Amor e Morte
Sua ausência, minha decadência.
Sua presença, meu equilíbrio.
Sua voz, minha sinfonia perfeita.
Seu sorriso, minha meta.
Seu abraço, meu aconchego.
Seu beijo, minha morte e ressurreição.
Meu Testamento
Sei que na terra para sempre não ficarei, um dia pra o céu ou algo assim eu irei.
Como tenho muitos bens Para lá não posso levar, então aos que ficarem eu irei deixar!
Brigas, não quero, por isso resolvi escrever:
Para amor da minha vida, deixo os beijos e os abraços as juras de amor sinceras deixo meus pensamento e poema De amor.
A meus amigos mais próximos deixo o amor incondicional,deixo as lembras das festas e conversas para que não esqueçam de mim deixa a estrela que um dia eu ganhei com juras Sinceras de uma amor que acabou! Ela é linda e não pude me desfazer.
Aos meus amigos distantes, a este deixo a lembrança do dia em que nos conhecemos, e também um estrela ,a que eu escolhi e batizei! Para que onde quer que estejam lembre-se que vos amei aqui nesta terra.
Aos meus irmão de sangue ou não, deixo meus segredos, E também uma caixinha das coisas que vivi e saudade do tempo juntos.
A minha família eu deixo todo amor que possa existir ,e minha gratidão eterna.
Às pessoas que não me dou muito bem, deixo meu respeito!
As pessoas que tive a missão de ensina, deixo minha sabedoria,não é muita, mas é útil.
As pessoas que me conhecem de vista,deixo meu sorriso, podem acreditar ele é sincero Mesmo que meu coração esteja em cacos.
As pessoas que precisem,deixo meus abraços ,ele são quentes e acolhedores.
As pessoas que querem me ouvir, deixo meus conselhos, talvez não sejam muitos sábios ,mas é o que eu posso oferecer.
Meus olhos as pessoas que não podem ver ,para que assim enxerguem o mundo
E o ame como eu o amei
Meu pulmão a uma criança, para que ela corra e brinque como eu fiz quando era uma.
Meu coração eu deixo a uma jovem, para que ela possas sentir a intensidade da vida como eu senti.
Enfim deixo tudo em mim para quem precisa.
Há , e quanto as meus bem materias ,bem..... não ligo o que querem fazer se querem vender ou doar ,mas uma coisa eu não quero ,que olhem para eles e fiquem chorando por eu ter ido,na verdade se for para chorar ,que seja apenas de saudade,por eu ter sido alguém especial.E só pra quem eu ter sido uma pessoa especial!
Quero que se alegrem por mim,na minha partida,pois irei realizar um sonho Não de morrer,mas de Conhecer a Jesus em minha nova vida.
Não sinta medo de não ter-me ao lado, pois estarei sempre olhando por todos, e também não sinta medo de demonstrar exatamente o que estiver sentindo, sempre odiei hipocrisia, não vai ser na hora da minha ausência que permitiria que isto aconteça!
Não quero aquelas musicas da ocasião! Quero muito Rock, e todas as musicas que tenho em meu celular!
Na hora que seu olhos já não puder mas me ver , me veja com seu coração, não sei em que circunstâncias deixarei a vida , mas tenha a certeza que a aproveitei o Maximo, vivi intensamente, cada segundo me desculpe por algo!
Eu vos amo!
Véu da ilusão, dos prazeres e das vaidades, trajando de felicidade, a dor aguda do coração.
mãos traidores, beijos lascivo ao meu puro amor, das mais doídas das dores, sumistes na temida escuridão.
no último lugar e abaixo do céu, numa manhã ou noite de luar, será em braçadas lentas o meu amor tentando me matar.
Que as lembranças ruins de um ente querido que se foi, lhe sirvam como exemplo do que não se deve fazer. E as boas lembranças lhe sejam como combustível para a alma nos momentos de saudade e tristeza.
04/04/ dia da morte do meu pai
SAUDADES DOS QUE SE FORAM.
Saudades dos que se foram.
Saudades dos que nos marcaram.
Saudades da minha infância.
Saudades de um tempo que nunca mais vai voltar.
Saudades de tudo que não pude fazer.
Saudades de um sorriso de criança.
Saudades de amores.
