Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
”Os 40 anos… idade perfeita… finalmente alcançamos o equilíbrio entre a experiência e juventude. Desenvolvemos sabedoria para enxergar como é valioso investir nosso tempo com quem vale a pena, como: esposa, filhos, pais e amigos; assim como otimizar o ônus, para realizar somente o necessário. A partir de agora o tempo vale muito mais, devemos aproveitar cada momento de forma única e seletiva… viver bem cada fase de nossa vida, nos faz viver de forma incrível… viva a vida.”
"A liberdade é a dança sutil entre limites e escolhas, onde cada passo nos aproxima da verdade de quem realmente somos."
02h15 | 02.set.024 - o verbo que transita entre nós
o verbo que transita entre nós,
é ponte entre o ser e o sentir,
um laço invisível de existir.
carrega o peso de histórias passadas,
e a leveza de promessas caladas.
o verbo que transita entre nós,
transita entre o olhar e o gesto,
no eco de um sorriso modesto.
navega em mares de dúvida e fé,
costurando o destino em cada maré.
o verbo que nos habita e nos move,
não se cala, não cessa, nem dorme.
é a chama que arde, constante e nova,
transformando o mundo enquanto nos envolve.
Entre as ilusões do socialismo, capitalismo ou comunismo, a manipulação política apenas mantém o ciclo intacto: os pobres afundam nas promessas vazias, enquanto os ricos, indiferentes, seguem se fortalecendo nas sombras do poder.
Todo ano erramos, todo ano acertamos,
Entre quedas e vitórias, seguimos a crescer,
Nos tropeços, os ensinamentos que abraçamos,
Nos acertos, a luz que nos faz renascer.
Cada amanhecer é um presente divino,
Uma nova chance de recomeçar e evoluir,
Nos erros, Deus desenha o destino,
Nos acertos, Sua graça nos faz prosseguir.
Agradeço a Deus por cada instante vivido,
Pelas falhas que nos ensinam a ser mais fortes,
Pelos acertos que tornam o caminho florido,
E por Sua presença, que nos guia em todos os cortes.
Que, ao fim de mais um ciclo, possamos sorrir,
Gratos pelos desafios, prontos para insistir.
A verdade é que às vezes a gente finge que não sabe o que quer, por saber que entre: "o querer e poder" existe um abismo enorme...
É melhor nem tentar! Pode ser que seja impossível juntar os pedaços do coração depois...
Construímos amizade em meio às diferenças entre nós,
Entre risos e discórdias, entre confissões e perdões…
Cada uma tinha um universo inteiro para demonstrar à outra,
Porém, partes desses universos eram lugares comuns e, por estes existirem, foi como se encontrar em outra pessoa.
Sabe-se que a vida te leva para lá e para cá, sozinha para realizar seu próprio caminho,
Entretanto, as amizades em sua jornada te acompanharão, compartilhando tesouros inestimáveis sem pedir nada em troca,
Assim como vocêfaráporestas e outraspessoas.
Uma amizade autêntica é mais do que um tesouro inestimável, elatemodomdeiluminarumavida.
A noite a luz da lua
no leito em desalinho
languida te escondes.
Entre xales e lençóis
a pobreza do que somos,
dois eternos enamorados
que a distância nos amamos.
Teus lábios,
duas pétalas de flor
orvalhados de amargura
contam segredos as paredes
neste quarto em bolor.
Os amores de outrora, agora dispersos entre as estrelas, sorrisos e brilhos de outrora que iluminaram o caminho, minutos efêmeros que não retornam; e assim, na contemplação do céu e do tempo, reconheces a metamorfose de tua própria essências.
Apesar da sedução, vale lembrar que entre a fantasia e a realização, esconde-se a exposição, frustração, decepção e desilusão.
Não há nada de novo no confronto entre o velho e o novo; exceto o bastão renovado que seguirá com a nova geração.
Às vezes, nem é o percurso que é moroso, nós é que demoramos a entender a diferença entre um sonho e um objetivo. Idealizar, nem sempre é sinónimo de concretizar.
02/10/2024
Entre tantas misérias...
Poucos buscam a Verdade...
A grande maioria apenas ora...
Contentando-se com o sorriso que chora...
Deslumbramento...
De rudes caminhos...
Murmúrios entre as sombras e os ninhos...
Enquanto os anos passam...
E a vida segue em desalinho...
Tudo na vida está em esquecer...
Ou não, o dia que passa...
Tua vitória está em saber que não é hoje...
Amanhã será?
Nos desafios do tempo...
Esmorece a esperança...
E na violência que chora...
Não te culpas, mas culpas as horas...
Mas se faz no seu cuidado...
O bem que apenas em sua alma retrata...
Sedento de justiça...
Justiça torta...
E malfadada...
E tendo passado a vida...
E tão pouco compreendido...
Onde se oculta o pavor...
De tão pouco ter aprendido...
Eco...
Vai o grito da cegueira...
Perseguindo a funesta sorte...
Fugindo da morte...
O coração já não sente...
As asas da fantasia...
Agora já perdida...
Busca nas esquinas...
Enganando-se todos os dias...
Mas não desisti da estranha jornada...
Imposta pela sua má vontade...
Não lhe depara o gozo...
Só chora saudades...
Alma de vácuo imenso e fundo...
E desta meia morte...
Continuas a olhar o mundo...
Platéia das cousas mortas...
De vento que sopra...
E responde sorrindo à cruel realidade...
Disfarçando a perdida mocidade...
Perdido estás...
Sob estranho véu...
Pedindo aos céus...
Um novo amanhã...
Sandro Paschoal Nogueira
Jardim Sertanejo
Os dedos perpassam a pele deixando o tato quente do meu desejo
Entre nós escorre o néctar do meu alvo jardim sertanejo
A língua que faz o caminho atinge a flecha do veraneio
Sinto que perde o ar em cada toque, em cada beijo
Vou te despindo devagar, a tua pele eu incendeio.
Os olhos a conversar, pedem que o sorriso aprume o seio
A paz que veio buscar ficou entre mãos fechadas, nos fios do meu cabelo
No ritmo intenso e domado, tua boca abre em apelo
O tremor lhe segue a medida, que acaba o nosso rodeio.
