Aprendi aos 40 anos
aprendi que na vida
se não for de um jeito
com certeza será de outro
se não for brigadeiro é poesia
se não for tristeza é alegria
se não for com coragem
vou com um baita medo
se não for chá, é café
se faltar razão, vou com emoção
se for com desejo, eu boto fé
se não for do meu jeito
será do jeito que Deus quiser
e ainda sim vou de qualquer jeito
com ou sem defeito
bem ou mal feito
desde que tudo seja feito
com muito amor no coracao!!!
Muito do que aprendi está escrito aqui, no livro da minha vida.
Aprendi com minha mãe que não sou todo mundo e a ficar em silêncio quando necessário. Aprendi a ser mãe como ela, a ter educação e a agradecer por isso.
Aprendi com a Cora Coralina a fazer doces (como brigadeiro) e a escrever poemas.
Aprendi com a Clarice Lispector que sou companhia, mas também posso ser solidão. Que sou tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. E também a guardar minha dor no bolso e a cuidar das amizades, dos familiares e dos parentes quando for necessário.
Aprendi com a Frida Kahlo a cerrar as sobrancelhas quando algo não me agrada ou quando me sinto mais feliz do que imaginava.
Aprendi com a Cecília Meireles a escrever sobre a lua e suas fases, assim como sobre as minhas fases, boas e ruins.
Aprendi com a Rachel de Queiroz a gostar de cada detalhe de mim, sem me preocupar para que os outros gostem.
Aprendi com a Lígia Fagundes Teles a ficar sozinha, pois tenho a necessidade de me libertar de tudo e todos.
Aprendi com a Adélia Prado que não tenho tempo a perder, pois ser feliz me consome. Caso contrário, ou eu “viro doida, ou santa”.
Aprendi com a Hilda Hilst a escrever, a falar, a sentir e a recitar o amor.
Aprendi com a Carolina Maria de Jesus que temos um quarto de despejo dentro de nós, onde jogamos tudo, inclusive o amor que nos falta.
Aprendi com a Ana Maria Machado que devemos escrever, aprender a falar e lidar com a criança interior, principalmente com aquelas pessoas que esquecem de crescer e amadurecer.
Aprendi com a Lya Luft que podemos ser mais irmão, mais amigo, mais filho, mais pai ou mãe, mais humano, mais simples e mais desejoso de fazer os outros felizes.
Aprendi com a Martha Medeiros a brincar seriamente de “faz de conta”.
Aprendi com o Fernando Pessoa, meu xará, que “o que chega, chega sempre por alguma razão”. Tenho certeza de que todos que chegaram até mim foram por causa da minha própria maravilhosidade e da minha linda pessoa. Agradeço por fazerem parte da minha vida, e se alguém partiu, foi porque “tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível”.
Também aprendi muito com Machado de Assis, Carlos Drummond, Mário e Oswald de Andrade, José de Alencar, Castro Alves e outros escritores que li na infância e adolescência. Eles ajudaram na construção do meu saber e do meu ser, tornando-me mais humana e menos ignorante.
Aprendo até hoje com meus pais, irmãos, filhos, parentes, amigos e até inimigos o ato de pedir perdão, me retratar, me desculpar e amar incondicionalmente, independentemente dos defeitos e erros.
E aprendo demais com Chico Xavier, Allan Kardec, Paulo de Tarso, Lucas e toda a Espiritualidade Amiga que se faz presente em minha vida. Principalmente com Jesus, o nosso Mestre, que me ensina a ser eu mesma, a aceitar minha condição de espírito inacabado e imperfeito, mas que posso e devo ser melhor a cada dia da minha existência, ora humana, ora espiritual.
Gratidão!
Aprendi que:
Deus não nos orienta para seguirmos a viajem em atalhos, porque Ele sabe que indo por este caminho, acabarás por não aproveitar a viajem como deve ser.
Linda Flor
Da rosa nasci
Com espinhos cresci
Machucar aprendi
Sonhar desisti
Para o mundo sorri
Aproximar-me aprendi
Os espinhos tirei, quando uma linda flor me tornei.
Não ter concluído o ensino médio para mim foi como ter que aprender a nadar, fora d'água; eu aprendi, o jeito foi ser autodidata!
O que aprendi, acima de tudo, foi a continuar caminhando porque a boa notícia é que, como o acaso desempenha um papel, um fator importante para o sucesso está sob nosso controle: o número de chances obtidas, o número oportunidades aproveitadas.
A leitura me faz sentir que realizei alguma coisa, aprendi alguma coisa, me tornei uma pessoa melhor. A leitura é uma felicidade.
"O que sinto é parte de mim, eu não esqueço e continuo desejando... Aprendi a não colocar intenções nas minhas ações e não quero criar retorno em recompensas... Eu me sinto feliz com a sua presença e até mesmo em pensar em ti; Fazer parte do seu coração é uma conquista valiosa, quando do meu, eu te chamo de dona."