Saudades do gosto do algodão doce.
Saudades de tomar banho de chuva.
Saudades te não ter responsabilidade.
Saudades de não ter chefe.
Saudades do tempo de escola.
Saudades dos domingos em família.
Saudades da turma de amigos do bairro.
Saudades de beber vinho e bate papo a noite toda com os amigos.
Saudades de ver o mundo nos olhos de uma criança.
Saudade de você meu velho pai.
Saudades das pessoas que me deixaram sozinho nesse mundo.
Saudades da felicidade nem que seja em apenas alguns segundos.
Saudades de todos que fizeram parte da minha história de vida.
Poesia de "Sabino Tavares".
Escritor, Roteirista, Cineasta, Poeta, Diretor de cinema e ativista.
www.sabinartproductions.com.br
Já parou pra pensar que, talvez, por sermos tão imperfeitos,não estamos preparadose nem somos merecedores
de um amor genuíno, espontâneo, constante, sem cobrança, que não se desgasta com o tempo e que é por isso
que os cachorros vivem tão pouco,
mas de uma maneira intensa e calorosa ao lado de quem os recebe, mostrando como se ama e que a vida é breve?
Quiçá também seja uma forma
do Senhor demonstrar a sua grande misericórdia por permitir-nos provar uma pequena amostra deste tipo
de amor,forte de um valor inestimável,
que mesmo após a sua morte,
irá nos acompanhar.
A doce lembrança da sua inestimável existência, que participou de vários momentos, queridos encontros e tantas bênçãos será na mente como uma luz forte de esperança, de felicidade, principalmente, naquelas ocasiões árduas de tristezas, de lutas, de grandes dificuldades, quando a saída não estiver muito aparente, uma poderosa luminosidade.
As recordações avivadas pelo seu sorriso serão transformadas em força, fortalecerão o coração e o espírito daqueles que amavam profusamente estar na sua presença e que amarão carregar uma parte da sua essência consigo, nos pensamentos, refletida em algumas atitudes, comportamentos, reafirmando a sua influência ilustre com os seus ricos ensinamentos.
Graças ao Senhor, O amor que demonstrava com muita maestria, tanto no seu jeito de falar quanto na prática permanecerá vivo, um brilho amável em certos olhares, que jamais será esquecido, nem perderá o seu significado, o verbo amar sempre fará sentido por mais que seja desafiado, que muitas vezes não seja correspondido, sem dúvida, o seu melhor legado, um regalo divino.
Perceção confortante que ajuda a afastar um pouco a dor da perda por intermédio do sentimento de gratidão, mas por enquanto, as lágrimas da despedida vão escorrendo pelo rosto, um choro normalmente inevitável, um desabafo imprescindível, o luto é doloroso, porém, necessário para se continuar lutando, lembrando que o viver é temporário e aqueles que amamos mesmo após a morte, de alguma forma, permanecem conosco.
Tamanho privilégio que não deve ser menosprezado, o de poder amar verdadeiramente de uma maneira intensa e em troca ser amado na mesma intensidade por sua amada, um sonho desperto numa realidade mais bela, juntos numa relação sincera de corpos e de almas, fortalecida cada vez mais com o passar do tempo entre muitas vivências abençoadas.
Vivenciando uma vida conjunta, partilhando felicidades, sofrimentos, muitas lutas, vitórias, a expressividade de momentos calorosos, emocionantes, daqueles que deixam gosto de saudades, depois de construírem memórias, enriquecidas pela reciprocidade, uma paixão duradoura, atitudes amáveis, uma música especial para todas elas, uma rica peculiaridade.
Amando mutuamente com tanta vontade e veemência que provoca neles o medo consistente de um ficar sem o outro e ter que experimentar a tristeza de viver em um lugar incompleto, onde a graça não seria mais a mesma, certos sonhos ficariam em silêncio como se um lindo som fosse infelizmente silenciado, tirando a beleza de um laço forte profusamente raro.
Haveria em seus corações, o desejo admirável, incessante, de que se o mundo acabasse, pudessem pelo menos permanecer de mãos dadas, seguindo na direção da eternidade, onde continuariam festejando um amor verdadeiro tão poderoso que nem a morte seria capaz de acabar, então, morreriam lado a lado com um belo sorriso no rosto e de olhos fechados até o eterno encontro.
