Amor e Ódio
"Quem julga com ódio é juiz e acusador, e se inclina à crueldade; quem julga com amor é juiz e defensor, e se inclina à clemência. Esta verdade serve não apenas a magistrados – de cortes supremas ou cortezecas –, mas a todos os que, ao longo desta vida, ou amamos e tendemos à bondade, ou, na falta de amor, deixamos aflorar o ódio n'alma e tendemos à maldade".
Se me deres afeto, irei te realizar, dedicando todo o meu amor. Se me deres o ódio, irei te decepcionar, pois não possuo o mesmo sentimento para retribuir.
O que separa o amor do ódio é uma tênue cortina.
Meu coração está cheio de ódio
e por DEUS, isso não é pecado,
pois ELE me fez do amor e me deu amor.
E por amar tanto, estou cheio de ódio.
Me sinto um trapo inútil por sentir tanto ódio e não poder me
esvaziar.
Esvaziar a ponto de matar para sentir o arrependimento…
Mas finalmente matar para que o amor vença.
Não existe paz sem liberdade.
E liberdade não se ganha, se luta por ela.
O ser humano não oferta o que não tem, portanto, quem tem amor doa amor e bondade. Quem produz ódio dissemina ódio e rancor.
Há dias em que as camadas da vida se formam,
Entre elas, amor e ódio, se entrelaçam e transformam.
Camadas de força e dor, suavidade e labor,
Luz e escuridão se alternam, em constante fervor.
Entre elas, a calma e a tranquilidade têm lugar,
Mas também grandes estresses e furor a transitar.
E o que escreve essa saga são as camadas do acerto,
E aquelas dos erros, que moldam nosso percurso incerto.
Tudo isso que contam as palavras são pensamentos que vao dentro de mim.
