Amor entre Almas
Se eu tiver que escolher entre meu sonho e qualquer outra coisa, não hesitarei em dizer: meu sonho sempre será minha prioridade.
Não é porque as pessoas discordam entre partidos políticos , religião e escolhas, que precisam ser inimigas.
Há uma grande diferença entre ser moleque e se tornar homem; e uma coisa e certa, se tornar homem é um aprendizado que nunca acaba.
Sob o céu estrelado
distenso no gramado...
Entre galhos, folhas e frutos da amoreira...
Admira as estrelas...
Ouve os sons que a noite produz...
Grilos e sapos cantam e coaxam em harmonia...
No horizonte as sombras das árvores
Formam enormes montanhas...
O leve sopro do vento
Junto a minúsculas gotas de orvalho
dá o toque especial...
No alto a Lua sorri...
Um enorme calidoscópio...
O perfeito
O tempo
O infinito
Os instantes
A essência
Com suas disposições simétricas...
A constante mutação poética...
…eram onze da noite e a lua estava bela no céu, tímida por entre as nuvens, brilhosa refletia por entre as cortinas, tão cheia, um contraste com meu eu no meu vazio…
sem cura...
por entre a intermitência do caminho,
sento-me a pensar em ti
com carinho,
o vento bate na janela da insónia
a única coisa que não entendo
é este silencioso grito que me vai na alma
esta loucura, este amor frenético
sem cura...
(rabiscos)
"Entre o que você vê e a realidade, podem existir várias verdades. Nem sempre nossos olhos são nítidos"
Entre Passado e Futuro
Sempre que você come este pão e bebe este cálice, proclama a morte do Senhor até que Ele venha. - 1 Coríntios 11:26
Quando pensamos no que Deus fez por nós no passado, podemos avançar com confiança no futuro. Isso era verdade para o povo de Israel quando viajavam do Egito para a Terra Prometida.
No capítulo final de Gênesis, lemos que, quando José estava morrendo, ele fez seus irmãos jurarem que levariam seus ossos para a terra que Deus havia prometido a Abraão (50: 24-26). Mais de 300 anos depois, Moisés levou os ossos de José quando os israelitas deixaram o Egito (Êx 13:19).
Pelos próximos 40 anos, o povo carregou a arca com as tábuas da lei e o caixão com os ossos de José. Os ossos serviram como um lembrete de seu ontem. A arca apontou para o seu amanhã, pois as tábuas da lei antecipavam o relacionamento que deveriam ter com o Senhor na Terra Prometida. A arca e o caixão eram lembretes de que o Deus que os estava levando adiante estava trabalhando no passado. Garantia e esperança foram realizadas juntas.
Hoje, como povo de Deus, podemos ter essa mesma perspectiva quando nos reunimos para celebrar a Ceia do Senhor. Lembramos com certeza que Jesus morreu por nós (1 Cor. 11: 23-25), e esperamos com confiança a Sua volta (v.26). Essa esperança viva nos encoraja a viver todos os dias por ele.
Tu és o pão da vida, ó Senhor, para mim,
tua santa Palavra, a verdade que me salva;
Dá-me para comer e conviver contigo,
ensina-me a amar a tua verdade, pois és amor. —Lathbury
Lembrar a morte de Cristo nos dá coragem para hoje e esperança para amanhã. Haddon W. Robinson
Eu sei que, não deveria dar tudo de mim para obter reconhecimento entre as pessoas. Porém, às vezes me esforço tanto, que faz falta alguém para reconhecer isso.
Todos os dias tempos que escolher entre respeitar a ti ou respeitar os outros, ser feliz ou fazer os outros felizes, desiludir os outros e ou desiludir a nós mesmo. É preciso encontrar a coragem dentro do coração e a simplicidade na alma, pois haverá dias que acordaremos e precisaremos tomar decisões, afinal ser feliz não é sobre o que nos falta, mas sim sobre o valor que sabe dar ao que tem.
PARADOXO PROFUNDO: A LUZ E A ESCURIDÃO
A profunda falta de entendimento entre as pessoas está, justamente às margens do que é certo e errado, da luz e da escuridão. No meio das duas vertentes, sempre haverá mudanças, pois os que possuem conhecimento, sabiamente, estão sempre à procura de novas culturas capazes de esculpir tenros saberes capazes de projetar a luz necessária a iluminar as mentes que, por ignorância, ainda vivem no mundo sombrio. A mudança tende a vir, justamente, com o advento dessa projeção, pois as pessoas não almejam viver na escuridão para sempre. Todas buscam para si um mundo promissor. E acreditem, elas, por mais ignorantes que sejam, um dia haverão de abrir os olhos, pois a escuridão incomoda e, por mais cegante que seja, a luz é contagiante e há de iluminar as mentes desprovidas dos conhecimentos aptos a nos conduzir a um mundo melhor para viver.
AGULHA, PONTA E LINHA
Entre agulha, ponta e linha
Vive o romance esquisito
De um triângulo sem visco
Que sempre finda aflito.
A ponta é da agulha. E a linha?
A linha, sempre sempre sozinha,
Vive à procura do amor
Que no outro amor se encontrou.
A agulha, bem de metal,
Segue os passos da sua ponta,
A que lhe abre o caminho
E vai tecendo suas estampas;
A que lhe chega de mansinho
E, com jeito, devagarzinho,
Passa aqui e passa ali
Sem lhe fechar o caminho.
A agulha, "enrijizada",
Sem precisar pensar em nada,
Segue o caminho certinho
Da ponta que lhe mostra a estrada.
A linha, essa sorrateira,
Vive atrás da agulha faceira
Que segue seu lindo curso
Sem se lhe envergar nem um pouco.
A linha, sem se dar conta,
Vai deixando de perceber
Que o caminho em que ela se encontra
A ponta já esteve a fazer.
E ela, a linha malvada,
Sem se sentir resignada,
Segue tonta, feito cega,
Seguindo o caminho somente
Que a ponta da agulha carrega.
Assim são as relações
Que se estendem a três corações:
A ponta conduz o caminho,
Traçando sozinha o destino.
A agulha segue a vida
Despreocupada e destemida.
A linha, que vem perdida,
Só serve pra fechar saídas.
Aceite ser uma agulha
E não se curve facilmente.
Aceite ser uma ponta
Que da agulha está à frente,
Mas não aceite ser linha
Que, sempre sempre sozinha,
Percorre, sem nem um adeus,
Um caminho que não é seu,
Porque a ponta e a agulha
No mesmo caminho seguem
E deixam sempre para trás
A linha que, na roupa que faz,
Sozinha em si se perdeu.
Nara Minervino.
Gestão e Responsabilização devem ter uma relação umbilical como aquela estabelecida entre mãe e filho.
Entre um poeta e um político;
Compatibilidade, NUNCA!!!!!!!!!!!!
Nunca haverá compatibilidade;
No ver de um político e de um poeta;
Devido à responsabilidade;
Que pra tais, tal ver ter; tanto acarreta!
Tal é, por a mentira não caber;
Num poema, por tal não suportar;
Esse tanto que o outro terá que ter;
Por só com tal, se poder governar!
Porque caso se invertesse o pensar;
De um de ambos, só para ao outro agradar;
À poesia iria envergonhar!...
Devido, à mentira não rimar;
Com métrica, por em tal tão faltar;
Verdade, que faz ambas; conjugar!
Com satisfação, por tal;
