Apagar a minha Estrela
Minha poesia sempre nasce na madrugada,
Quando sinto frio,
Quando ouço a chuva forte,
Quando a noite tem Luar,
Quando tem estrelas,
Quando, com você não posso está.
Minha poesia nasce todos os dias...
🤍
Meus versos foram gerados,
Na cama da saudade,
Na lembrança do seu cheiro,
Na vontade de uma última dose,
Do desejo, que seu beijo
Me deixou.
🤍
E eu fico assim...
Só sei sonhar em te
Sentir.
E te querendo, vejo flashes e lembranças,
Vontade dessa boca linda que me chama,
Vem logo, me levar pra
Cama, vem e me ama.*
🤍
Mas hoje foi diferente,
Minha poesia nasceu
De tardinha,
Quando o seu lindo riso chegou
E me fez desejar seu beijo novamente.
Então é isso você faz com minha mente.
Atualmente, a vida é uma chatice. Eu não consigo o que eu quero e nem passa na minha cabeça a opção de desistir, eu queria que todos fossem assim. O mundo seria bem melhor!
Entre tantas.
Tu, somente tu
Minha flor delicada
Exala o perfume
Que meu coração
Reconhece como seu.
Tem mulher que diz que não namora homem bonito porque homem bonito dá muito trabalho. Minha filha, não se iluda, homem feio também dá trabalho é ainda feio.
Teu sorriso invadiu a janela da minha memória.
Lembranças daquele tempo bom...
Sonhar nosso beijo na chuva,
Idas ao Jardim para ver a noite... a rua.
Nossos momentos de caretas e gargalhadas soltas.
Preocupações nos dias que a febre te machucava.
Tudo era tão doce e temperado,
Uma conexão sem igual.
Tudo começou no escuro daquele beco.
Cabelos grandes e crespos,
Olhos castanhos que tudo refletem,
Pele macia e suave.
Toque de luz,
Hoje tudo se revela bom.
Me trás uma paz confortante.
A gente em história ficou emocionante.
Um ditador que visa o progresso prolifera:
-Que minha verdade perpetue para sempre.
Logo, um velho questiona inocentemente:
-Não deveria virar mentira?
A minha arte, já tem eleitos, quem pode vir à mim senão os que sobreviveram à tempestade, e se vêem vivos nas minhas palavras.?
Esteja a porta, se digno for abrirei-a.
In Eis o belo manifesto
Minha alma conhece tantos dialetos
e por muitos deles me expresso,
tendo dificuldades em me calar.
Sou um desafio completo
agindo instantaneamente
e lidando com fases circunstanciais.
Aquilo que não digo
descarrego no olhar.
Descarrilho dos trilhos
e detesto repetições!
Costumo depurar energias
e reavaliar minhas intenções.
Defino bem os meus finais,
corto certas permanências.
Existo em transparência e quem pode,
que me veja através.
Um porta lápis cheio de canetas
Que com elas escrevo em preto, azul e vermelho
Linhas de minha vida,
tão prazerosa vida
sem recursos econômicos,
mas com vários motivos para contar
a felicidade de estar vivo.
Sem você na minha vida
Sou como um barquinho a deriva
Buscando um destino
Você, o amor da minha vida
Indo para lá e vindo pra cá
Na esperança de um dia te encontrar
Para poder dizer que te amo
E logo depois de te beijar
(Versão: Minha Terra tem Castanheiras)
Minha terra tem castanheiras
Onde o velho Coelho aportou,
Trouxe consigo a poesia
Que Gonçalves Dias lhe proporcionou
Legado este, que a “lenda” nos deixou
E com o nome de Marabá
A cidade ficou,
Poucos sabem a “história”
Deste nome tão singelo
Por isso, somos filhos
De tantos mistérios...
Mate o velho homem
Veja minha vida, veja a condição.
Eu sozinho com a força do braço.
Me tomo em embaraço.
