Arrancar do meu Peito

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I

Dear Moon Poetry,
inspiração que
nasce no meu peito,
lá no Diamante,
E eu que te quero
o tempo todo aqui.

II

Dear Moon Poetry,
fascínio que nasce
nos meus versos,
no Centro e bem
de frente para
o Pico do Montanhão,
E eu que te darei
todo o meu coração.

III

Dear Moon Poetry,
som da velha
estrada noturna,
o Rio Morto é só
no nome,
O Rio que é
a própria fortuna,
Vamos logo ali
ver juntos a Lua?

Inserida por anna_flavia_schmitt

Com toda a doçura

que há no meu peito

em silêncio te espero,

e sei que me tens

ocultado do Universo.



Com toda a gravitação

que há em ti

sobre mim pairando

por savanas tropicais

e subtropicais:

a certeza sobre nós

construiu um cais.



Com toda a ternura

que há no teu peito

em silêncio te espero,

e sei que já temos

a Lua por testemunha.



Com toda a redenção

que há para nós

da loucura do mundo

e a tranquilidade

que só o amor possui:

a beleza da canção

trouxe ritmo e paixão.



Com toda a expectativa

do que está porvir

o silêncio é preparação,

e sei que já nos temos

sob a Lua e sua proteção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Venho em igual
período orbital
de Vênus em anos
em sigilo de amor
no meu peito,
à espera por
um alguém com
estrelas nos ombros,

Neste momento
que o mundo
anda todo virado
ando pensando
como há de ser
daqui para frente:

Sinto-me assim
te esperando
na próxima alvorada,
pois destino não
concedeu a graça
do amor fazer
no coração morada;

Não tivemos tempo
de nos conhecer,
e isso tem me dado
um receio danado;
os teus olhos feitos
de meteorito raro.

Bem mais brilhosa
depois de ter ido
conhecer de perto
a Lua e com ela
quase nos confundem
porque esta poesia
quando surge
sempre se parece,
seguindo além como
quem ajoelha todas
as noites em prece:

Reverencio todo o dia
o Universo para que
o caminho se abra
sob a luz inefável
da próxima madrugada
de estrela Vésper,
assim tens me inspirado
os teus cálidos(cópios)
e pensamento forte
como o mais ilustre
cidadão do meu éter.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu penso em você
todos os dias
doidamente:
o meu peito
insistemente por ti
não para de bater,
me vejo nesses
lábios desfrutando
saborosamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu peito é castiçal
de um delírio de amor
que não se apaga,
porque o teu charme
me chama.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Passei o dia inteiro
com meus princípios,
dores no meu peito
e em profundo silêncio
chorei e fui dormir;
parece que comigo
você só quis se distrair.

Fui despertar do nada
durante a tempestade
em plena madrugada,
me peguei vidrada
em totalmente em você,
o tempo se encarregará
deste feitiço desfazer.

Como você não pode
me amar como mereço,
tirar a minha foto debaixo
dos teus olhos foi
a melhor opção a fazer,
mas você não precisava
ter mostrado para me ferir.

Contei a minha vida
e você sem perguntar
me arremessou
aos anéis de Saturno,
e nem era noite de luar:
os espinhos do roseiral
estão no corpo sideral.

Amo as rosas a ponto
de ignorar os espinhos,
lambi as minhas feridas,
porque prefiro o meu
coração limpo para
um amor sem jogos
de sedução perversos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Monte Carlo

Meu Espinilho do peito,
Campina do Leite
da minha vida
e Fita Pisani adorada,
foram os teus nomes
até ser eleito Monte Carlo
da minha poesia
em homenagem
a uma corajosa viagem.

Caminho sublime
para os jesuítas,
para os apoiadores
do Monge e base
para a Guerra do Contestado,
Sublime joia do Oeste Catarinense
que tem o meu coração apaixonado.

Meu Butiá da memória
próxima a Taquaruçu da trajetória,
e dotada de muita História
para contar coberta araucárias
do nosso destino
e imbuias ancestrais.

A tua gente Kaigang e Xokleng
desta memória gentil
que lembra destes e de outros
povos originários do nosso Brasil,
honrando todos eles nos poemas.

