Amor Sincero e Nao Correspondido
O verdadeiro amor não é medido apenas pelos sucessos e acertos nesta vida, mas muito mais através dos fracassos e erros, onde cobrimos de misericórdia, bondade, compaixão e fidelidade todos aqueles que tanto amamos.
Quando o amor é uma via de mão única, e a pessoa só te responde por educação, ela não é digna do seu amor, afeto e admiração.
Amor eterno é aquele que mesmo não estando juntos, o tempo não consegue apagar e ele permanece ali alojado em seu coração.
Creio ser essa a experiência mais profunda que um homem pode ser capaz de experimentar.
Quem desiste do amor não merece ser amado Desistir do amor pode parecer uma escolha segura, mas perde-se a beleza das conexões que poderiam ter sido.
O que te inspira a manter essa perspectiva sobre o amor?
"Nosso desejo, por não ser regido por instintos pré-definidos, transforma o amor em uma escolha, uma construção contínua de adaptações."
Amor é o que não deixa distração parecer descuido nem atenção sugerir sufocamento. Amor é uma linha tênue a costurar delicadezas.
Eu quero te amar com todos os sentimentos que tenho guardado.
Te mostrar que o amor não precisa de medos ou complicações.
E estar ao seu lado nos momentos bons e ruins. Porque você continua sendo a minha única escolha.
Amor, eu te amo... mas não para ser amado, sim para te fazer feliz.
Quanto mais amo você, mais amor tenho para te dar...
Assim como o azeite na botija da viúva, assim é o meu amor por você:
Transbordante e multiplicador.
Você é a minha princesa de todo dia...
As letras são poucas para dizer o quanto Te amo...
Mas meu coração ao seu lado completa minha declaração.
30/08/2024
Saudade: O Amor Que Nunca Vai Embora
A saudade é como um amor silencioso, que não exige palavras, mas que nunca nos abandona. Ela fica ali, guardada no peito, no fundo da alma, lembrando-nos constantemente de algo ou alguém que já não está mais ao alcance das mãos. Ela não é apenas falta, mas uma presença sutil que se manifesta a cada lembrança, a cada suspiro.
É o sorriso que ficou guardado na memória, o toque que não se esquece, a risada que ainda ecoa nos cantos do coração. A saudade não é uma dor permanente, mas uma doce lembrança de que o que foi vivido foi real, foi intenso, e, de alguma forma, permanece vivo em nós.
Ela nos ensina que o amor, quando verdadeiro, nunca se apaga. Ele pode mudar de forma, pode se distanciar com o tempo, mas sempre estará ali, imortalizado na saudade. Porque quando amamos de verdade, carregamos a essência dessa pessoa, desse momento, para onde quer que vamos.
A saudade não é um vazio; é um espaço preenchido por memórias, por sentimentos que resistem ao tempo. E, no fim, ela é o testemunho de que, mesmo distantes, aqueles que amamos nunca vão embora. Eles permanecem, eternos, nos pedaços de nós que guardamos com carinho.
As pessoas não trabalham por amor, mas para se manterem ocupadas. Que pena: poderiam enlouquecer de amor, e não de monotonia.
Cada passo é firme, a lição é clara
Na luta e no amor, é assim que se encara
Não se deixe abalar pelas sombras do passado
Enfrente tudo sem ficar calado
Meu Deus, não! Eu não posso enfrentar essa dor que se chama amor.
Não tenho mais pressa, aprendi a caminhar no ritmo do amor.
Cada passo é guiado pela minha missão de vida: a maternidade atípica. Aqui, o tempo não dita regras; quem guia é o meu coração. É uma jornada de resiliência, superação e, acima de tudo, de um amor que transforma!
A finalidade do amor-próprio não é ter a aprovação dos outros, é não precisar da aprovação de ninguém para validar nosso valor.
Os poemas e as citações de amor são semelhantes, mas não são iguais. E as que eu escrever sobre ti serão as mais belas do mundo.
