Aparência Física
A ganância ambição vaidade transformou-se em idolatria, a terrível aparência desejo de aparecer está em holofotes ser visto a todo instante, ser visto é ser lembrado em uma boa ação conveniente, viver forçando ser visto fingindo aparências num porta retrato não edifica ninguém.
O amor é necessidade, estado de aparência, estética social. Amor é falta de segurança, é dependência, vácuo de si. Amor não é sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carências do organismo e de suas peculiaridades. O amor é uma busca intensa da compreensão e do prazer, visto como aparências e necessidades, como rituais que exigem esforço recíproco entre dois e repetição contínua. A busca do amor ao outrem é uma exigência de prova, que não busca em si mesmo, “logo o amor não existe”. Buscar o amor próprio no alheio parece imprudência com as próprias certezas, não passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor é uma falta de amadurecimento das emoções. Assim não existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: “eu te amo”. Muito mais o: “eu te preciso”. O: “você para as minhas necessidades”. O amor é um sinal de posse, poder egoísta, é um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
Existe um mundo onde sua aparência não importa, onde o conceito de feiura e beleza são dissolvidos pela autenticidade de ser um ser único. Há uma porta para adentrar nesse encantado mundo sem forma e sem tamanho, mas poucos são bem vindos.
NÃO ME JULGUE.
Não me julgue pela aparência, pelas palavras negativas que dizem sobre mim. Não me julgue pelas coisas que não deu para aprender, nem pelas cicatrizes visível em meu corpo. Não me julgue pelas lágrimas que chorei quando pensei em desistir.
Não me julgue pelas vezes em que me viu trabalhando nas ruas, com as mãos cheias de calos, eles são marcas das enxadas da época que trabalhei no campo, me esforçando para sobreviver. Não me julgue por nada, ficar calada só ouça minhas palavras.
Elas são de resistência, são das milhares de batalhas que venci, são das milhares de coisas que abri mão para me tornar quem sou.
Talvez se eu estivesse desistido teria me juntando às vítimas da sociedade, ou a alguém que deixou de viver, que deixou de sonhar, por não acreditar que sonhos são possíveis
Eu sou mais um brasileiro, como milhares de brasileiros, que todos os dias tenta sair das estatísticas da pobreza sair da miséria, da triste realidade que vivi milhares de famílias desse país.
Não me julgue quando ver meus sonhos sendo construídos pois só eu sei quanto custou cada gotas de suor do meu corpo.
Devo estar com uma aparência péssima mesmo. Fui dar uma volta na rua de chinelo, e meu pé ficou igual do menino carvoeiro. Mas é porque transpiro muito no pé e ele começa a sambar na borracha do chinelo e fica todo cagado...Fui entrar na agência do Itaú pra sacar dinheiro, e uma senhorinha correu da porta com medo de entrar sozinha comigo, achando que eu fosse assaltá-la. Tudo bem, não estava com meus melhores trajes... Mas, quando fui ao seu encontro para dizer que ela poderia ir no banco, que eu não era bandido, sem me dar qualquer chance, ela gritou o rapaz da Cet-Rio que estava em frente a capela do colégio Zaccarias, no Catete, dizendo que estava sendo assaltada O cara me abordou enquanto chamou um carro da guarda municipal, que, estava exatamente parado em frente ao restaurante de frutos do mar Berbigão, certamente esperando o arrego do dia embrulhado numa quentinha, enquanto tinha gente na rua gritando que ia me bater... Só fui liberado porque, graças a Deus, com a chegada da Guarda, por sorte, eu estava com o crachá do globo no bolso... Me pediram desculpas, e eu respondi que eles poderiam ficar com o carro parado na porta do banco, em vez de vegetarem esperando comida em frente ao restaurante. Antes que eles me dessem um fora, Dona Lurdes concordou e perguntou porque o carro estava em cima da calçada em frente ao restaurante, e não em frente a agência bancária, do outro lado da rua... eles ficaram sem graça de contrapor a velha e calaram a