Arrancar do meu Peito
trago os sonhos a ruir, o medo a rasgar-me o peito, gaivotas a sulcar-me o rosto, e nos olhos os sorrisos silenciosos...
Tem gente que nem com voadora no peito entende alguma coisa que leve à razão. A dor parece não afetar.
O poeta e o pensador,
o pensador e o poeta,
caminham juntos,
indivisíveis,
no mesmo peito,
na mesma mente,
pela mesma estrada
do pensamento.
Seguem em frente,
desde a aurora ao anoitecer,
desde o anoitecer à nova aurora,
entre poesias e filosofias,
entre filosofias e poesias,
sempre com o mesmo objetivo
de cantar e explicar
sua paixão pela vida.
Sabendo que o seu peito é um baú qual você guarda diversos sentimentos que você já vivênciou na sua vida, eu lhe faço uma pergunta:
É mesmo necessário continuar guardando todos esses sentimentos no seu baú?
Pode ser que esse baú esteja nesse momento, carregado com "coisas pesadas" que hoje já não fazem mais sentido, e por conseguinte, está deixando o seu baú pesado, difícil de carregar.
Esvazie o seu baú, jogue fora todo e qualquer sentimento que vem deixando o seu baú, com esse peso todo.
Abra espaço para que bons sentimentos possam se apoderar e preencher o mesmo por completo.
Assim o seu baú vai ficar muito mais leve e prazeroso de ser carregado.
ESTE ANO VOU FAZER PLASTICA NO NARIZ....BOCA ..OLHOS E NO PEITO..
vou fazer nariz para que ele nunca vire para as pessoas, e sempre esteja sempre para baixo .Na boca para que ela só abre para palavras de alegria,e alento que dela venha só boas novas, nos olhos para que tudo o q ver nao querer e nao produzir sentimentos como inveja e ciumes e por fim no peito porque vou aumentar o tamanho para colocar mais pessoas ,amigos inseparáveis familia que irão aumentando com o tempo QUE VENHA 2018
Sabe, decidi com muita raiva. Mas, o que eu queria mesmo era esquecer tudo e deitar em seu peito, enquanto olhamos para qualquer imagem na TV.
Ame o amor.
O faça essência de vida,
De felicidade e paz.
Se bem sentir arder dentro do peito
O privilégio dessa centelha sagrada,
Já és feliz.
Goste do que provoca em ti, o amor.
Alimente a chama que o mantem
Vivo cuidando das emoções
No falar, na maneira de oferecê-lo,
Na lisura em respeitá-lo...
Não o defina... O sinta
Com a alma extasiada no sublime.
*
(Cida Luz)
Sabe já faz tempo que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se a palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração
Sabe já faz tempo que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se a palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração
Tudo posso
QUERO GRITAR
ESVAZIAR O PEITO DE UMA SÓ VEZ
TIRAR TODO O PESO DE MIM
mas nada posso
QUERO CORRER
DEIXAR TUDO PRA TRÁS
FUGIR DESSA ANGÚSTIA
mas nada posso
QUERO BATER EM ALGO
USAR O PUNHO COMO MINHAS PALAVRAS
GOLPEAR ALGO COM FORÇA PARA ESMAGAR A DOR
mas nada posso
Só me resta fechar os olhos
Respirar o mais fundo que o meu peito permite
E enquanto mergulho dentro do meu eu...
Tudo posso
Enquanto escrevo,coração no peito não se aquieta.
É que a saudade outra vez machuca e sem pedir desculpa só me aperta.
Fico a pensar no seu sorriso,e de repente no meu ouvido vem uma canção.
É aquela música que você gostava e que guardei em meu coração.
Ela dizia que sem mim você não existia,e o que você não sabia,é que sem você minha vida é solidão!
Guardado a sete chaves no peito um coração vazio, vazio de sentimentos e o engraçado que ele ainda corre perigo!
O coração pulsava querendo saltar do peito e ligar-se ao seu no mesmo instante da partida. Meus olhos te buscaram e não a encontrei. Seus olhos estavam baixos, sua cabeça reclinada ao peito e suas mãos tremulas procurando o sentimento em meio ao toque daquilo que é concreto. Naquele instante o ar encontrava-se pairando sobre nós. O tempo começou a percorrer em câmera lenta aos passos da batida dos passos presos que se distanciavam-se em meio ao sereno... o amor foi-se embora e a saudade voltou a reinar! Diário de um viajante ...
D.A
Sinto um nó na garganta
Um aperto no peito
Uma vontade incontrolável
De chorar!
Por ver e deixar vc partir
E nada mais poder fazer
A não ser esperar.
Enquanto isso vejo pedaços de mim
Se destruírem por falta de vc.
CANÇÃO DO APOCALIPSE
Arrancaram a medalha presa ao peito do herói,
negaram as verdades do Sagrado
e santificaram as mentiras de suas leis.
Proclamaram os segredos do confessionário,
envenenaram o testemunho da paz
e nos quatro cantos,
pela ganância,
fizeram-se reis.
O mar está em chamas!
Estrelas beijam o chão em última agonia.
O sol sangra.
A infância chora seus inocentes.
O homem come sua própria carne
na súplica de alimentar seu vício;
na esperança de esconder seu litígio.
Trovões cortam a mente humana.
O homem sufoca a própria dor
numa luta desesperada entre luz e trevas.
De onde virá o socorro?...
... onde...?
Treme a Terra.
O céu se abre em canção prodigiosa:
a Fé, arauto do Amor,
rompe o espaço em santa vingança!
Há de surgir uma esperança na última caminhada...
Há de levantar um gesto de amor no derradeiro momento.
Nesse momento... o fim!
O coração do homem está morto.
Mas... o fim é o recomeço!
Uma grande luz de fogo dança no infinito.
Sua essência ressuscita os sonhos da humanidade.
Resplandece a esperança!
A realidade agora é sincera...
A consciência humana desperta seus anseios
para o renascer de uma nova era!
Janaína da Cunha
(Do livro: ENTREGA - A Essência de Uma Mulher / 2011)
No peito um coracao ferido, nos labios um sorriso largo. Para o mundo flores, mesmo quando em silêncio grita de dor!
Algo me destrói por dentro
Um aperto no peito
Vontade de te ver
Vontade de te ouvir
Vontade de sentir teu abraço
A garganta aperta
Quero botar para fora esse choro que me afoga
Carência
Estou morrendo
E eu acho que é de saudades
