Arrancar do meu Peito
Campanha Outubro Rosa,
para tocar no peito.
Não precisa ter vergonha.
E nem ficar sem jeito.
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com um especialista.
Corra!
Ainda dá tempo!
Miligrama de Verso VII
Nada Crawl
Nada Costas
Nada Peito
Nada Borboleta.
E nada de me olhar.
Nada de sorrir pra mim.
E, me amar, então?
Nem pensar...
'Nadinha' de nada
Nada a ver
No nado é o Campeão
E nada de me dar o seu coração.
No meu nada livremente
E com cheiro de eterno.
SAUDADES...
Oh! Saudades do ontem que
Eu tive teus olhos pedintes voltados para os meus
Lábios e seios.
Até pareceu-me ser amada
E sonhei sentindo uma dolorida agudez
De desejos quase realizados.
Não pude alcançá-lo, pois no instante seguinte
Partias. Nunca mais deixaste a poesia
Dos teus olhos derramar esperanças
Pros meus tristonhos.
Sepultei nossos abraços suspensos no
Meu pensamento febril
Beijos lúdicos ficaram espremidos na minha
Boca ressecada de tristezas.
E a saudade se ajeitou no meu peito
E nunca mais quis existir sem mim.
Finjo ser alguém de respeito
Para arrumar uma vaga no seu peito
Sendo apenas um poeta sacana
E querendo te levar pra cama
Carrego letras
escrevo, descrevo...
músicas guardo na alma
lembranças,
do que ficou, do que não sai.
Vive em mim:
tardes manias
de você, de querer.
Tá tatuado, colado
no peito tatuei sonhos
desejos
guardei saudades,
momentos de nós.
Gosto da dor que sinto quando te vejo
do ardor que flama-me até o interior da alma.
Gosto do despeito que faço à amargura
da violência que condiciono à solidão.
Gosto do deslumbramento que exita as minhas retinas sempre que te vejo, sempre que te sinto, sempre que te amo.
Enide Santos 06/04/16
Muitos morrem assim que os corações cessam os batimentos, mas necessariamente não quer dizer que aqueles que o têm palpitando em seu peito estão a viver.
Espero que eu tenha deixado uma marca em teu peito
Marcado assim com esse conceito:
Não de alguém que te amou
Mas, de alguém que em ti acreditou.
És o cheiro bom da campina
O doce gosto do mel
Teus olhos tem cor de primavera
Cheiro de uva passas
Tem goiabada tua pele
Sabores
Vinho que me deixa tonta
Prato que delicio sem pressa
És canto nos verdes
És encanto da madrugada
Flutua no meu peito
Viaja no meu mar.
"O tempo é o grande inimigo de quem ama viver intensamente,
cada segundo parece tomar conta da mente,
o pensar se torna frequente
e não há nada que torne diferente
a vontade que bate no peito da gente!"
Existem pessoas
especiais em nossa vida
que nos deixam marcas,
e mãe é uma delas
por ter vários corações
batendo dentro do peito...
GENTE BOA NÃO PRECISA DE RELIGIÃO, PRECISA APENAS,
DE UM BOM CORAÇÃO BATENDO DENTRO DO PEITO !
(Robson Araújo)
A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas. O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado.
Sou complicada, inconstante, tenho opiniões contraditórias,porém tenho uma certeza.
Quando eu amo, amo com minha alma...
É tanto amor que mal cabe no meu peito.
Amor além da destruição
Amor sublime, amor de almas a se encontrar
Se reconhecem num primeiro olhar e não demoram a se entregar.
Amor festeiro, amor que canta, dança e rodopia
Fogem das amarras e vivem uma utopia.
Amor que acredita, confiam no sentimento
Ultrapassa obstáculos, dribla desafios e enfrenta o vento.
Amor eterno, amor vivo no coração
Segue no peito e no pensamento, muito além da destruição.
Ana Paula Silva
Autora do Livro: Me apaixonei por um poeta
https://www.clubedeautores.com.br/book/187032--Me_apaixonei_por_um_poeta#.VYzDvPlViko
O VELHO DA BANDEIRA
Colori a minha linda bandeira
De papoilas vermelhas no verde campo
Entre o trigo, a cevada e o centeio
Feita da mais pura seda já vista algum dia
Vejo a partir da minha janela um velho
De olhos enrugados com pedaços do céu
Com o coração aberto ao longo inverno
Talvez à espera do quente verão
Tarde em silêncio, misturada de oração
Caminhada alegre, tocando o chão
Oprimido, anda nas tramas do seu corpo
Cronologia alinhada de uma metáfora fragmentada
Dignidade presumida de um vendaval
Terapia de discursos roubados em sonhos de liberdade
Incontrolável sentença, na sua débil resistência.