boca...Ali, estava estabelecido uma primeira relação de afeto e reciprocidade entre eu e minha nova "vovó". Inclusive, a dona Maria de Lurdes, muito sem graça, não sabia o que fazer para se desculpar... Eu, claro, perdoei...Talvez ela tenha razão em julgar e achar que, a qualquer momento, possa ser esfaqueada na rua... Que triste, vivemos um momento horrível na cidade onde todos se sentem ameaçados até mesmo por pessoas de bem....Consegui, pelo menos, dar um beijo carinhoso na bochecha da dona Lurdes antes de ir embora, pois ela começou a chorar por ter sido injusta comigo, e reconheci que era de coração. Descobri também que a Dona Lurdes mora aqui no Catete desde quando Getúlio presidia o Brasil aqui do palácio. Já aceitei o convite e amanhã vou comer uma broa de milho na casa da dona Lurdes, que mora hoje aqui na Bento Lisboa. Segundo ela, está acesa como se fosse ontem as passagens de Getúlio pelo bairro. e ela quer me contar tudo o que lembra... Quero escutar suas histórias e ver as fotos que ela diz ter pra me mostrar dessa época, "ao jornalista desleixado"..., já tomei esporro da Dona Lurdes por ser jornalista e estar andando com os pés sujos na rua... então, acho que, no meio dessa violência toda, nasceu uma nova e bonita amizade, onde a diferença de idade de dezenas de anos é um mero detalhe superficial...Já lavei os pés... Agora, depois do primeiro plano executado com sucesso, preciso colocar a cabeça no lugar e pensar direitinho como roubarei a casa inteira dela, nessa oportunidade única, e de que maneira vou assassiná-la, em seguida, para que tudo pareça um acidente, depois de três dias, pois já descobri que ela não tem parentes aqui no Rio ...
Sabe que não tem nada a ver com sua aparência, lhe desejo por ser esta linda criança, sabe que foi pelo seu jeito lindo de ser sem frescura, por ser manhosa dengosà e frágil, pelo seu carinho,então deixe-me te tocar atravessar sua pele e sentir a tua alma, porque por um simples motivo, te desejo de mais,
Nessa pele que tu tocas há sentimentos. Não sou essa aparência, mas aquilo que habita essa forma de modo tão profundo que somente a sensibilidade seria capaz de decifrar.
Algumas pessoas acreditam que mudar a aparência provocará o efeito de mudar o seu interior. Na verdade, o caminho para o aprimoramento seria compreender mudanças do interior e permitir que elas se refletissem na aparência.
A bíblia fala sobre “semelhante”, semelhante, não pela aparência, mas pelos valores e tradições, sua família e pela vida que se assemelha. Toda vida é semelhante para o reino do Universal absoluto porque toda vida passa pela máxima da existência: nascer, permanecer e desencarnar.
Enquanto a prioridade do Brasileiro for a aparência externa, a falta de conhecimento vai aumentar e o caos vai transbordar
Não se mede títulos, posição social ou aparência. É como medir o ouro produzido em terras diferentes.
A aparência em forma de consciência, é apenas a ponta do “iceberg”, pois alguns sentimentos dentro de um relacionamento, são benevolentes dissimulações nas quais só se consegue descobrir devido a uma deficiência de conduta por falta de atenção de quem a efetua.
Auto Estima e o Amor Além da Aparência
Nas primeiras horas da manhã, quando a luz suave do sol adentra o quarto, encontro-me diante do espelho. A cada dia, olho para mim mesma com gratidão sem desviar o olhar de quem realmente sou. Observo cada linha, cada imperfeição e, acima de tudo, reconheço o reflexo como uma extensão verdadeira do meu ser. É um exercício diário de aceitação e gratidão.
Aprendi a ser grata pelo corpo que me sustenta, ainda que ele não possua as formas idealizadas pela sociedade. Cada curva e cada detalhe contam uma história única. Com a gentileza preparo o melhor alimento, nutro meu corpo com amor e dedicação. Procuro saber dentro dos mais variados alimentos oferecido pela natureza, como meu corpo reage, para garantir que a saúde dele seja sempre a prioridade. Caminhadas matinais, exercícios revigorantes e escolhas alimentares conscientes são gestos diários de cuidado e respeito por mim mesma.
