evanio VIeira no centro de Olinda, próximo ao Jd. Brasil confortável, arejado e bastante espaçoso, obrigado primo pela excelente escolha, eu mesmo não teria feito melhor.
Tudo pra começar 2.015 com o pé direito. Agradecimento especial a Dona Lucia Lima por me permitir a fazer parte do Réveillon de sua famílias, simplesmente perfeito, mágico... O passeio pela Orla... Eric Pereira, Sandra Melo, Valdir, Georgia, Michely Lima Lima e Eniele Cruz e a medida em que caminhavamos na orla, brincando, sorrindo, fotografando ia sentindo a brisa serena do Mar entre fogos e a presente simplicidade da felicidade em nosso encontro, me dava conta de que se pode encontrar felicidade nas coisas mas simples do mundo.
O melhor réveillon dos últimos 12 anos.
Muito Obrigado a todos.

Inserida por fernando_kabral

(...)
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
(...)

Parte da poesia "Onde está o teu corpo".

⁠Em meio a pandemia onde muitos perderam eu encontrei um anjo! Cheguei de amor com uma beleza sem igual com um coração lindo.

Inserida por Js-23

E eu cheguei de manhã no estacionamento e meus olhos procuravam beber das mesmas flores de ontem, mas hoje elas estavam murchas e sem graça, eram apenas mato pelo batente da parede. Que triste é um milagre de cores e fantasias se tornar indigno de atenção, aliás indignado estava eu, como podem durar tão pouco? Ouvi alguns passarinhos cantando em mim:
"O mais belo rosto do mundo está construindo em cada minuto sua velhice miserável, seu irresistível, e cada vez mais próximo fim." Cecilia Meireles
"... dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível." Chorão

Bom, elas eram belas e discretas (como eu gosto), invisíveis pelos cantos construindo suas cores, suas flores. Desabrocham como um raio de sol que beija o orvalho da manhã, e suas cores faiscavam como estalinhos de São João. Meus olhos eram obviamente as fogueiras que queimavam de admiração. Mas tudo se acabara, ainda olhei mais três vezes para ter certeza que meus sentidos não me enganavam, por saudade e por esperança. Segredei-lhes baixinho - Quando irão florir de novo? - Eu, as borboletas e os passarinhos temos olhos ansiosos para fazer festa.

Olhei outra vez e percebi que as flores estavam na verdade fechadas (desdesabrochadas?), talvez para se esconderem dos amantes mais ferozes que seriam capazes de arrancar flores e jurar amor eterno, (pois a lua e as estrelas não podem roubar, é cosmicamente proibido!)

Com o passar da manhã, o sol expulsava o que restou do frio da noite e as flores se abriam, tão devagar quanto as nuvens que se arrastavam no céu, cada pétala parecia recém pintada. Não vi qualquer espinho esbelto e pronto para apunhalar, mas não a toquei, o ato de tocar nas flores pertence às borboletas que também desabrocham, são flores voadoras.

Inserida por tassio_reis

⁠Não me negue, se eu cheguei em sua vida agora, há um motivo óbvio, estamos aprendendo um com o outro o que só vamos descobrir quando a cortina da vida, no nosso palco se abrir.

Inserida por tatyanenicklas