Aprendi que não Adianta
Aprendi a importância de ser honesto comigo mesmo, por mais difícil que isso possa ser. Essa honestidade trouxe a clareza que precisava para enxergar o que realmente importava.
Aprendi a ver o caminhar da vida, a aceitar as cores que ela traz.
Eu sou higiênico. Aprendi a gostar de
bons filmes, livros e cozinhar a minha própria comida. Na pandemia gostei disso além de mim mesmo e da minha própria companhia. Foi onde entendi o que é SOLITUDE.
Foda-se o mundo que não me chamo Raimundo.
Namore-se consigo mesmo!
Estou sem companhia há quase dois anos e, com isso, aprendi a me convidar a ir ao Espetto no ParkShopping... ah, lá tem música ao vivo, um bom vinho... canto, bebo, divirto-me num grau inimaginável;
pago minhas contas e saio de lá simplesmente de bem comigo
mesmo, amo. Amo esses momentos em que estou comigo, onde minha autoestima e meu auto-respeito levam-me a cuidar do meu corpo, meu cabelo, minhas unhas... e que minha paz está em alta. Nada melhor que estar em paz consigo e com tudo aquilo que fazemos e fizemos com nosso próximo; não engano, não omito e não minto.
Sou tão de bem comigo que não tenho a necessidade de um outro ser para me acompanhar a qualquer lugar que seja, a não ser que esse alguém esteja disposto a me dar as mãos, andar comigo pela rua livremente, abraçar-me quando der vontade, sem a necessidade de se esconder até dele mesmo porque deve respeito a outrem. Alguém
que saiba que a verdade e o respeito deve prevalecer em quaisquer circunstâncias.
Neste semestre voltarei a fazer minha pós, minha mente terá barulhos
de estudos, quer coisa mais gostosa que estar aprendendo? Amo ler
e viajar no tempo, no espaço... envolvo-me nas histórias de tal forma que precisei parar de ler um livro porque esse estava fazendo-me mal com tantas repugnâncias que li.
Então, voltei a amar-me mais, respeitar a necessidade que possuo
de estar em paz. Falando sobre a paz, recordei-me do desejo
que tinha quando criança. E aí você pergunta-me: _Valéria, qual era o seu desejo de infância? Respondo-lhe: _Durante toda minha infância vi meu pai discutindo com minha mãe por ciúmes ou qualquer outro motivo que ele achasse relevante, se não houvesse motivos, ele os criava. Eram discussões homéricas, quando não se voltava para nós, os filhos. Nesses momentos era que eu me recolhia à laje de casa, deitava-me sobre a laje e ficava a admirar o céu onde as nuvens levavam-me a imaginar criaturas e a criar histórias onde a paz reinava. Foi por isso que meu desejo de morar só foi instaurado no meu cerne, porque a paz é paz; é não ter que se deparar com situações que te limitam, te priva de ser quem você é, é poder reconciliar-se ao sono com a cabeça leve, sem receios de que o pesadelo possa vir a te assombrar. Respeito-me a ponto de dizer não a um novo amor caso ele seja comprometido e não vá de encontro com aquilo que acredito.
Continuo amando-me e permitindo-me estar aberta para o novo.
É assim que namoro comigo, de bem com a vida, sem o peso da consciência e livre para o novo despertar.
" Aprendi a enganar, com quem tanto me iludiu, e o melhor de tudo é que ela nem imagina o que é verdade ou mentira, e
quando descobrir será tarde demais..."
Mesmo não sendo indígena, aprendi que posso — e devo — usar minha voz e minha escrita para partilhar tanto a beleza quanto as lutas enfrentadas pelos povos indígenas. Eles têm uma voz potente, uma voz ancestral que resiste e pulsa há séculos, ainda que tenha sido silenciada e invisibilizada por tanto tempo.
Essa voz brota de suas culturas, línguas, ritos, danças, cerâmicas, culinárias e memórias vivas. Ela ecoa nas resistências cotidianas contra o preconceito, a injustiça e o apagamento histórico.
Meu papel é escutar atentamente, criar espaços para que essas vozes sejam ouvidas e amplificadas, e contribuir para que o mundo reconheça e valorize essa riqueza cultural e histórica que permanece viva e atuante.
Dia 65,
Despertei,
Sim, agora sou melhor pessoa pra você,
Porque aprendi a ser melhor pessoa pra mim,
Te quero porque te amo,
Não porquê nôs precisamos,
O amor é a arte da escolha de ser e fazer feliz todos os dias, Ainda que de longe, nosso caso;
Cuidar de si é cuidar de quem se ama,
Estou orgulhosa de ti,
De mim,
Da nossa caminhada de auto-conhecimento ,
Amar não está vinculado à posse,
E sim deixar o espaço,
A velha história do passarinho,
Tão lindo,
Pra que botá-lo numa gaiola,
Então, voa passarinho,
Sou ninho e não gaiola,
Me libertei das barras soldadas que me prendiam,
Estou pronta para amar,
Troquei,
O álcool por água de bolinha,
A ansiedade por atividade física,
As saídas noturnas por pedaladas diurnas,
Treino,
Bom alimento,
De corpo,
Alma e Espírito,
Sabendo que sempre serei neurodivergente,
Os remédios de cada dia nos daí hoje,
Mas, o equilíbrio persevera,
A Terapia coopera,
E meu amor por ti persevera.