Quando a noite cai, procuro a tranquilidade do escuro para repousar. Durmo com o conforto de saber que a penumbra me oferece um sono reparador. É no silêncio da noite que encontro a paz para revigorar minha mente e meu corpo, preparando-me para um novo dia.
Nesta jornada de autoconhecimento e aceitação, compreendo que amar-se é um ato de coragem e compaixão. Cada olhar no espelho é uma oportunidade de reafirmar meu compromisso com a saúde e o bem-estar, celebrando a singularidade de quem sou, exatamente como sou.
O Valor além da Aparência
Meu ferro de passar, embora funcional, exibia as marcas do tempo. O bico quebrado, o botão de regulagem de temperatura ausente, a aparência desleixada... Tudo isso não importava, pois ele cumpria seu propósito com dedicação. No entanto, minha amiga, vinda de outra cidade, ficou horrorizada ao usá-lo antes de retornar para casa.
Alguns dias depois, o correio trouxe um pacote inesperado. Dentro, encontrei um presente da minha amiga: um ferro novo! Cor-de-rosa, minha cor predileta, compacto e com um bico elegante, capaz de passar com graça os colarinhos e as dobrinhas mais delicadas. Fiquei encantada com aquela obra de arte.
Decidi colocar meu velho ferro perto da lixeira, na esperança de que alguém o encontrasse e aproveitasse seu valor escondido. No dia seguinte, reuni minhas roupas e, com um sorriso no rosto, preparei-me para estrear o novo ferro. Era uma alegria olhar para aquela belezinha cor-de-rosa. Contudo, minha empolgação logo se transformou em frustração. O ferro ora aquecia demais, ora ficava morno, e seu fundo grudava nas roupas, independentemente da regulagem.
Tentei usá-lo várias vezes, mas sempre acabava perdendo mais tempo ajeitando o ferro do que passando as roupas. Foi então que percebi o valor do meu velho ferro. Ele, apesar de sua aparência desgastada, nunca me deixou na mão.
A experiência me fez refletir sobre a sociedade atual. Vivemos em tempos onde a beleza superficial é supervalorizada, enquanto o verdadeiro valor e a sabedoria muitas vezes são negligenciados. Assim como meu velho ferro, as pessoas mais velhas podem não ter a aparência de outrora, mas carregam consigo um tesouro de habilidades, experiências e sabedoria. E, no final das contas, o que realmente importa não é a aparência, mas sim o conteúdo e a essência.
A Aparência Incomoda Quando Não Reflete a Luz do Espírito
Vivemos em um mundo onde a juventude e a perfeição são frequentemente exaltadas, mas há algo incrivelmente libertador em abraçar nossa aparência natural, independentemente da idade. Chega de esconder-se atrás de maquiagem pesada na tentativa de alcançar um padrão de beleza inalcançável. Chega de tingir o cabelo para camuflar os fios brancos que, na verdade, são sinais de sabedoria e experiência. Deixe o cabelo fazer a mais linda transição de cores, do grisalho para o branco, como uma flor que desabrocha com o passar do tempo. Deixe o natural seguir seu ciclo assim como as fases da lua.
A beleza natural não é sobre perfeição, mas sim sobre autenticidade. Cada ruga, cada fio branco conta uma história de vida, momentos de alegria, desafios superados e lições aprendidas. Deixar a natureza seguir seu curso é permitir que ela faça seu trabalho encantador em nós, assim como faz com as flores que crescem e florescem de forma única e bela.
Nosso corpo é um reflexo do espírito que carregamos. Quando nos sentimos confortáveis e autênticos em nossa própria pele, essa luz interior brilha mais forte, iluminando tudo ao nosso redor. Não precisamos de artifícios para sermos bonitos. A verdadeira beleza vem de dentro, do nosso espírito, da nossa energia e do amor que compartilhamos com o mundo.
Que possamos celebrar a beleza de ser quem somos em todas as fases da vida. Ao deixar de lado as máscaras e aceitar nossa verdadeira aparência, encontramos uma paz interior e uma confiança para viver com liberdade a verdadeira felicidade.
