Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Como saber se devo insistir ou desistir de uma pessoa?
Entre persistir em algo importante ou deixar para lá existem inúmeros fatores: o que vamos perder, ganhar, o grau de sofrimento dos dois caminhos, o impacto nas nossas vidas e na de outras pessoas, e por aí vai.
É hora de dizer adeus a ele/ela quando:
Você começar a perder o respeito por si mesmo.
Sua autoconfiança começar a ser abalada.
Você sentir que está desvalorizando a si mesmo para tentar fazer dar certo.
Sentir que está perdendo a si mesmo para não, perder algo/alguém.
Perceber que está diminuindo a si mesmo para tentar se encaixar em algum lugar.
Viver, é um eterno equilibra-se entre as incertezas do hoje e possibilidades do amanhã (Lúcia Araújo 11-01-2023)
Você tem de escolher: entre o medo de fazer e o prazer de fazer. Mas se você pensou na hipótese, a resposta você já possui.
Ah , minha mãe, se estivesse entre nós completaria na data de hoje, 70 anos.
Professora como eu, não apenas um dom, mas uma oportunidade de estarmos conectadas em histórias. Não tive o privilégio de ter te conhecido pessoalmente, mas a sua essência carrego entre minha vontade de ser e quem eu sou, e de verdade.
Entre algumas fotografias, esta é a minha favorita... E mal sabem o quanto valorizo fotos, pois foi assim que te conheci...49 anos de minha existência, sem vc entre nós!
Um dia iremos nos reencontrar novamente.
Eu levo a linha a flanar
Eu levo a linha a flanar
doidivanada entre cores
e o rabisco pouco me satisfaz.
Silenciosamente assaz
mergulho na paleta buscando cores
que escorrerem pelos dedos da mão
e tracejo abstração.
O verdadeiro arrependimennto é um caminho de mão duas, e nessa sinergial relacional santa entre nós, Deus e os seus propósito, nós veremos que Ele só irá derramar a sua graça quando nos redermos e nos desarmarmos diante Dele, de toda a nossa capacitação e recursos.
Entre nós tudo está em decadência;
os homens têm o vício da baderna;
política imoral; não há decência;
egoísmo somente é que governa.
Patriotismo, hoje, é só conveniência
para vida faustosa e bem moderna.
As boates têm o culto da existência;
há repúdio do campo e da caserna.
Há caos em tudo, e já se vê que ao povo
uma descrença doentia assoma,
induzindo-o a um caminho novo.
É que, enquanto apodrece num monturo
o critério dos homens de Sodoma,
a doutrina da Rússia tem futuro.
Vagando por noites agitadas e perdidas... Sem rumo e sozinho... Entre almas traiçoeiras, almas feridas, lágrimas, sangue, muitos espinhos ... Em meio aos perigos de estradas escuras e desconhecidas vou seguindo por esse longo e estreito caminho que se chama Vida!
Já se fala em perdoar os imperdoáveis, talvez pelo fato que entre esses, a maioria eram de penetradores, popularmente conhecidos como infiltrados.
Toda a guerra é desumana, mas a pior e monstruosa batalha realizada é feita entre seu próprio povo, financiada por poderosos egoístas usando pobres idiotas como buchas de canhões. Diante dessas coisas dou o maior valor aos animais.
A paz é um estado de calmaria entre a última e a próxima batalha. Feliz é aquele que consegue prolongar este estado de calmaria pela vida toda…
Quase terminando, escrevo agora sobre o contrário da maldita gula, que e entre outros, tem como antônimo a moderação, a parcimônia e se quiser ser radical, o ato de jejuar.
Creio que o termo moderação é bem adequado para definir o contrário dessa voracidade de comer.
Assim como a desnutrição, o sobrepeso é um problema de saúde pública mundial, mas existe um problema maior ainda em relação à gula, a obesidade mórbida.
Minha esposa, gosta de assistir um programa de fatos verídicos (um reality show do canal Discovery Home & Health), aqui chamado de Kilos Mortais.
No início eu reclamava de ver os capítulos, mas depois de ver tantos, já não reclamo e entendo melhor o problema que essas pessoas sofrem.