Por tudo o quê fostes,
és e para sempre na vida será,
Monte Carlo amada,
a tua glória desbravadora
e a tua existência poema,
para sempre a tua gente toda
amável e batalhadora
para sempre se orgulhará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Embalo as auroras
do amor no peito,
soberana do meu
próprio silêncio.

Enheduanna está
em mim mais
viva do que nunca
sob a divina Lua.

Vestida de poesia,
por ela sou regida,
pela Via Láctea
e seus sons de lira.

O Sol que rege
o seu destino
na minha direção
de mim se aproxima.

As caravanas passam,
as horas seguem,
os rebanhos rumam
e o amor se ergue.

O Universo traça
o trajeto no oculto,
não há nada mais
que adie o quê é absoluto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Morando aqui em Rodeio

Poetisa do Vale Europeu,
trocando o meu peito
amorosamente pelo seu.

Vou capturando nas flores
inspiradoras do tempo
a profética e a poética.

Morando aqui em Rodeio
neste verdejante Vale
com gratificante liberdade.

Em plena segunda-feira
que me leva para tomar
café e me ergue com toda
e gentil necessária coragem.

Daqui do Vale Europeu
a poetisa de sempre sou eu,
O meu amor é só seu,
e o seu coração é todo meu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando te vejo o meu
peito amoroso parece
até com o levado
Tico-tico-do-banhado
fazendo festa no rio:
Você é a poesia do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sanhaçus-cinzentos fazem
acrobacias levando do meu peito
os lamentos e inspirando poesia,
E assim prossigo refeita
dando graças a dádiva da vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tenho em ti todos
os meus sentidos,
Do meu peito tu tens
feito uma orquestra,
Meu milagre perene
de amor infinito,
De ti sou tua obediente
presa e destino,
Meu altivo Apacanim
místico de austral signo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Queria eu ser uma
Coruja-Orelhuda
para ter o poder
de escutar se o seu
peito está pelo meu
poeticamente a palpitar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Araponga canta alto
que até parece o meu
peito quando te vê,
O tempo passa e acho
que poucos sabem
que ela é a ave símbolo
de Santa Catarina;
Daqui a pouco dizem
que até Araponga
a gente não irá mais
ter nem ao menos conta,
A única coisa que posso
fazer já está escrita,
Sim, é este simples poema
para ninguém esquecer
porque sei que tem
gente com o poder de fazer
para a Araponga a gente não perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O teu desejo por
muito tempo
não vai resistir,
Teu peito intenso
está a queimar,
O meu veneno
é alucinante,
Sou coral-de-fogo
a te capturar,
As tuas defesas
vou incendiar,
No meu recife
você vai habitar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No Coral de mesa
fiz o meu altar,
Declamei o poema
que fala do teu peito
como o meu lar,
Sem nenhum exagero
somos todos oceanos
encontrados de uma
só vez no mesmo lugar:
Não há mais como negar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pantanal 2023

O meu Pantanal arde,
a culpa é da mão humana,
O meu peito queima junto,
a culpa é da indiferença humana,
O muito tarde não é nenhuma novidade e a culpa
é da procrastinação humana,
O Sol não é culpado,
a culpa é da omissão humana,
O meu Pantanal há muito tempo
vem sendo vilipendiado,
Não ficar calado e não ficar
indignado é ajudar a espalhar
fogo e cinzas para todos os lados,
Não consigo disfarçar que não
vejo que as cinzas continuam
continuam em muitas mãos,
Sinto o ar de um futuro pesado
com todas as marcas da destruição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Trovadorismo Íntimo

⁠O meu peito é viola
que só o teu nome
inspira e acorda,
Trovadorismo íntimo
é a minha cantiga
que bendizer porque
há de chegar o dia
de você nesta vida me querer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Trovadorismo para Rodeio

Quem dera eu transformar
o meu peito numa viola
para cantar o Trovadorismo
para a cidade de Rodeio
que capturou com beleza
o meu coração em cheio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Malambo



Ainda não percebeste
que o meu charme
te coloca em chamas,
O seu peito bailando
Malambo pelo meu
é a bonita tradição
entre fronteiras se
cumprindo para dizer
que sou eu o amor
que Deus te prometeu.

Inserida por anna_flavia_schmitt