AMOR CELESTIAL
Amar não é fácil…
Que o diga quem amou.
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Dança comigo
Até que as luzes se apaguem,
E se acendam
Estrelas cintilantes neste céu.
E diz-me se ouves
Os anjos sussurrarem
A pedir-nos
Que continuemos a dançar, tu e eu.
Gostam de nos ver
Abraçados, enamorados,
Ansiando por um momento
Mais íntimo, de amor.
Pensando que aquela dança
Vivida em passos dados,
Terá como objectivo
Beijos e um abraço com vigor.
Um privilégio estar contigo
Nesta dança celestial.
Sentir que o amor
Vem lá de cima, livre, devagar
E o acto de o fazer,
Lindo, doce, tem muito de especial.
Os sinos tocam,
Os beijos dão-se,
E eu quero amar.
Carta para N.S.L.
A verdade é que nunca houve amor entre nós. Não de sua parte, pelo menos. Você não me amou quando cruzamos fronteiras e paisagens juntos, nem quando arriscamos construir um lar compartilhado. Você não me amou quando o caos engolia o mundo, nem quando dividimos o mesmo teto. Eu nunca fui sua âncora, nunca sua família. Para você, eu não passava de uma distração conveniente, uma relação transitória para curar feridas de outro tempo. Você amou outros, mas a mim... a mim você apenas utilizou. Sugou-me, sobretudo, emocionalmente, como quem busca tapar o vazio deixado pela ausência de um pai, como quem tenta desesperadamente preencher buracos de uma autoestima quebrada. Talvez, no máximo, você tenha amado o reflexo do que eu te oferecia: minha dedicação, minha ternura, meu zelo. Mas amar a mim, ao meu eu mais genuíno, isso você nunca fez.
Eu, ao contrário, amei você em sua inteireza. Amei até as rachaduras da sua personalidade, os seus muitos defeitos, as suas sombras. Agora, olhando para trás com o olhar frio da razão, percebo que deveria ter encerrado essa história muito antes. Deveria ter abandonado tudo naquela fatídica tarde na estação de trem em Veneza, quando você despejou sua amargura em mim. Ou nos momentos em que você, sem motivo, se recolhia à sua frieza cortante. Ou, quem sabe, nos anos em que eu não podia expressar nem um pensamento sem que você revelasse seu lado mais cruel, mais insuportável. No fundo, eu sabia. Naquele dia em que a verdade queimou como um grito preso na garganta, eu me perguntei — e a resposta agora é cristalina — sim, você é um monstro. Um monstro não apenas em alma, mas um ser cuja maldade se reflete agora em sua face, corroendo-a lentamente.
Você viveu atormentada pelas dúvidas sobre seu propósito, mas devo admitir: encontrou sua vocação. Você é uma mentirosa extraordinária. Uma ilusionista perfeita. O que você fez comigo, transformando amor em ruína, é prova disso.
Não desejo sua queda, mas tampouco desejo sua ascensão. Para você, não guardo nem o menor vestígio de querer — nem bem, nem mal, nem absolutamente nada. Esta carta é apenas um exorcismo, um ato de purgar as memórias pútridas que você deixou impregnadas em mim, uma tentativa de varrer sua sombra de minha mente.
Dedico estas palavras em memória de alguém que um dia foi meu porto seguro, um amigo que confiava sem reservas, brutalmente traído por quem mais deveria protegê-lo. Descanse, querido amigo, embora seu legado seja agora enterrado junto com a mágoa de sua partida.
*13/04/2019
+13/06/2024
É uma ironia que chega a doer como faca: você partiu no mesmo dia em que chegou ao mundo, ambos marcados por um número que pareceu persegui-lo como uma maldição. Que o número 13, tão presente em sua história, não cruze mais meu caminho como cruzou o seu.
Que o destino leve para longe sua lembrança, e que o vazio que você deixou, ainda que enegrecido, seja minha liberdade.
