Amor Nasce
“Os canalhas não são donos do mundo!
A vida nasce do amor, a vitória do trabalho, a fama da estratégia...
O sucesso o autor da vida dá a quem ele quiser.”
[...] porque já nem sei mais que tipo de amor é este que sinto. O amor nasce, o amor cresce, e se não tiver amor a gente inventa, sei lá, acho que caçamos um jeito de fazer aquilo existir. Mas com você foi diferente, porque o amor nasceu, cresceu, sobreviveu, e hoje faz parte de quem sou, é como se fosse um pedaço meu, entende? Um braço, uma mão, um coração. Meu coração.
Ricardo F.
DESCOMPLICANDO VOCÊ AGORA
Quem ama, cuida de si e do outro. O amor transforma, nasce a vontade de agradar o outro. Entramos no nível mental da "bobeira" quando apaixonamos. Ficamos entusiasmados, animados, alegres, "serotonizados". Como é bom amar e ser amado..
Conceito
Vamos conversar um pouco
Sobre como o amor nasce
As vezes estamos sozinhos
Conversando com nossa mente
Mas do nada fica diferente
Por quê?Tentamos descobrir
Pelo menos faço perguntas
Em busca de respostas
O meu realismo atrapalha
O sentimento do momento
Em meus pensamentos fico confuso
Em busca de algum rumo
Mas meus conceitos mudam
Talvez , então ainda não sei
O que é o amor de fato
Posso dizer que me amo
Mas me odeio em alguns momentos
Em relação aos outros
Como eu poderia amá-los?
Não tenho certeza se já amei ou amo
Alguém sem laços de sangue
O amor romântico é algo que imagino
Mas , na realidade não é verdade
Nem consigo dizer as palavras corretas
Demonstrando o sentimento que tenho
Por isso eu escrevo
E assim revelo o que sinto
Mas mudarei isso , em algum dia
Usarei na minha fala , as palavras perfeitas
Jovens Fragmentos
A juventude é bela
Uma fase de mudança
Onde o amor nasce e
É destruído na mesma instância.
O silêncio que em mim habita
Já está insano de gritar
A voz que aqui existe
Já decidiu se calar.
Sempre sigo a razão
O caminho do coração é maravilhoso
Mas como as rosas
É um caminho cheio de espinhos.
Acabei dando vazão
A razão e
Ao coração
E isso me machucou um bocado
Ter o coração implorando pra falar algo
Com a razão me dizendo o contrário
E nesse desespero
Estou sonhando
Com o dia em que vou ler isso
E dar boas risadas
...
Estou esperando o dia em que isso vai passar.
O amor não começa e acaba, o amor nasce e morre. Mas ele também renasce e de forma mais bonita, sem reservas, sem medo, com pressa, com insensatez, com loucura, sem medidas. A esse novo amor, quando aceito, torna-se infinito, não tem mais os sonhos e as ilusões do primeiro, não tem mais expectativas, ele simplesmente deseja acontecer. Por isso ele se torna tão intenso e tão vivo. Pois não tem mais os medos da antiga vida. Esse talvez, seja o amor que transcende a vida e se perpetua dentro da gente, nos fazendo reconhecer a quem amamos. Não pela imagem do ser mas por seus gestos, cheiros, gosto palavras e atitudes.
O Amor e O Ódio
(evangelista da silva)
Se se nega o Amor
Nasce a infelicidade de ser!
Se o Amor zomba do ser
Eis que brota do mais profundo
Do mais íntimo dos sentimentos
Um Monstro furioso que ataca e mata!
E em uma explosão de dor que sangra!
Faz-se ver àquilo que foi Amor
Ódio em fúria responder.
E nesse descompasso o pensamento cobra
E a voz do espírito clama e implora por Amor
Mas o Amor é impiedoso, irado e frio.
Nasce a vingança!
O amor nasce em mim, meu amor próprio é minha luz
o que vem depois só acrescenta ao meu brilho!
Shirlei Miriam de Souza
O amor, é um sol ardente que nasce de uma paixão, habita no interior do coração e mantém-se aceso até a eternidade.
Muitos obstaculos nasce um guerreiro a força vem ao amor a Deus e concebe-se uma união que mesmo em um há força e aos olhos o conhecimento e na mão o escudo fiel tempo de dispersar abrindo as mãos caem os tesouros e se não abrir, sem conhecimento caem os tesouros. Vivo posso caminhar.
Suprir com tudo que é basicamente necessário para se cumprir um dever. As preocupações estão racionalizadamente esclarecendo sem dúvidas e com isto limitando as barreiras da conquista, que possamos abrir e fechar as mãos na claridade.
Bom é sentir o hoje e estar certo de quem o fez nessa sintaxe e não temer o passado e nem mesmo menospresar os encinamentos e que os olhos o coração e ouvidos não estejem ludibriados com portunas infieis desses acasos sociais.
Eduardo Fonseca d. Lemos Campelo .