É assustador assistir a situação de alguém que não consegue mais levantar da cama, com 300 kg ou mais, e ainda,
enxergar todo o envolvimento dos familiares, que não sabem o que fazer para ajudar ou resolver. Em alguns capítulos, a coisa chega às raias da loucura, as pessoas que estão envolvidas com o problema, ajudam aquele ser humano a engordar mais ainda, afinal de contas, são eles que levam a comida para a cama onde essa pessoa imensa, depois de tanto comer, espera a hora de sua morte, impressiona demais.
Uma coisa é certa, quem está envolvido com esse ser, acaba sofrendo algum distúrbio psicológico, e junto com ele, entram em "parafuso" emocional. Tem que ter muita estrutura para sair desse círculo vicioso.
Enfim, é um programa muito deprimente. Tudo começa pela falta de moderação, inicia-se então um ciclo vicioso (comer também é um vício), comem para se satisfazer e acabar com alguma angústia, e a medida que não se sentem satisfeitos, comem mais para tentar acabar com aquela ânsia da falta de satisfação.
Há pouco tempo, uma colega de trabalho me disse: "acho que todo mundo tem um vício qualquer".
Concordo plenamente, tem vício para tudo quanto é lado, vício em trabalhar, em não trabalhar, em malhar, em sedentarismo, em bebida alcoólica, em cigarro, em drogas, enfim, a lista é estensa.
Tem um ditado que diz: "tudo em excesso faz mal", então ser moderado em tudo é importantíssimo.
Extrapolo isso para todo os pecados capitais.
Ser moderadamente irado, lhe aproxima da paciência, ser moderadamente soberbo, vai abrir o caminho para sua humildade e assim por diante..
Só não tem como ser moderadamente avarento, se a pessoa é mão fechada não tem como ser menos "pão duro", mas isso fica para o próximo texto enfadonho do contrário dos sete pecados capitais.
Antes de terminar, faço uma ressalva para o ato de jejuar.
Quando jovem jejuei algumas vezes, achava e acho um ato penitencial fantástico, sentir no corpo o que tantas pessoas sentem nesse mundo tão desigual. Está na hora de voltar a fazer isso de vez em quando. Acho que vou jejuar amanhã!
E tenho dito...
Escrever é expor as angústias que se carrega entre as entranhas e deixar que elas se espalhem. Que sejam tuas vísceras bálsamo para os atordoados de espírito - tão desarrazoados quanto tu próprio.
E ao escritor, só lhe resta o anonimato. Este ficará eternamente sobre o julgo de seus pensamentos, na escuridão profunda, no calabouço mais inquietante e se tiver sorte, irá se afogar entre os parágrafos.
Pesadelo -
Por momentos julguei sentir o eco dos teus passos por entre o silencio da horas inquietas! Julguei sentir a culpa das palavras que não disse, dos momentos que perdi e dos instantes de saudade. Por momentos desejei que fosses tu, caminhando para mim como um Sol d'Inverno ...
Mas os teus passos vinham sobre a noite opaca e triste ... mesmo assim ... desejei que fosses tu!
E tudo terminou à hora do Sol-pôr ...
Meus olhos, na distância, na miragem, cheios de água e solidão, encheram-se de silencio e desenharam no horizonte das tardes quentes d'Agosto, um não sei quê de poesia ...
Ah! Que ninguém venha pedir-me "que razões!" O porquê de amar alguém que não nos quer?! Não sei! Não sei! As razões, essas, transcendem-me, ultrapassam-me os sentidos ...
E há bocados de sonhos despedaçados, caídos na noite, sem fim! E tudo está gasto! Menos a dor que me atravessa nesta hora e que me deixa estático, parado a meio tempo, como se fora o principio de tudo ou o fim de qualquer coisa ...
E não peçam que me cale! É impossível ficar aqui - no silêncio! Estou farto de sombras mudas - mortas! O amanhã não existe mas é teu ...
A noite cobriu meu ser de um mar de trevas e o Pesadelo aconteceu ... o silêncio apodreceu nas minhas veias e um punhal trespassou a minha Alma!
Outros dias virão! Adeus!