"A magia de aprender a pedalar está em confiar em quem te equilibra — mas o verdadeiro aprendizado começa quando elas te libertam."
"Amor, com você aprendi que a felicidade mora nas coisas simples: no som da sua risada, no calor do seu abraço, e na certeza de que tenho você ao meu lado. Você é meu mundo, meu tudo." ❤️
⭐ Eu aprendi que a coragem, amizade e amor em suas diversas formas nos ensinam a crescer, aceitar mudanças e seguir em frente. 🩷
Último Poema
Este é meu último poema pra você,
não porque deixei de sentir,
mas porque aprendi a me escolher
e seguir meu próprio caminho.
foi você quem quis voltar,
mas eu já não quis mais ficar.
não fui eu quem mandou mensagem,
foi você que quis recomeçar…
mas eu já tinha me encontrado em outro lugar.
meu primeiro amor foi papel e tinta,
foi Clarice falando o que sinto,
Bethânia cantando o que minha alma transmite,
Rita Lee me ensinando a ser livre,
Caetano me dizendo que tudo é divino,
e que até o fim há um destino.
me apaixonei pela arte,
pela vida que pulsa lá fora,
pelas luzes das ruas,
pelas vozes nas janelas,
pelas tardes sem pressa,
pelas promessas que hoje faço pra mim mesma.
hoje sou casa que não implora visita,
sou rio que corre mesmo sem ponte bonita.
agora eu sei:
amor bonito não prende,
ele ensina a respirar,
amar, às vezes, é partir —
é ter coragem de não mais insistir.
Aprendi que não posso cobrar o amor de ninguém...
Mas posso ser paciente, oferecer bons motivos para que gostem de mim...
E, acima de tudo, entregar e confiar tudo nas mãos de Deus.
Eu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando.
Nota: Trecho da crônica Você sabe aconselhar?
...MaisEu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando. E valorizo sobretudo o que aprendi à minha própria custa. Não é por vaidade, acho que é porque doeu mais aprender desse modo, custou mais caro, e a gente esquece menos.
Nota: Trecho da crônica Você sabe aconselhar?
...MaisAprendi que ouvir quem tem um problema é quase mais importante que aconselhar.
Nota: Trecho da crônica Você sabe aconselhar?
...MaisCom o tempo...
Com o tempo aprendi que nada é eterno. Que amigos vêm e vão, mas que os verdadeiros ficam na lembrança eternamente! Aprendi que posso amar muitas pessoas, mas tenho que amar principalmente quem sou.
Com o tempo aprendi a não mais dar ouvidos para o que as pessoas pensam ou falam. Passou a ser indiferente! Afinal, por mais que convivamos com outras pessoas, jamais saberemos ou as conheceremos a fundo!
Com o tempo, aprendi a perguntar menos, a ouvir mais e não tirar conclusão alguma! Viver não é uma conta exata! E perder tempo tentando entender o que não tem entendimento é bobagem!
Com o tempo, aprendi que ter uma companhia para sorrir é raro! E dura pouco! Que o melhor relacionamento a dois é aquele em que a amizade prevalece! Pois os melhores amantes são sempre os melhores amigos!
Com o tempo aprendi a não mais perder tempo com o que me faz triste, me faz sentar, chorar e faz com que me deixe de lado! Aprendi a não mais perder tempo com os problemas dos outros! Não é falta de compaixão, apenas que o tempo vai se encarregar de resolver e ajuda deve ser dada a quem pede! É necessário deixar as pessoas trilharem seus caminhos sem a nossa interferência. Não somos a verdade em nada! Somos reflexos de vivência! Tudo o que passamos na vida vem com propósitos que não são nada explícitos e nos deixam confusos! E somente o tempo para nos mostrar o motivo de tudo!
Com o tempo, aprendi que paciência é um treino diário, mas que procrastinar não é a saída!
Hoje o dia está acontecendo e cabe somente a mim decidir o que será dele! Cabe a mim decidir quem fará parte dele!
Com o tempo parei de mentir pra mim e tentar me enganar, pois a única pessoa que precisa 100% da minha atenção sou eu mesma! As demais são coadjuvantes da minha história e, para que o enredo seja bom, é necessário observar, filtrar e dar a relevância que cabe a cada um!
Com o tempo aprendi que amor próprio não é ser egoísta. É viver de acordo com o que me faz bem! Então, vamos escrever nosso roteiro de forma a nos fazer feliz! Eu... escrevo minha história, afinal, o CARA lá de cima me deu o livre arbítrio!
