Amor que Morreu
Morreu de palavras perdidas.
10 de abril de 2014 às 18:57
Prefiro o doce silêncio de minha mente barulhenta, aos cânticos das bocas cheias e recheadas de ideias das mentes tão vazias...
Prefiro ser educado, refinado e falar manso, mas com palavras são diferentes! Elas tem vida própria e nunca sabem quem irão atingir...
Mas afinal, Morreu mesmo de quê?
_ Morreu sufocado de palavras perdidas em seu corpo...
Começou com o ego, chegou então a vaidade de repente estava tomado pela ilusão. @s palavras não cabiam mais em sua boca... Foi dando pane geral e no final era tamanha confusão que não coube nem mais um palavrão...
PNEUMOULTRAMICROSCOPICOSSILICOVULCANOCONIÓTICO.
ANTICONSTITUCIONALISSIMAMENTE.
Terrorismo Poético
Sei que tudo se acabou, mas sei que não morreu e também sei que o sentimento irá perpetuar durante tempo para alimentar as esperanças;
Eternamente esperar é minha meta para então quem sabe possamos nos encontrar para acalentar esse sentimento que ficará a chorar;
Sei que esperar não é viver
Viva com a certeza de que aprendeu
E não viva como quem já morreu...
Esteja preparado e liberto
Para que saiba que é preciso
Cada instante é um privilégio
Apenas basta que acredite
Que tudo mais acontecerá;
Com opressão ou não;
Não esteja nunca de braços cruzados
sejamos a semelhança de Deus
que morreu de braços abertos
esperando de seus filhos um caloroso abraço!
Sonhei que o André estava vivo, que foi um engano ele não morreu, voltou e apareceu na casa de uma tia. Passaram dias, eu ainda não tinha visto ele. Quando chega a notícia que tinha desistido novamente de viver. Que sonho confuso, doloroso, indescritível.
Bruno Soalheiro morreu. Isso doeu tanto em mim. A dor que senti na morte do meu filho. Ele tinha tanto para realizar, ideias maravilhosas, vontade de mudar de fazer, de acontecer, de trazer a existência. Há muito que não ouvia alguém tão espetacular querendo transformar a psicologia brasileira.
Jesus abriu a porta do relacionamento quando Ele morreu e ressuscitou. Eu e você temos um relacionamento com o Pai mediante Jesus Cristo.
Mas Cristo morreu não só pelos seus amigos, mas também pelos seus inimigos; não só para alguns homens, mas para todos, sem exceção. Esta é a imensurável ou vasta extensão do amor de Deus.
Ninguém foi salvo ou teve sua divida removida quando Cristo morreu pelos pecados de todos. O perdão dos pecados acontece quando os benefícios da expiação de Cristo são aplicados no crente (naquele que crê). A aplicação da obra da salvação depende da fé (crer) individual. Logo, não faz nenhum sentido perguntar: “se Cristo já expiou os pecados dos não salvos, como poderão eles ser condenados ao inferno por pecados que já foram pagos”? Embora eles tenham sido pagos (provisionados), os que se perdem não cumprem a condição estabelecida para a concessão dos benefícios da expiação, que é crer. E sendo assim, sua condenação é justa.
Se Cristo morreu apenas pelos eleitos e não por toda a humanidade, e se aquele que foi salvo, não perde a salvação, como explicar a passagem de 2º Pedro 2.1, onde o verbo renegar do grego é “agorázō”, que significa (resgate)? O texto é enfático em dizer que eles foram resgatados por Cristo, comprados por Cristo; logo, eles eram salvos, mas se apostataram da fé, se tornando falsos mestres. O verbo agorázō não aparece somente aqui em 2º Pedro 2.1, mas também em 1º Co 6.20 e em 1º Co 7.23, onde Paulo confirma essa verdade. Em 1º Pd 1.18 também é encontrado o sinônimo do verbo agorázō que é lutroô.
Gostaria de ver alguns calvinistas fazendo malabarismos, cambalhotas e algumas esejegues nesses textos.