Passamos a vida inteira buscando ter algo melhor, quando realmente conseguimos, já estamos mortos. Não que não seja importante lutar pelo que quer, mas também é importante saber valorizar o que tem.
Carrego em mim toda vida do mundo
Meu coração bate
Minhas pernas funcionam
E meus pulmões me alimentam
Então por que me sinto morta?
Carrego em mim toda vida do mundo
Meus reflexos são ágeis
Meus sentidos certeiros
E minha visão é clara
Então por que me sinto tonta?
Carrego em mim toda vida do mundo
Vejo beleza no podre
Vejo vida na morte
E perfeição na assimetria
Então por que me sinto feia?
Carrego em mim toda vida do mundo
Destruí muitas barreiras
Carreguei muitas pessoas
E construí muitas moradas
Então por que me sinto fraca?
Carrego em mim toda vida do mundo
Meu corpo me sustenta
Minha mente discerne
E meu espírito me guia
Se separadamente sou constituída de virtudes
Por que o todo parece tão disfuncional?
Nossa vida é como a estória da cigarra e da formiga. Quando morremos sabemos se apenas descansamos ou juntamos montinhos pro futuro. E isso pode ter ou não relação com Deus. As pessoas acham que ser ateu coloca a encarnação sem propósito ou futuro algum...
"Eu estou morto.
Eu não sei quem me matou.
Também, há muito, que nem sei quem sou.
Então, não sei quem morreu, ou quem me matou.
Mas sei que estou morto e que morto, estou.
Ser ou não ser, ser quem não ama, ou ser quem odiou?
Ser quem ela deseja, ou ser quem sou?
Nessas idas e vindas, não sei se fico; não sei se vou.
Não sei se é ódio, não sei se é amor.
Coração empedrado, desprezo, rancor.
Amaldiçoo-a pela madrugada, acordei respirando n'outro dia, que azar, senhor.
Meu corpo vive, mas minh'alma, há muito que jaz, e não sei quem a matou.
O que sei? Mesmo respirando, sorrindo, coração batendo, divertindo; morto estou..."
"Hoje, vai chover, eu sei; pois o vento, me lembrou seu cheiro.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o gelado do vento, arrepiou-me a pele e me fez lembrar seu beijo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois roguei aos céus que chovesse, para mascarar as águas do meu rosto.
Hoje, vai chover, eu sei; pois mesmo quando as lágrimas do céu, não recaem sobre mim, em sua ausência, será tempestade em meu eu, nada de novo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o rugir do trovão, não foi capaz de tirar da minha mente, o seu choro.
Erro, erro, erro sim, de amarguras, meu peito roto.
Avido, escritor, vívido, parvo, o tolo.
Penso em ti, o relâmpago acende o escuro do meu quarto e em um súbito luzir, vejo seu rosto.
O brilho do castanho dos olhos, me paralisa o corpo.
Sinto que estou morto.
Novamente, perdi jogando o seu jogo.
Odeio a chuva, por fazer-me lembrar de quem, destruira o meu todo.
Eu já sabia, hoje choveu; para o meu desalento, amanhã, eu sei; vai chover, de novo..."
"As folhas do Outono, já davam aquele tom frio, escuro e lúgubre, ao solo do pequeno cemitério da cidade.
Foram poucos, os que apareceram, é verdade.
Mas de pouco adiantava, a presença dos que o conhecia, naqueles momentos de infelicidade.
Alguns transeuntes, paravam para confirmar, se era mesmo realidade.
Uns suspiravam de alívio, por pensar, que a pequena cidade voltaria à sua normalidade.
Outros, vislumbravam o caixão do velho, ao longe, com um misto de desdém e curiosidade.
Houve, também, alguns sorrisos, como se tivessem se livrado de uma praga, livrado a cidade da insanidade.
Não houveram lágrimas, não houvera luto, o que se percebia, era uma certa felicidade.
Ao fitar o velho, em seu eterno descanso, notei um uma expressão de serenidade.
Como se realmente, pela primeira vez em séculos, após uma vida tão tribulada, em seu leito de morte, finalmente descansasse.
Fiquei sabendo, alguns anos mais tarde, que morrera com os seus trinta e três anos, embora, não aparentasse.
