Aprendi com Relacionamento
Não é que eu não sinta sua falta, mas aprendi a viver sem você. Aprendi que nem tudo que queremos é o que nos faz bem.
Aprendi que me expressar não é impor ideias, mas abrir espaço para que elas respirem.
— Emanuel Bernardo
MINISTÉRIO PASTORAL
Aprendi com a vida que todo o pastor deveria fazer um curso de psicologia infantil, para aprender a lidar com alguns adultos
O tempo passou, e muita coisa mudou, e eu tive que desaprender muitas coisas que aprendi nesta vida até hoje. Sobretudo, aprendi a arte dificílima de desaprender e reaprender.
Eu ainda sigo aprendendo, desaprendendo e reaprendendo, porque a vida sempre nos surpreende com alguma coisa.
"Depois de muito relutar, aprendi que devo aceitar as pessoas como são, porém eu decido, o lugar que elas devem estar na minha vida."
"Aprendendo em Silêncio"
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e tenham paciência, para que a vida e o tempo se encarreguem de fazer o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, existe pessoas que não darão a mínima e jamais conseguirei convence-las.
Aprendi que preciso escolher entre, controlar meus pensamentos, ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas comuns que fazem o que acham certo naquele momento, independente do medo que sentem.
Aprendi que não importa o quão meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por isso.
Aprendi que certas pessoas vão embora de nossas vidas de qualquer maneira, mesmo que queiramos rete-las conosco para todo o sempre.
Aprendi, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil e não ferir ou magoar as pessoas.
Por fim, aprendi que será difícil dizer EU TE AMO quando já foi dito uma vez, a alguém ao qual desprezou esse amor
A Arte de Conter Águas
Na superfície, aprendi a ser leve,
balanço embarcações, embalo olhares,
finjo calmaria para quem passa.
Mas abaixo do azul profundo
há movimentos que não se explicam;
correntes internas, em descompasso, se cruzam,
procurando um ritmo que nunca chega.
Lanço âncoras e as sustento por anos,
algumas firmam,
outras pesam.
Nem sempre sei se me mantêm inteiro
ou se me pedem silêncio demais.
Para conter a superfície em equilíbrio,
sustento ondas,
absorvo impactos
e recolho o que quebra.
Há fúria no fundo,
não em tempestades visíveis,
mas em giros contínuos,
em força que aprende a não transbordar.
Ainda assim, sigo vasto,
ensino caminhos,
devolvo ecos
e carrego vidas sobre mim.
E às vezes, diante do horizonte,
nem avanço, nem retorno,
apenas existo,
sentindo tudo o que me atravessa.
Talvez seja isso ser oceano:
sustentar o mundo
enquanto aprende, sozinho,
a não se desfazer em sal.
E se for assim,
quantos de nós
aprendem a respirar
em águas profundas?
Uma coisa que aprendi foi: perfeição é enganação. É tudo ilusão, uma narrativa cuidadosamente preparada, mas falsa.
Antes eu brigava por política e futebol. Hoje, aprendi a brigar pelo que realmente importa: eu mesmo.
Aprendi que amizade e cobrança não combinam. Fechei o fiado para abrir espaço para relações mais leves e sinceras.
