Arrancar do meu Peito
Qual de nós,
Na vida não sofreu com uma relação..?
Nostalgia em meu peito embarga minha voz,
Que a mesa de bar e minha solução.
Conto as horas pra te encontrar, no meu peito a taquicardia manifesta os minutos.. torcendo pra que eles corram até estar com vc e sonhando ele parar quando contigo estiver..
Quem me conhece tão bem quanto você?
Sabe meus sonhos, planos, frustrações, tristezas, felicidades e as mais insanas loucuras.. sempre inspirando em mim o meu melhor.. o melhor pensamento, sentimento me mostrando além do que posso ver, ir ou estar...
Estou sentindo algo que
considero impossível descrever,
meu peito apertado e atribulado,
minha mente corre sobre o vocabulário
tentando decifrar com linguagem
o que seria este sentimento, sensação,
sem encontrar uma resposta adaptada
transmito através das emoções,
farei com que me faça entender,
apenas deixarei fluir meu entusiasmo.
"Havia tinta, sim. Tinta cor de carmim,e do meu peito eu tinjo as folhas brancas de papel ainda amassadas. Junto à lareira, tento aquecer-me do frio, do gélido sentimento da ausência . Ainda sobre a mesa, a conclusão, de uma enquete de um simples pasquim,em tinta azul: "Não há culpados, sim, a injustiça mórbida da maldade alheia,impetrada contra um amor que não vigiou a si mesmo e deixou-se denegrir pelo tórrido egoísmo de ambos" . Enquanto leio,uso o vermelho para escrever- lhe com a inspiração de um coração que sangra em face da luz,aquela em cujo reflexo, permeia a lenha que queima ardentemente e lança faíscas sobre a minha pele,causando fissuras, capazes de tirar da noite o sono e fazer dormir o dia. O silêncio do lado de fora, da azo aos pensamentos de outrora, enquanto tento mudar o tom da cor das palavras que te escrevo..
Ela foi, mas esqueceu de levar o amor que mora dentro do meu peito e se ainda tem amor a saudade vem, mas ela vem e pede pela volta, não dá pra viver desse jeito.
J. Moraes
AUSENCIA...
Saudade,
Como folhas verdes
Ao vento,
Balança a estrutura
Do meu peito,
Grito,
Repito,
Com o suor cobrindo
O meu rosto,
33º à sombra,
Que amo com todo o amor,
Mesmo na saudade,
Você,
Meu amor!
Tolo ou apaixonado?
Sozinho, eu acordo em lágrimas
Converso então com meu peito e com minha alma magoada
Feridos eles dizem estar bem, pois eles não machucaram ninguém
Mas ainda sim, meu peito se armou...
Pedimos para ele esperar
"Deixe ela acordar"
Mas em anos ela não acordou
E eu, em prantos, fico só esperando o seu retorno...
Sou apenas um tolo ou um apaixonado?
Bom... tanto faz, os dois são moedas do mesmo lado.
Afinal, tolo e apaixonado já não tem o mesmo significado?
Slá, só mais um café.
Era impossível disfarçar.
dentro do peito, meu coração saltitava de felicidade,
já pertencia a ti todo meu amor.
Ele era a faca mais afiada que eu ja conheci
E decidi enfia-la no meu peito
Porque ingenuamente achei que não iria doer
Senti a pontada por todo o meu corpo
Mas eu não queria acreditar que doía
Por mais que o sangue já me encharcasse inteiro
E quando você estava quase me transpassando
Eu tirei você de mim
E doeu ainda mais
Mas pelo menos agora eu sei
Que por mais que a dor seja horrivel
A ferida pode finalmente cicatrizar
Há se você pudesse passar aqui dentro no lado esquerdo do meu peito, encontraria tantas sensações, tantos sentimentos, tantas respostas pros seus questionamentos, encontraria tantos motivos pra nunca mais sair daqui.
Sempre que eu bato no peito
e afirmo que, em alguma coisa,
sou melhor que meu semelhante,
estou apenas provando minha total incapacidade
de admitir que os outros poderão realizar coisas
tão ou mais belas do que eu.
CikaParolin
Meu peito jamais será uma prisão para a mulher amada! Digamos que ele é uma clausura, onde ela voluntariamente se enclausurou e fez seus votos de fé ao amor que nele a esperava!
odair flores
...por força da atração que o torna impotente, meu peito perde o voo e pousa no chão de uma outonal saudade, coberto pelas folhas das lembranças..
odair flores
Cantam tantas cantigas aqui no meu peito, cantiga de cunho triste, daquelas de desilusão que toda moça do sertão já viveu ou viverá.
Acenderei mil velas e farei penitências
Queimarei meus lábios com vinagre e abrirei meu peito
com mil navalhas.
Meus olhos arrancarei e atirarei aos corvos.
Eloi! Eloi! Derramei uma lágrima de meu sangue impuro sobre o pó da estrada.
Eloi! Não vejo tua face.
Cuspirei no chão, farei lodo e cobrirei minhas chagas.
Eloi! Meu peito inflama e minha alma abrasa.
Eloí, Eloí, lemá sabaktani?
Reflita aqui no meu peito. Pense que o mundo tem esse tamanho. Vamos falar das estrelas mesmo com os pés no chão.
Meu peito queima, mas você apaga
E quando apaga, parte sem avisar
E me deixa com as cinzas de algo
Que já tentou te amar
