Arrancar do meu Peito
lembre-se com amor,
e ofereça com amor,
o que você senti vibrar no peito.
lembre-se com amor,
e faça com amor,
o que a vida tem reservado para você.
lembre-se com amor,
para que você possa colher
o fruto da vida que você plantou.
Saudade não escolhe peito, apenas vem...
Saudade é algo que se dá, apenas de momentos vividos?
Saudade escolhe há quem se dá?
Saudade é apenas uma lembrança linda do vivido, do passado, ou do que apenas não pode ser...
Ah saudade vou falar contigo, não venha faça bagunça e se vá, sem ao menos dizer se a quem eu sinto saudade, está a sentir o mesmo, se não sou saudade, sou vaga lembrança?...
Não quero sentir, não quero provar-te...
Quero viver, e poder dizer sobre os dias que te senti e apenas em minha paz repousei...
Saudade de algo? Saudade de alguém? Ou saudade de mim?
Fico com o dizer “ não há nada como um dia após o outro", porém em meio a esses existe um infinito....
Infinito esse que cabe tudo, cabe você.... cabe...e digo, você sou eu ,ou você é você e em qualquer lugar haverá um encaixar-se em meio a esse sentir.
Não espere o nós, antes de seres “sois", não espere trunfo antes da derrotada....
Espere por ti e veja que também está a esperar-te, onde e como estiver ...
Apenas seja, esteja, sinta...
Se vens, se vou?
Cabe no espaço que citei...O infinito!
Nele cabe sonhos...e lá a saudade não existe.
Para não enlouquecer, para eternizar, para aliviar o peito, para acalentar a alma, para buscar conforto, para desabafar. Uma rápida solução: escrever.
Grande ansiedade que faz o peito doer, ficamos apressados e cobramos coisas que ainda não estão prontas para vir. Dormimos mal, acordamos sem acordar e pulamos os dias esperando pelas ações que nos deixaram ansiosos desde o planejamento. Quando foi que o tempo ficou mais curto?
que a paz ultrapasse nosso peito, e que a luz da alegria, do amor, e da esperança, ilumine todos os instantes de hoje!
As saudades aperta e eu então apareço, trazendo comigo a dor no peito... Venho da solidão, da tristeza e da alegria mais minha natureza já vem do parto. Lá estou eu no choro de um bb e nos olhos do seus pais. Eh eu sou a lágrima que vem de dentro para fora para espressar seu sentimentos, se vc estiver emocional.
Sabe aquele amor latente
Que arde, inflamando no peito da gente
Descobri que tem nome de gente
De uma doce menina inocente
Que se foi, mas que se faz presente
No dia a dia, inconscientemente.
Em cada peito renasce
uma esperança numa incerteza
como uma árvore que nasce
para dar sombra a uma tristeza.
Em cada ramo que envelhece
se vai uma vida pra não mais voltar
como um sorriso que aparece
numa nova semente a brotar.
Em cada galho que apodrece
uma incerteza de um novo dia
ou uma alegria que já padece
ao ver o seu fruto sem companhia.
Olhe um pouco a sua sombra
e tente sentir o que seria a vida sem você
você vive e não se assombra
existe uma fé, um novo florescer.
Em cada sombra um sinal de vida
em cada pássaro, uma liberdade
numa folha seca uma esperança perdida
ou o plantar de uma saudade.
Podes diminuir a intensidade do amor, quem em peito oras, aguenta em lágrimas desvinculando tristezas ilusórias, sempre é pela paz na satisfação concretizada, além de esperada comunhão, são normalidades do curso da vida, arquétipificando qualquer situação.
O que há em nós
Neste roseiral 🌺
Florido de espinhos
Que amolece o coração
Do teu peito abotoado no meu
O INSTANTE DA PARTIDA É ETERNO ... O ULTIMO OLHAR É ETERNO ... O GRITO DE DOR ECOA NO PEITO DIA E NOITE SEM PARAR ... O TEMPO CORRE RÁPIDO PRA SAUDADE E SE CONGELA NA DOR .
FEITA
N'essa feita insatisfeita
pelo leito do lado direito
pelo liquido expelido do peito.
Espeto crava n'essa feita
a marca assada do símbolo
o símbolo na porta da casa.
Essa feita sob espreita, foi feita
e ainda se esconde, imperfeita.
Antonio Montes
Criaturas Do Rei
Esperança no peito
Na voz, alegria
No olhar o feitiço
Na boca, o sabor
De ser este Ser
Repleta de amor
Sou filha de um Rei
De um Ser Magnífico
Que cria e recria
Criaturas ditosas
Que vivem momentos
De encanto e alentos
Sublimes de vidas
Que namora momentos
E entoam louvores
A doçura
Da busca dos Eus
De nobres ou plebeus
Se repetem
Através da perpetuação
Magnífica
Da vida
Eleni Mariana de Menezes
