Amor e Razão
O amor não obedece teoria, não tem limite e nem razão; Amor é calmaria, é a paz na paixão que fulmina um coração! "sirpaultavares"
Amor é me achar no seu pensamento
E me vestir com sua alma,
Esquecer deste mundo sem razão
E investir em nossa comunhão.
O amor é a razão da existência, pois a vida se move quando o amor é inserido nela. Sou quem sou pelo amor e pela vida que há em mim.
Saber amar
Razão eu as tenho de sobra para
alegar que o que dentro de mim vai,
é amor.
Como explicar a razão em ter sempre
o meu pensamento voltado a esse afeto?
Que resposta posso dar a estas
saudades, que são a real tradução do
amor que existe?
Ter a quem se deseja constantemente,
querer sempre ver, saber por onde anda,
desejar sempre a presença à nossa frente.
Ter amor por alguém, é querer saber de
como está, preocupar-se com a suas
dores físicas ou espirituais, sentir falta
da sua vinda , da voz, do perfume.
Se isto nada representa, não sei o que é
amar.
Por vezes se mais longe eu ficar, quem sabe
a distância tenha a resposta a tão grande
emoção, sensibilidade e fascínio.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. - RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E.
o amor é a paixão,o odió é inlusão o pensamento é a razão a mente a resolução da minha vida se eu sou a pessoa que eu sou graça ao meu unico criador que é meu deus ele me dá forças pra resistir contra meus inimigos que querem meu mal.
ALÉM DA RAZÃO
(08.08.2018).
Além da razão é esta
Estrela que brilha através
Do amor que se vive
Sem ter limites pra sonhar.
E compreendo meus versos,
Sendo parte de algo que
Não se pode tocar, mas sim,
Sentir ao ponto de se entregar.
❤
*INOCÊNCIA!!*
Te dei lágrimas em vez de amor, brinquei com a razão, abracei a ilusão, larguei teu amor, espalhei tristeza e dor, sou a ferida que não quer cicatrizar.
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Nem teu perdão vou pedir, não mereço o toque do teu olhar, o frio vai passar, não estarei mais aqui, rasgue as páginas da história que escrevi.
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Na inocência, me deu o seu mais lindo sorriso, sonhou com o que não soube lhe dar, no soluço rasgado, toda dor vertendo no olhar, meus erros a fizeram chorar.
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Vou seguir o caminho que escolhi, levarei comigo as lembranças do adeus, dos seus olhos dizendo "não vá," fui eu que escolhi, amanhã serei um estranho pra você.
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Alguém vai te dar as mãos, vai se levantar, sorrir como sempre sorriu, voltará a amar, serei lembrança distante que o tempo vai aos poucos apagar.
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Eu, teu primeiro amor, a dor mais doída, história inacabada pro teu coração, realidade nua e crua da desilusão, não mereço teu perdão, não te esqueças, amei também.
Ademir O. Lima
*Coisas de Poeta* ✍🏻
O amor é um jogo entre a razão e o sentimento, onde quando não é correspondido devemos agir com a razão, pois se doar demais a um amor não correspondido é sofrer exponencialmente. É preciso se libertar pra não virar refém de um mundo de ilusões e "joguinhos".
Quero acreditar que existe amor verdadeiro.
Mas enquanto o coração clama, a razão me chama para dizer:
Amor é passageiro e no final tudo se resume em dinheiro.
Você é a razão da minha felicidade
Não vá dizer que eu não sou sua cara-metade
Meu amor, por favor, vem viver comigo
No seu colo é o meu abrigo
SOBRE O AMOR, A RAZÃO E A PAIXÃO
O amor brigou seriamente com a razão porque não tolerava mais os exageros da paixão.
Magoada, a razão chorou e foi embora depressa, deixando a vida toda cheia de paixão.
Sabendo disso, a paixão sentiu-se absoluta e conduziu a vida como queria, enchendo-a de suas inesquecíveis extravagâncias.
Acontece, porém, que já cansada de tanto inventar, de tanto criar, a paixão quis se acalmar e sossegar, mas percebeu o lugar vazio que a razão deixou na vida, ao partir.
Concluiu, pois, que não é possível haver paixão sem razão nem razão sem paixão.
E eis que a vida chamou a razão de volta. A razão e a paixão se entenderam, e somente estando entre eles foi que o amor sobreviveu.
Nara Minervino
Mais se peca no amor que não se deu
Não havia razão para homenagens, não demonstrei amor, meu calcanhar de Aquiles era medo de amar, não tinha uma necessidade de me expor, mais um capricho em estar acompanhada.
Ofereço conselho quando não solicitado, todos os meus problemas de saúde se resumiam a gordura, minha alma desabrocha igual lótus, mas sou focada em muitas coisas e desfocada no amor.
Meus sentimentos me faziam tropeçar, cair, machucar, é claro que eram só acidentes, fui ferida pelo amor, mas vivo sobrevivendo e desistindo de outros prazeres, como comida por exemplo.
O amor que permeava tudo, anos de formação, uma carreira de sucesso, as conversas institucionais, as irritações da carreira, as negligencias com a saúde, evitei aquela conversa zero interessante.
Tudo começa e termina dentro de mim, minha responsabilidade é responder de forma gigantesca aos estímulos do meu coração e suportar o desfecho de minha história.
Estava lenta, não sobra energia nem para amar nós mesmos, o homem da minha vida era um estranho, não consigo expressar a profundidade dos sentimentos, não tenho entusiasmo, uma verdadeira metamorfose de sentimentos.
Jurei pelos manes de Buda que ia me abrir para o amor, ia tirar a melhor da situação da conquista, ia ser como as pessoas que sentem e escrevem sobre as emoções. Havia um tigre sobre este exterior comportado de autossuficiência.
Eu não suportava papo-furado, mas tinha a gentileza de me envolver em alguns bons debates, sempre achei que fiz por merecer aquilo que recebi. Depois de casada fui para lua de mel e gostei da experiência.
Ironia mansa é a gente se acostumar sem amor, se acostumar a viver como se a morte precoce e repentina, não pudesse aparecer, sem possibilidades de fazer as pazes com o criador, sempre preocupada com os nossos interesses.
Rastreei o problema até suas raízes, fingi empolgação pela oportunidade de solucionar tudo que me envolvia, eu me achava antiga e fora de moda, eu não me achava num relacionamento abusivo, no entanto, quando me abri para o amor, achava que podia perdoar qualquer coisa.
Instinto não possui razão, e o amor gera a compaixão, pra ti dá chances pra viver, pelas verdadeiras e divinas realizações, naturais de comunhão.