As mazelas da vida, a ausência daquela mulher, fizera com que o algoz e inexorável tempo, o maltratasse.
Ela, pelo contrário, era somente três anos mais nova que ele, tinha uma pele que daria inveja a qualquer anjo, parecia, ainda, permear a puberdade.
Seria pecado, até mesmo vislumbrá-la, resolveria com o próprio Deus, o homem impuro, que a tocasse.
Quando no enterro, ela fora vista na cidade, chorando como uma criança, em uma antiga esquina, embaixo de um ipê rosa, que devido a estação, a muito já perdera a sua folhagem.
Narraram-me, posteriori, que foram a seu socorro, tentando afastá-la do pranto, tentaram descobrir qual o mal, acometera à tal beldade.
Ela não quis dizer, enxugou as lágrimas e nunca mais fora vista arrabalde.
Encontrei-a, cantando uma canção melancólica, em um velho teatro, anos mais tarde.
Perguntei-a: '- Não tentarás ser feliz novamente? Ele não iria querer assim, acabarás como ele, mergulhada nas amarguras, nas lembranças, nessa cacimba de insanidade.'.
Ela fitou-me, com aquele negror de olhos, mergulhados em lágrimas, que ela lutava para que nenhuma, se derramasse.
Era inenarrável, o belo e atemorizador rubor, em sua face.
Embalada em tristeza, ela me disse: '- Já fui feliz, hoje, minha felicidade, está enterrada naquele cemitério, com um véu de folhagens; fui feliz naquele casebre, naquela cidade.
- Não valorizei a minha felicidade, abandonei-a, das mulheres, fui a mais covarde.
- Então Deus a levara de mim. Céus! Que maldade!
-Restara-me, apenas, a viuvidade.
- Infelizmente, agora é tarde.'.
Ela saiu aos tropeços e esbarrões; não a segui, não existem palavras de conforto, para a alma presa à uma vã realidade.
Mas ela estava certa, para o desalento de todo aquele que ama, tudo o que dissera, era a verdade.
Hoje, rogo aos céus, para que Deus, dê à alma do velho, descanso e serenidade.
Prostro-me de joelhos, para que Cristo, daquela bela moça, tenha piedade.
E ao cair da noite, me indago sempre: Os amantes jazem nos cemitérios; e os amores, aonde jazem?- EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, O Cemitério da Cidade
"Hoje, em sonho, um estranho me disse algo, que me trouxe uma tristeza desenfreada.
Como em morte, em um outro mundo, eu acordara.
Disse-me ele: 'Que naquele mundo, cada hora, equivalia a um pulsar, do coração da amada.'
Me disse também, que poderia passar ali mil anos, ela e eu, jamais seríamos uma só alma.
Até então o sonho, transformado em pesadelo, só me fazia querer voltar pra casa.
Voltar pra realidade, para a vã esperança, de tê-la em meus braços, embalada.
Me perdi na beleza daquele lugar, entre as árvores, o perfume das flores e o verdejar das matas.
Em um piscar de olhos, estava eu, em casa; trêmulo, embebido em suor e os olhos cheios de lágrimas.
A cama vazia, minha pele fria, e em meu peito, o desespero gritava sua falta.
Percebi que aquele sonho, fora mais real do que eu esperava.
Era verdade; cada batida daquele coração, um dia me confidenciara.
Que poderia eu ser porto, abrigo, contra as mazelas desta vida desgraçada.
Mas não importa o que eu fosse, ela jamais seria a minh'amada.
Era certo, nessa vida, jamais seríamos uma só alma..."
"Sonhe comigo esta noite.
Cada lembrança de um dia, cada desejo de um beijo, um açoite.
Amada minha, sonhe comigo esta noite.
Não posso vislumbrar a sua ida, prefiro vislumbrar a morte, com sua foice.
Amada minha, sonhe comigo esta noite.
Tento narrar uma vida contigo, tento explicar tudo que sua paixão me trouxe.
Amada minha, sonhe comigo esta noite.
Queria que o nosso ontem, se tornasse o nosso hoje.
Rogo aos céus, para sonhar contigo, imploro ao Cristo, amada minha, que sonhe comigo esta noite..."
