Amor entre Almas
Desde quando eu te vi, foi como uma química entre nós dois, seu mundo abalou o meu. E com isso passei a ver o paraíso que habitava em seus braços e o caminho de felicidade que seus olhos mostravam.
O sorriso é a minha bandeira de paz! É com ele que vou ao encontro do dia, abrindo espaço entre as dificuldade, driblando o mau humor que encontro no caminho, desviando-me da tristeza, transpondo obstáculos e buscando sempre essa força poderosa que a mim chega com o aurorear de um novo dia, me renovando e colocando-me inteira diante da vida.
Entre linhas e escritos, faça sua história ser valiosa e inesquecível, sem meias palavras ou entrelinhas.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Sabe, eu te amei desde o primeiro momento. Fiz de você a minha pessoa preferida entre todas as outras. Decorei cada traço teu e amei cada um deles.
Com o tempo, percebi que essa pessoa não existia além dos meus sonhos e nada poderia ser mais devastador.
A vida é o espaço de tempo entre a geração e a morte, o período de existência é uma inquietação, depende da sorte.
Nunca entre na floresta. Lá dentro tem cada força sombria que ninguém entende, umas coisas sobrenaturais que podem te fazer um mal danado...
Tornei me o tomento em meio o caos,
entre tantos momentos te encontro na escuridão...
sendo seus lábios a encontras o desejo,
desvirtuando ate mais pura das almas...
Morcegos sobre voam a agonia,
senti os mortos dançarem,
entre as janelas da alma
recebem os anjos...
estamos dormindo,
enquanto espíritos dançam,
diga que me ama e tudo será um sonho,
tantas evidencias de seus corpos arderem
no movimento que a delicia...
As vezes a solidão traz mais contentamento do que dias a fio nos banquetes entre o luxo e a riqueza.
Estranho Sentimento
Estranho esse sentimento, ora juntos
e em outras separados.
Entre sorrisos e seriedade, o meu querer
vive.
Te perguntar não posso, pois um retrato
nada diz.
Em meu íntimo gostaria que dele saísses
e a mim a verdade dissesses.
Boa ou ruim só me importaria ali estares,
e isso bastaria para me fazer feliz.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista.RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
O silêncio também participa do conhecimento entre duas pessoas.
ENTRE ENCONTROS E DESENCONTROS
Ninguém conhece alguém por acaso, os encontros e desencontros obedecem uma lógica que não nos é perceptível no momento que acontece.
A bem da verdade, com tudo e com todos aprendemos ou ensinamos alguma lição.
Então que sejamos aprendizes e ao mesmo tempo professores, uns para os outros, nesta que é a incrível escola que é a vida.
PROFESSOR MENDES
Quando Jesus voltar a ser anunciado com mais veemência como único mediador entre Deus e os homens, igrejas terão honra no Céu!
ENTRE MARIAS E JOSÉS
A vida nos sorri tão rápido e assim como chegamos saímos, nossa estada aqui nos é dada na medida que nos convém cumprir o que a natureza divina nos predispõe.
Na eternidade somos lembrados pela importância que tivemos e pelos corações que na bondade tocamos.
Não chorem pelos que por hora partem, pois o adeus nesta vida é somente um até breve no mundo espiritual.
PROFESSOR MENDES
Quão fátuo é o lírico! um visco,um viso!
uma cópula entre a aorta e o escrito!
Quão distendido!
além da margem do sulfite,
além do que narra o grafite,
o esferográfico,o alegórico,o arremate,o arrebite,
abruptamente, o descomedido surge do atrito,
entre o psíquico e o somático,entre a íris e a epiderme,
entre eu e você...o revérbero!
O tanger da alma , fez-me ver que o desejo é auspício,
é preciso friccionar o contexto do lido e do não dito,
do que não cabe no verso,que é mero resquício,
réquiem do substantivo,
que não cabe na palma da mão!
Meu anjo telúrico de exéquias guirlandas,
meu anjo exímio da mímica,
sou letrada em tua pálida fisionomia,
todavia não me prendo a adjetivos,
eles limitam a forma como sentimos o outro,
a palavra é uma argila fina,
nas mãos do poeta é escultura abstrata,
nas mãos de um tolo é uma lápide!
Entre a lagarta e a borboleta,
há um hiato,um limbo,o notívago do pupo,
o prelúdio contorcido...da crisálida!
há nervuras em suas asas,cicatrizes de seu êxodo,
quem vê o colorido de suas asas no azul primaveril de setembro,
se esquece do casulo de onde veio,
da solidão latente do invólucro,
como uma gaze espessa ,a dor da metamorfose,
revira-lhe o ser com o distendido,o disforme,o amórfico,
tudo é tão desprovido de sintaxe,
qualquer fissura que lhe surge,
é um bramido de liberdade!
quer monarca ou morfo azul,
borboletas transcendem o metafísico,
e converteram a dor do íntimo,
em traços belos de singularidades,
faça de seus estigmas, lindas pinturas íntimas,
porque entre a larva,
a crisálida,
e a borboleta,
há uma paleta de cores para preencher a vida,
contornar as dores é ofício de artista!
poeta nem sempre tem pincel e tinta,
porque o coração as vezes é tinteiro vazio,
secou-se após tantas rimas e arritmias...
se não posso pintar a tua fisionomia com nanquim,
posso adorna-lo de fonemas e interjeições,
nem sempre projeto de forma translúcida minhas emoções,
no côncavo dos olhos esmeraldinos,há o suprassensível,
que reverbera o ambíguo,
porque falta-me as vezes a borracha da sensatez ,
que nivela minha visão de mim mesmo,
ah se todos pudessem usar a interpretação, como usam rímel,
não haveria o borrão da ignorância!
Preso na úvula,
no glote,
entre a traqueia e a aorta,
um nó feito de dó incomoda,
e a "ré" de toda dor,
não é "mi" ,nem"fá",nem "sol",nem "lá",
é um lacrimejar,
e fiz do pesar o nanquim,
e do lamento o grafite,
porque a pele é sulfite,
do que não se pode pronunciar...
e a memória insiste em exumar lembranças inglórias!
ora essa, que infortúnio não ter incógnitas,
porque certezas são como extremos,facas de dois gumes,
o ego não pode pesar mais que o argumento,
é preciso ser leve como lírios ao vento,
procurando o acolher de uma brisa...de inspiração!
