As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Coincidências à parte
Daquele que parte
Livremente
Para qualquer parte
Destinado ao acaso
Unindo suas partes.
Encontrou-se.
Eu apenas ando por ai, juntando os cacos que você deixou e se por acaso me encontrar... Me ajude a juntar os cacos que você deixou
Alguns momentos de nossas viodas,nos sentimos assim,como retalhos de tecidos,que costurados ao acaso,transformam-se obras de arte,em trabalhos de ,maos de fada...
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
Gosto do mal feito..
do feito sem acaso..
Gosto do que é certo..
mas amo o que é errado..
proibido é mais gostoso. .
tem sabor do pecado..
Gosto do pega e não se apega..
Gosto do mal intencionado. ..
Estou aqui pensativo e complexado
Acho que eu nasci por acaso
Fui maltratado no passado
Sou romântico e não sou amado
Neste instante sinto-me inspirado
Gosto de ouvir poemas declamados
Sou um escritor apaixonado
Por textos bem rimados
No meu coração há bondade
Deus, por favor, me traga felicidade
Obrigado por ter inúmeras vezes me perdoado
Pois andei no caminho errado
Só ti Senhor não tem pecado
Eis aqui meu forte desabafo
Necessito do teu abraço
Essa é mais uma poesia
Que vai passar despercebida
Perdeu o sentido a minha vida
O que faço ninguém valoriza
Desejo conhecer alguma poetisa
Uma mulher educada e linda
Quero que seja mais do que amiga
Essa mensagem é depressiva
Ouça o que vou dizer gente bonita
Cada pessoa tem um dom diferente
O locutor, o cantor e o profeta
Reconheça o meu talento
Pois sou simplesmente poeta
Nem sempre os problemas vem do acaso alguns a gente adota, cria como filhos e mesmo quando atingem a maioridade, a gente não larga. Parecem um calo que já se fez íntimo de tão antigo...
Sem memória
Dedico a alma do ontem sem memória do acaso Estou junto com a saudade Longe do perfume que exala meu coração Quero poder estar com o toque suave da canção da poesia Meu coração anseia por ti a espera do momento em memória Trago comigo o gosto da manhã Sinto o cheiro suave de hortelã
* * *
Vem a aurora Vem a saudade Vem a dor aguda na mente sem consciência Não vou pensar Não vou sofrer, abro os braços em direção a vida Sento e espero a resposta, vejo o sangue correr sem pressa e sinto minha alma Levitar em meditação ao cosmo. Com vibração ao infinito anseio a espera da luz
Se eu morrer de infarto, foi porque amei demais. Mas se por acaso eu morrer de cirrose, também foi porque eu amei demais!
É...O tempo passa, e com ele aprendemos que nada é por acaso e tudo na vida tem um preço....Então bora plantar o bem para colhermos só semente de amor e paz!
Sou chato e me desapego nas piores situações, mas se por acaso eu disser que gosto de você: confie, fique e sobreviva no meio do caos. Sempre mudamos após a falta ou o nascer de um sentimento, nunca sendo os mesmos aguardando um amanhã que pode nunca chegar. O que eu preciso ganhar com a sua pessoa não importa, desde que eu saiba o que eu significo para você. Ainda que eu veja estrelas caindo do céu e o sol nascendo no leste, nada mais importará, pois eu sei que você é tudo que vale a pena viver.
Quanto tempo dura uma paixão.
Hoje encontrei por acaso, uma carta antiga.
Em um livro dos meus tempos de colégio.
Uma carta sua, que me fez lembrar-me de você.
Não pude deixar de reler...
Não sei como você esta hoje...
Acho que esqueci como era seu rosto.
Não me lembro como era estar em sua companhia.
Talvez não queira me lembrar, ou tenha esquecido mesmo.
Não sei! Porem
E pensativa perguntei-me.
Quanto tempo dura uma paixão?
Dias, meses, anos?
Então sorri um sorriso estranho enquanto observava...
A carta indo Embora em mil pedaços.
Como uma chuva de papel picado sorrateiros ao vento.
Então entendi.
Acreditava em olhares que se cruzam e sorrisos que se comunicam, desacreditava do acaso para crer em propósitos!
