Amor entre Almas
Não há distinção entre nossas experiências - algumas são vívidas, outras opacas; algumas são agradáveis, outras causam agonia só de lembrar - mas não há como saber quais são os sonhos e quais são a realidade.
A humildade é um sintoma: ou de muito saber ou de pouco saber. Os intermediários oscilam entre o orgulho e a humildade.
'As coisas são articuladas entre às seis e a meia noite, mas elas se apresentam mesmo é entre a meia noite e às seis. Pois, é na sombra das noites que acontecem as coisas e só quem madruga e perambula é quem pode ver".
Impossíveis...
Entre tantas coisas impossíveis que se apresentam diante de nós; reter água com as mãos, é uma delas.
Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura
Vivo com dois mundos em mim. Me divido entre esses mundos que muitas vezes me parte... e partida não sei por onde seguir.
E lá vamos nós nesse barco, entre traços, linhas, letras, vagas, versos, além das entrelinhas e "entreversos". E talvez há tanto a se ampliar, "entretextos", "entresilêncios" e outros tantos "entres" nesse mar infinito. Mas, vamos... eu, você e eles, nós quem sabe ou ninguém, mas estamos indo ou ficando, sentindo e deixando o fluir acontecer ...
Que venham então, os ares que se abrem entre céus sem mais horizontes e algumas nuvens a dissipar-se!
QUE DOR É ESTA ♡
Que dor é esta que me rasga e corrói
Cada pedaço do meu corpo
Entre os espinhos desinteressados
De uma bela flor neste jardim
Onde os poemas são esquecidos
Rasgados, queimados deitados fora
Numa selha de lágrimas do meu coração
Com as saudades que tenho da escrita
Onde as palavras são virgens na minha alma.
Ao se reunir entre duas pessoas, não fale de uma terceira e assim sucederá em quantidade e ordem, em que vale o mesmo princípio!
Me encontro perdido em meus pensamentos,
Viajando por entre o saber,
A navegar pelo mar da solidão.
Tento me expressar em um papel,
Demonstrar meus sentimentos.
Não há quem me compreenda,
Pois o que eu escrevo é medonho.
No entanto, um alívio me vem
Por poder expressar além do além
Caminhávamos entre o caos da multidão,... felizes por estarmos juntos.
Falávamos baixinho... talvez nenhuma palavra era dita conexamente.
Apenas falávamos... baixinho... felizes.
Eu era feliz não por estar ao seu lado...
... (você sempre era muito louca)...
mas pelo sentimento que você despertava em mim.
Hoje sinto muitas saudades daquele sentimento...
...não de você.
O livro
Um elo entre o escuro e a visão.
Uma ideia sábia.
Elimina a divisão.
Sim.
Como é dividido.
As classes.
O prazer.
Daquele que folheia.
Que dedilha com os olhos as letras.
Um divisor de águas.
Um dedo no crivo.
Desenvolver a mente.
Tornar se potente.
É desvendar o livro.
Caminho do saber.
Da instrução.
Da orientação.
Denomina se o ser.
Elabora a arte em você.
O caderno de anotação.
As histórias.
A própria emoção.
Arrependimento de quem não leu.
A vida preserva sua literatura.
O analfabeto padece nessa cultura.
O livro.
O crivo.
De repente.
Abismo.
Entre a sensatez e a ignorância.
Retumbante prazer.
Ler.
Eu não sei muito dizer.
Por seu eu intransigente nas entrelinhas da leitura.
Mas defendo.
Partitura.
Cultura.
Por ele primo.
Ele.
A redoma da sabedoria.
O livro.
Giovane Silva Santos
Cada dia um trago, como se fosse um cigarro que de trago em trago se esvai entre os dedos virando cinzas sujando nossas roupas e as vezes deixa marca do queimado quando cai o cigarro, a cada trago a cada dia se esvai um pouco um pedaço ou um cigarro.
Consuma use abuse pois a carteira só tem 20 cigarros.
Procura:
Busco a todo momento,
liberdade que só encontro,
debruçada no horizonte,
entre delicados filamentos...
Nuvens de pensamentos
que são meus sonhos,
meu Eu, meus sentimentos...
FAZ-SE SILÊNCIO ღ
Quando a calma faz silêncio
Quero morder as palavras
Rasgar entre os dentes a carne
A pele, os ossos até ao tutano
Do poema adentro da iris
Quero mascar o verbo
De todas as letras escritas
No ámago de todas as coisas
Sombra na aparente inércia
Dos mundos submersos
Em que só no silêncio
A poesia penetra ferozmente
Para que o meu olhar
Se perca no nada
Coração às vezes falho, engana e nos deixa em dúvidas constantes, entre o ir e o ficar, nesse tormento que é o pensar, de ser ou não ser, do viável e o inviável, do querer e não querer.
Amor, paixão e atração, sentimentos em total ligação, um é eterno, outro ardente e o outro envolvente, mas será que algum deles realmente pode salvar um coração dislacerado?
Viver e observar as coisas ao seu redor, e de repente, puff! Bate aquele olhar desmanchado, que te faz derreter, entre seguir adiante ou apenas desviá-los, e simplemeste deixar o amor passar não despercebido, mas sim, não saber mas lutar, pois sua alma já está fraca o bastante para tal luta.
Será sempre assim, nessas erosões internas pelo corpo de lutar pela felicidade?
Vejam o contraste entre a água e o fogo. O fogo aquece a água. Mas a água pode apagar o fogo. Fogo é conhecimento e deve servir para aquecer, mas também pode fulminar!
