As Coisas Nao Acontecem por Acaso
A vida é uma montanha-russa de emoções, não é? Nem sempre a gente está por cima, tem dias que estamos bem pra baixo e tudo bem. Sério, tudo bem! Não tem problema nenhum não viver uma euforia todos os dias, ser feliz, sorrir e ser emocionalmente estável. Sei lá, acho que é necessário deixar cair para subir e curtir a vista do topo, sabe como? Se nos mantermos sempre no ápice, no auge, perde o encanto, perde o furor. Sei lá, tem dias que a gente acorda com o pé esquerdo - e tudo bem. Se permita sentir isso que é incômodo, que é amargo, que nos faz odiar a própria companhia (quem nunca?). Se acordar ranzinza, se permita estar. Mantenha o mínimo de contato com o mundo e tente entender porque o corpo está tão reativo, tão sensível, tão extremo. E durma bem. Reze um pouco antes de dormir, agradeça um tanto ao acordar. E pronto.
Não há coisa tão certa que um dia não possa dar errado.
Mas uma coisa toda errada, nunca pode vir a dar certo.
Da onde vem essa energia que alimenta minha vida e faz eu ser quem eu sou? Se vivo só, já não me confundo com as amostras reais, vivo no meu mundo onde seu o próprio criador, lido com a dor e com o amor o frio e o calor. Da árvore da vida eu escolho o proibido. Importa o que fizeram comigo, fiz minhas escolhas baseado na certeza de que meu ego estava certo, o sábio simples e direto, estou em desenvolvimento antes de ser um feto, saí do escuro, a luz refletia no aço, o cimento cinzento, era erança do rochedo, arquitetura romana, Alana entre quatro paredes inflama, mente em chamas difama.
Por favor entenda,
Não me julgue pelo que eu faço,
Me julgue pelos meus resultados,
Minhas conquistas,
Possa ser pouco para você,
Mas talvez suficientes para mim.
Mesmo em caminhos curvos, busco sempre ser correto
Não existe meia verdade, errado é errado e o certo é o certo
Podem dizer por aí que o Luo brilha e reluz, mas o Luo não tem luz própria, a luz do Luo vem de Jesus
Que será desse nobre cavaleiro,
Se sua armadura não lhe protege o peito,
E o alfange transpassa-lhe o coração,
Ferindo-o com dor, desespero e aflição.
Melhor seria tombá-lo com bravura,
Pelo toque da escalibu com doçura,
Do que sentir a paixão que tanto o inflama,
E que o leva a sofrer sem ter quem o ama.
Nesse jogo de amor não há vencedor,
Nem perdedor, só há dor e amor,
Seja qual for o desfecho dessa história,
Promete-me uma coisa, sem qualquer glória:
Não chames o meu amor de meu amor,
Nem a minha dor de minha dor,
Pois o amor é um sentimento que não se prende,
E a dor é um mal que não se compreende.
Não sei se tenho pena
De quem vive inventando desculpas
Dos seus erros,
Ou de quem se engana
Acreditando nas mesmas.
Da mesma forma que um coração avoado se encanta ao ser despertado, se desencanta caso não o desperte constantemente.
Edileine Priscila Hypoliti
(Página: Edí escritora)
