Aprendi muito com Vcs
É muito gratificante quando um amigo fala de nós, digo amigo e não fofoqueiro, porque o amigo me conhece e fala de meus pontos positivos e revela meu lado negativo. Se nós desempenharmos essa função, de falarmos de nós mesmos, estaremos transmitindo um conceito errôneo, porque no fundo sempre somos foda.
Meus pensamentos não são para agradar ninguém e muito menos elevar alguma instituição.
Quando notarem que o sentido é mais amplo, talvez tenha atingido primeiro do que eu o real objetivo desta existência.
Porque passar a vida achando coisas, ao invés de encará-la como ela realmente é? Quem procura muito acaba se perdendo, quem se julga bom demais acaba sem admiradores, quem contraria muito não sabe cooperar, não serve para somar e acaba não acrescentando nada de interessante nem mesmo na própria vida (Nelson Locatelli, pensador)
Sem você na minha vida tudo que sobra muito, é tudo que muito não quero ter; Muita saudade, muita dor, muita tristeza, muito desanimo, muito desespero, muito medo... E com você tudo que muito quero, é tudo do que eu mais preciso ter; Tua companhia, teu sorriso, tua fé, tua esperança, tua garra, teu discernimento, teu amor, tua coragem, teus pseudo erros e entre tantas outras coisas tuas, todo o teu tempo, só que muito mais lentamente, aponto de nossos relógios parecerem estar quebrados.
VIDE BULA
A vida é isto ou aquilo
Arrisque-se muito mais
Na vida não há meio termo
MAS A FORÇA DA Fé...
Somos nós que fazemos a vida
Como der...
Como puder...
Como quiser...
Inferno é sofrer...
A vida não é bula de remédio
Onde se consulta a solução, a dose,
a medida, comprimido da salvação
Não é tábua de salvação...
É raso ou abismo
É atraso ou urgência
É tumulto ou silêncio
É doença ou cura...
Acho que não erro em te querer tanto, no amor, num sonho, muito vale uma compania, uma que possa ouvir tuas magoas, que possa estancar teu choro, que possa te calar com beijo, eu rio, sempre, as vezes é sem querer outras é por lembrar, não ando sozinho, nem penso, meu sorriso tem nome, meus poemas descrevem alguém, ta em mim, esse é meu momento, aquela é quem tras meu sorriso, quem me faz escrever, não sou assim por que quis ser, apenas me deixei amar, se o que faço é bom, então meu amor é otimo, eu me deixo levar, devagar e imprevisivel, que mal tem meus erros.. se os entendo, e tenho alguém que faz o mesmo.. pra amar não tem receita, não tem aula.. ja esta no titulo, ou esta naquele arrepio que te consome ao ver alguém, ta naquele sorriso bobo ou no nervosismo que te faz congelar, não tem prazo de validade, você define.. se ta bom, entao continua, eu to amando, to me deixando viver, vevi comigo, faça-se e a mim também feliz, acho que não erro em te querer tanto.
Ser humano falar de ética é o mesmo que o capeta falar de amor. É preciso muito amor para não ser somente um humano...
O Tempo que você perde em uma discussão improdutiva,
é muito mais, que o tempo que precisa para encontrar sua felicidade.
O tempo passa as coisas mudam, mas ainda temos muito a viver, pois do passado o que nos resta são apenas boas lembranças, e futuro será o que semeados agora, pois só depende de nós, por isso tenha fé, faça o bem, e acredite no amor.
Por muito tempo andei fingindo que não tinha mais um coração, já nem me lembrava direito como era sentir ele disparar por alguém, me afastava de qualquer tipo de relação ou sentimento. Mas agora me lembro o porque de tanta proteção, ter um coração dói. Ter alguém com quem se importar além de si mesmo machuca. Faz perder noites de sono, borra a maquiagem.
Tem muito mais graça a vida
quando a gente tem que com quem
repartir bem repartida
a graça que a vida tem!
As vezes a vida é feita a margem do erro, da imperfeiçao, feita pra quem muito pensa, pra quem pouco pensa, constituida por engano, se enganando na ilusao pensando que é amor, e acreditando no amanhã pensando ser tão bom quanto o hoje, errando pra ser normal, a vida é o engano mais perfeito que existe, existe sem validade definida, sem data ou hora marcada, existe pra quem sabe viver, pra quem não quer morrer, errar é humano, ninguém hoje é desumano suficiente pra esta sempre certo, erro as vezes por querer, por outrora errar da mesma forma, erro amando, como erro sorrindo, vivo errando e mesmo assim vivo sorrindo.
A coragem tem um valor muito alto, mas não agir a favor disso, é atrasar a própria evolução, não pagar por ela é acumular dívidas consigo mesmo. Vejo muitos individados por aí nas ruas, e eu estou quitando as minhas dívidas
Desde sempre fui muito atrapalhada. Sabe, era uma criança que toda hora caia no chão, raspava o joelho na parede áspera, batia a testa na porta, cortava a perna na quina da escada, enfim, vivia sempre machucada.
Tudo bem, criança é assim mesmo, precisa de toda essa adrenalina pra crescer. Só que além de ser travessa, eu era (ainda sou) teimosa. Ah, quantas vezes minha mãe falou: “menina não cutuca essa ferida, vai ficar marcado”, “para de arrancar as casquinhas”.
O problema era que eu não escutava a minha mãe e, confesso, adorava puxar a proteção que o meu organismo produzia para tapar a ferida. Eu ficava admirada e vivia me perguntando, como aquilo era possível.
O tempo foi passando (eu ainda continuei caindo), só que eu já não cutucava mais as casquinhas. Aquilo que a minha mãe dizia começou a fazer sentindo. Passei a ter vergonha das minhas pernas, pois estavam todas manchadas.
Uma vez fui para a escola de bermuda. As outras crianças começaram a zombar de mim. Lembro-me de escutar “Ah que pernas finas e perebentas”. Depois disso não usei mais vestidos, bermudas e condenei as saias. Só deixava as pernas respirarem dentro de casa.
Por conta deste aprisionamento poupei meus cambitos das tardes de sol. O resultado são duas pernas brancas.
Comecei a perceber que com o tempo, as cicatrizes que eu carregava nos braços foram desaparecendo por conta do sol, mesmo assim, não libertei os membros inferiores do corpo humano. Eu ainda tinha vergonha e continuava a preferir as calças.
Dias atrás eu refleti. Essas marcas são lembranças do que eu vivi, não são motivos para eu me envergonhar. Muitas delas vieram a partir das buscas de aventuras no quintal, outras foram produtos de coisas ruins, mas que eu superei e cicatrizaram. Enquanto eu não deixá-las “livres”, elas continuarão ali. Não que eu queira esquecer, mas tenho que começar a me alforriar deste trauma.
Sábado passado usei uma bermuda pela “primeira vez” depois de muito tempo, na frente de pessoas que não eram meus familiares. E sabe qual foi à sensação? De ter saído de uma masmorra, onde eu mesma me acorrentava.