Aprendi a duras penas que ninguém nos pertence. Ou as pessoas morrem, ou nos deixam (o que também é um tipo de morte). E não há nada que possamos fazer quando isso acontece, senão sobreviver ao luto.
Em ambas as situações também morremos. E a nós nos parece que um tipo pior de morte - ainda que saibamos que haverá vida um dia.
E quando mortos estamos, a verdade é que os outros não se importam. No máximo um lamento, uma lembrança, uma postagem no insta, um torrão de barro sobre o caixão.
Saber que a vida, ou a morte, da outra pessoa persiste sem nosso consentimento não é motivo de angústia - mas de conforto. De igual maneira, nosso tormento não cativa aos demais nem dói além de nós mesmos...
Porque a vida segue; e a morte, também.
Aprendi a ser muito boa nisso – dizer uma coisa quando estou pensando em outra, agir como se estivesse ouvindo quando não estou, fingir estar calma e feliz enquanto, na verdade, estou completamente descontrolada. É uma das habilidades que aperfeiçoamos quando crescemos.
Hoje descobri que não é tão difícil me fazer feliz, e sim, é algo que aprendi a fazer por mim mesmo. Não que alguém o faça, ou possa fazer por ti.
Aprendi que amizade é troca
de carinho ,atenção,conselhos
e por que não ,de uns bons sacolejo
se preciso for !
quem tem amigo de verdade sabe que mesmo passando dias sem se falar
o outro esta ali para o que der e vier
amigo de verdade raridade da vida é para sempre
nunca brigue ou despreze uma amizade por uma paixão
paixão acaba
namoro acaba
casamento acaba
amizade é pra sempre
claro se for amizade de verdade
daquela que um ri do outro e fica tudo bem
briga e faz as pazes e parece que nunca aconteceu a briga
amizade assim faz uma falta danada
ainda bem que existe as redes sociais
assim se o amigo ta na china vocês brigam e fazem as pazes pela internet
“Aprendi da forma mais dolorosa possível que os direitos de um réu são o lema da humanidade:
“-... o que você disser poderá ser usado contra você no tribunal”
Ha sentimentos que me fazem enxergar o perdido, há ocupações que aprendi a relevar com o tempo pois preciso de mais tempo. Há desculpas que gostaria de dar como os demais fazem, só que em meio a complicação do dia a dia,de tantos "há ", por que o sentido do vazio nisso ainda me perturba, por que me pergunto, esse "há " existe se n é real...
Uma coisa rápida e pouco considerada é o desamor
Reconheci meu problema de raiva e aprendi a dominá-la, sim, não dava para viver o resto da vida com sentimentos negativos dentro de mim, ódio, raiva e rancor não eram sentimentos que eu queria ter na bagagem.
Vocês dois nunca deveriam ter se casado era a frase que eu mais escutava, talvez essa afirmação seja verdadeira, talvez não, apesar dos percalços eu aprendi bastante com essa experiência.
Parei de ser educadas quando estava acompanhada, a energia não era boa, eu não me sentia feliz e era um saco tentar entender aqueles turbilhões de sentimentos confusos que nada tinha a ver com os meus propósitos iniciais.
Gerações e gerações de gente que não trabalha era uma realidade tão diferente, gente que se acomodou e deixou de buscar emprego, gente que se escora em outra pessoa para ter vida boa, gente que acha que o universo gira em torno do umbigo.
Ótimos retoques foram se moldando nos meus pensamentos, eu pensava em tudo ao mesmo tempo e sentia tudo com muito mais intensidade, eu agia com naturalidade, mas ao mesmo tempo ficava chocada em perceber algumas coisas. Parecia julgamento.
As roupas de gorda já estavam apertadas, fiquei no meu maior peso, descobri nessa fase que gosto de elogios, me definir como pessoa significava simplesmente tomar o controle do meu corpo.
Às vezes não me importo com as histórias ou necessidade das pessoas, parece que a minha é mais importante, sei lá, é tudo estranho, acho que dava impostância exagerada, talvez seja a nossa cultura de ser feliz com par.
Tentei assumir o grande sentimento que os unia: o respeito, tentei que fôssemos independentes, que cada um pudesse seguir sua vida com admiração ao outro, tentei primeiro salvar o casamento para mais tarde não ficar com sentimento de culpa, mas isso não funcionou.
Por fim, todos os resquícios de ex-marido foram “cirurgicamente” removidos pela psicóloga, que levou para longe os meus pensamentos, que me fez parar de me manifestar cada vez que discordo de algo, eu achava isso salutar e ela acreditava que não levava a lugar nenhum. A paz que sinto hoje é mais potente que a força do raio de sol.
Uma das primeiras coisas que aprendi na vida é de que não se vale nada, entretanto, ainda podia regozijar me porque era novo. Hoje, pois, estou inteiramente convicto de que nada valho, porém eis me aqui: já sou um velho!
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