Fico sem direção.
Caminha junto comigo senhor.
Eu sozinho me perco na encruzilhada.
Sou um vazio, sou um nada.
Sou um rebento de dor.
Tome meu pensar e meu sentimento.
Eu sozinho não aguento.
Sou uma prisão isolada.
Sou escuridão.
Uma larva vulcânica descontrolada.
É do teu Espírito senhor que necessito.
Clamando, orando tenho dito.
Que tanto o pecado me consome.
Aviva tua água e mata minha sede.
Mata o velho homem.
Perdoe pela minha palavra de ambição.
Não me atentando a hipocrisia abro meu coração.
Meu fracasso e minha incapacidade.
Sozinho um pranto da maldade.
Foi uma vida de enganação.
Muitos tropeços e agonias.
Faça em mim renovo dias.
Alimenta a transformação.
Creio no único possível de fazer.
Um Deus que tudo pode, onde este o meu crer.
O mundo pecaminoso é um prazer perigoso.
Cansado estou do devaneio passageiro.
Perdido fico como um abandonado estrangeiro.
Quando sozinho tentei.
Fui um errante passageiro.
Nem mesmo sei por que fui assim.
Sem compreender o que passou em mim.
Pela luz, na fé, na esperança e certeza do seu nome.
Oh altíssimo, a misericórdia de Jesus.
Faça me adorador da cruz.
Mate o velho e aviva um novo homem.
Giovane Silva Santos
Não posso abraçar, não posso festejar, mas posso ligar para minha melhor amiga e relembrar os abraços que recebi quando eu estava na pior.
Minha escolha.
Agora é assim que eu estou,
Isto é ´tudo que sobrou.
Uma tristeza provocada
Por uma escolha egoista
Que eu fiz, e me deixou infeliz.
Más não foiisso que eu quis,
Infelizmente eu tive que escolher
Entre eu e te perder
Pena que tudo acabou,
Pena que a chama do nosso amor
Se apagou, e o nosso prédio
De sonhos desmoronou,
E tudo só se complicou
Porque o nosso amor acabou.
Más não foi erro meu,
Você em meu lugar,
Faria exactamente igual.
Só espero que um dia possas me perdoar
Porque a minha intenção
Nunca foi magoar o teu coração.
Quarteto.
Um quarteto sonhado...
Pelo tempo foi engenhado...
Eu...
Minha inspiração...
O poema...
E a poesia...
Ansioso não...
De alma decente...
Sedenta como um dromedário....
Fui buscar uma fonte...
Dentro da minha imaginação....
Sem saber esperar...
Atrelei meu instinto de poeta...
Cujo é ele que me faz chorar....
Intenso é...
O rio que jorra em meu olhar...
A cada segundo eu grito alto...
Digo a ele em murmúrios....
Lava-me oh Rio...
Lava-me oh águas mansas com teu querer...
Eu tenho sede....
Mata a vontade desse poeta...
Minha respiração é ofegante....
Desejando-te em minha inspiração...
Sou eu que te peço....
Mata minhas vontades....
Refresca minh'alma...
Dos meus segredos...
Você sabe de tudo...
Sou possuído por uma força tamanha....
Cala-me então...
Quero te contemplar até chegar ao oceano...
Seguir seu curso até você despejar no mar....
No vagar dos meus olhos...
Te busco em versos...
De ti...
Invento poesias e estrofes...
Tu...
Me conheces bem...
Oh Rio de água doce...
Água que brota nas montanhas....
Sou eu que te quero...
Minha pele e fria...
Mas sou de cabeça quente....
Sou sedento sim....
Estou aqui...
Ao seu dispor...
Estou a deriva...
Eis aqui...
Uma prova do que te escrevo....
O poema é inspirado por mim...
Mas ele e seu....
Pela pureza de ti que cai do céu...
São Águas que sobem e tornam voltar....
Registro esse poema....
De tudo que tu me dás....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
