Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Ninguém sabia da mistura explosiva entre democracia e redes sociais. Os resultados são catastróficos para as liberdades individuais e da minoria.
O intervalo entre uma queda e o recomeço parece uma eternidade. É muito sofrido. Mas o mais incrível de um recomeço; são os novos parâmetros e oportunidades.
Num voo de cores, dança a borboleta,
Entre flores e sonhos, a vida completa.
Ela é o sopro do vento, a luz do poente,
Um sussurro da vida, tão efêmera, tão presente.
No entanto, vem a morte, silenciosa e certa,
Finaliza a dança, a cortina deserta.
Mas na despedida, uma nova beleza desponta,
Na metamorfose final, a vida se reencontra.
Perdi a linha
Entre o claro e o escuro
À beira de um ponto
A ponta escondida
Passada do avesso
Atravessou o plano
Costurou entrelinhas
Bordou estrelinhas
Pintou o pano
A terra firme a qual fornece apoio aos nossos pés e as edificações que nos abrigam, entre outras, fazem parte de um planeta - Terra - que, assim como os demais, está situado, de forma suspensa, no espaço. E ele é sustentado pela força gravitacional.
O nosso chão está no céu.
Não existe o "aqui embaixo". Estamos todos em cima. No firmamento.
Lembre-se disso, toda vez que você maltratar o meio ambiente, contribuindo para extermínio da nossa casa universal.
"Assim como Absalão, existem aqueles que subestimam a conexão divina entre você e Deus, ocultando suas reais intenções; entretanto, sua autoconfiança cega-os para o destino que em breve se revelará.
Na masmorra da razão, na escuridão profunda,
A dualidade se revela, a mente se afunda.
Entre o empirismo dominante e a crítica pura,
Desponta a lucidez ácida, uma voz que perdura.
Explorando a energia cósmica, além do visível,
O poeta mergulha nas camadas mais sensíveis.
Questiona o domínio do empirismo estreito,
Buscando a verdade além do mero preconceito.
Na dualidade do pensamento, a luz e a sombra se entrelaçam,
A lucidez ácida em cada verso se desfaçam.
Enxerga além das amarras do racionalismo comum,
Desvendando mistérios que a razão não assume.
Na masmorra da mente, a crítica se debate,
Entre o empirismo dominante e a razão que abate.
A energia cósmica pulsa, invisível aos olhos,
E o poeta desbrava caminhos, voa em seus voos.
A lucidez ácida o guia nessa jornada,
Explorando horizontes além da empiria adotada.
No cerne das trevas, encontra a faísca de luz,
E revela verdades que desafiam a cruz.
Que o poeta, com sua voz ácida e ardente,
Rompa as amarras da razão, ouse ir além da mente.
Que a dualidade se dissipe na energia cósmica,
E que sua poesia transcenda qualquer lógica.
In, A sombra sobre o véu
A vida é uma constante dança entre o que percebemos e o que realmente é, desafiando-nos a desvendar seus véus ocultos.
Há uma magia misteriosa que envolve a conexão entre alma, coração e as estrelas brilhantes que adornam a noite sombria. É uma dança cósmica que transcende a compreensão humana, conectando-nos a um vasto universo de significado e beleza.
A alma, muitas vezes descrita como a essência de quem somos, é como uma chama etérea que arde dentro de nós. Ela é a fonte de nossas emoções mais profundas, da nossa consciência e da nossa conexão com o mundo ao nosso redor. Como um farol interior, a alma guia nossos passos e nos lembra de nossa humanidade.
O coração, por sua vez, é o recipiente dessas emoções. É o lugar onde o amor floresce, onde a paixão arde e onde a compaixão encontra morada. É o órgão que bate ritmicamente em nosso peito, pulsando com vida e vitalidade. O coração é a ponte entre a alma e o mundo, transmitindo nossa essência para o exterior.
Enquanto contemplamos o céu noturno, somos atraídos pelas estrelas cintilantes que pontuam o manto escuro. Elas nos lembram de nossa insignificância perante a vastidão do universo, mas também nos inspiram com sua beleza radiante. As estrelas são símbolos de esperança, sonhos e possibilidades infinitas. Elas nos convidam a sonhar, a imaginar e a buscar algo maior além de nós mesmos.
E na escuridão da noite, quando a luz do dia se recolhe, uma bebida mística ganha vida. A bebida dos piratas, conhecida por sua aura de mistério e aventura, flui como um elixir dos deuses. É uma poção âmbar que aquece o espírito e acende a chama da ousadia. Os piratas, com seus corações selvagens e almas sedentas por liberdade, levantam suas taças em brindes à vida e ao desconhecido.
Essa bebida dos piratas, seja rum ou outra destilação que satisfaça sua imaginação, evoca a sensação de liberdade inigualável. É uma mistura de coragem, rebeldia e o desejo de explorar horizontes distantes. Aqueles que ousam provar dessa bebida entram em uma jornada de descoberta, desafio e autenticidade.
Assim, quando a noite sombria envolve a Terra e as estrelas se acendem, permita-se ser transportado para além dos limites do conhecido. Deixe sua alma brilhar como uma estrela distante, permita que seu coração seja o guia e, se desejar, desfrute de um gole da lendária bebida dos piratas. Em meio a essa combinação, talvez você encontre uma conexão mais profunda consigo mesmo e com o universo ao seu redor, desvendando segredos que só a escuridão da noite e a coragem dos piratas podem revelar.
A ação é a ponte entre sonhos e realidade. Persista diante dos desafios, mantenha-se focado em seus objetivos e descubra a força transformadora que a determinação pode proporcionar.
Em busca do desconhecido... Aquilo que não se pode ver, ter ou compreender. Não está entre nós mas em nós.
Diante de toda uma histeria social barulhenta e difucultosa de entendimento, conflituosa entre partes, só é preciso um cantinho humildemente silencioso para se estar mais em paz. E fazer uma boa viajem para o próprio interior.
A metamorfose continua; hoje uma lagarta
arrepiante, amanhã
uma linda borboleta passeando entre os jardins.
