Amor de Filho para Mãe Falecida
✍🏻Por Amor ao filho, ele proporcionou a ela muito mais que dinheiro, ajudou-a a conseguir o PASSAPORTE DA LIBERDADE. Se ficar que seja sem reclamar!
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O Retorno do Filho Pródigo: Uma Parábola de Amor e Redenção
No grande palco da existência, somos viajantes de uma jornada sagrada, guiados pelo mistério da vida e pelo chamado do infinito. Desde os primórdios, quando o Criador declarou: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”, fomos dotados tanto da impetuosa rebeldia dos instintos quanto da sublime promessa da transcendência. Há em cada ser humano uma centelha divina, um lampejo de luz aguardando o instante em que poderá brilhar plenamente.
Para nos tornarmos, de fato, reflexos da grandiosidade celestial, precisamos nos revestir das mais nobres virtudes: gentileza, honestidade, amor, paz e benevolência. Esse processo não acontece em um único momento, mas se desenrola como uma dança harmoniosa, onde cada ato de compaixão e cada gesto de generosidade nos conduz mais perto do divino. Quando, enfim, florescemos, nossas ações deixam de ser guiadas pelas tormentas das emoções passageiras e passam a ser iluminadas por valores eternos e princípios sublimes.
Assim, tornamo-nos espelhos vivos da presença de Deus na Terra—faróis de luz a irradiar o amor que habita em nós. Cada sorriso ofertado, cada palavra carregada de afeto, cada ato de bondade transforma-se em um canal da graça celestial, revelando a beleza que sempre esteve dentro de nós. E nesse profundo processo de transformação, encontramos a paz verdadeira e a mais sublime realização: o retorno do filho pródigo.
Este filho, após vagar pelos áridos desertos do sofrimento, desperta para a memória de sua origem divina. Ele compreende que pertence a uma família cósmica, unida pelo elo sagrado da fraternidade e do amor, onde a carência não tem morada. E assim, finalmente, retorna ao lar—não um lar feito de paredes, mas um refúgio eterno, onde pulsa a essência do Criador, aguardando de braços abertos para acolhê-lo no abraço da eternidade.
O maior ato de amor Deus, foi entregar seu único filho, Cristo Jesus, a morrer pelos pecados alheios.
"O Amor do Pai e o Sacrifício do Filho anularam os efeitos do pior dia da humanidade, quando a desobediência transferiu aspectos de mortes para todos"
A cruz de Cristo é o maior símbolo do amor de Deus, onde Ele cravou em Seu Filho todos os delitos e pecados da nossa alma, para obtermos o divino perdão, derramando sangue inocente, sem culpa, em prol da nossa reconciliação no Seu corpo e da nossa salvação e redenção eternas.
Maior que o amor dos homens é a misericórdia de Deus por ter sacrificado o Seu único Filho na cruz para nos salvar da perdição e da condenação eternas.
O homem que não entende como é o amor de um pai por um filho, não compreenderá o amor de Deus pelo mundo.
O Amor é permissivo, permite que o filho vá em frente. O SENHOR detesta todas as pessoas perversas de coração, não praticam o que ensinam, atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens, não se dispõem a levantar um só dedo para movê-los, tem como alvo serem observados, amam o lugar de honra, gostam de ser chamados de Mestre, porém existe só um Mestre, somos todos irmãos, não há outro Pai, a não ser Deus, fecham as portas do céu, encenais longas orações. E, por isso, recebereis castigo ainda mais severo! Ai de vós, guias cegos, Tolos e cegos! A grandiosidade esta em servir e aqueles que andam em integridade, são a Alegria de Deus.
O Filho de Deus nasceu em humildade, viveu em santidade e entregou Sua vida em um ato de amor incomparável. Ele enfrentou o julgamento injusto de uma multidão que trocou Sua pureza por um criminoso, escolhendo a escuridão em vez da luz. Mas a cruz não foi o fim. Ele ressuscitou, vencendo a morte, para dizer ao mundo: "Eu estou vivo!"
Hoje, porém, vemos a essência do Natal sendo desviada. O que deveria ser um tempo de reflexão e celebração do nascimento do Salvador se tornou uma festa de distrações. Trocaram a manjedoura pelo consumo, o Cristo vivo por figuras mirabolantes que nada têm a ver com a redenção.
É um alerta para nossos corações. Não podemos repetir o erro de trocar a verdade pela ilusão, o Salvador por símbolos vazios. O verdadeiro Natal não está em luzes, presentes ou festas, mas em reconhecer que Jesus nasceu, morreu e vive para nos dar esperança eterna. Que possamos lembrar disso e trazer de volta o foco ao único motivo verdadeiro: o Filho de Deus que veio ao mundo para nos salvar.
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
Te amar é o mesmo que definir o amor.
Sua graça, sua dedicação é admirável.
Filho lindo, meu ébano, meu amor infinito.
Minha paixão, meu sonho mais bonito.
A realização de estar viva, lutando sempre...
Por você eu escalaria o céu, por você eu moraria
dentro do mar, por você eu mergulharia no Monte Vesúvio, sem ao menos pensar!
Por você eu vivo!
Obrigada por me escolher pra ser a sua mãe, ser sua genitora, obrigada por tanto orgulho, tanto amor...
Obrigada filho, pelos olhares de admiração que recebo sempre que toco nos teus cabelos pra te fazer um cafuné. Entenda que eu não existiria se você não estivesse aqui comigo.
Presente de DEUS. Te amo mais que o maior amor absoluto. Te amo infinitas vezes por minuto.
(dedicado ao meu filho ZACK.
O amor mais verdadeiro que experimentamos ao longo de nossa vida é o amor que temos por nossos filhos!
O Filho como Instrumento de Amor Potencial de si Próprio
As peças como as de Samuel Barclay Beckett, que após essas coisas que o Hamlet vai propor, não há nada mais a dizer, já passou, como "Esperando Godot", como é possível você trabalhar com essas questões e não ficar aterrado. Eu já reclamei em público que eu me sinto "Antonio Salieri", eu sei que Mozart é genial, mas eu não sou genial, e não sou tão burro, é que eu acho que quando o autor é difícil, por exemplo "lavoura arcaica" e, eu acho genial e o livro é chato, sei que o autor é difícil porque sou limitado. Então, se eu fosse burro o suficiente para achar que a dificuldade do autor é problema dele, eu seria mais feliz, se eu fosse um gênio produziria igual, estou no meio, e chamo meu grau de inteligência de cruel, aquele que contempla a genialidade mas, não está na tranquilidade do pântano da estupidez, este é um grau cruel de inteligência.
Se fossemos práticos, não teríamos filhos. Afinal, nem o mundo precisa deles, e nem eles acabarão precisando de nós no futuro. É preciso ser ingênuo para ser feliz e talvez doses maiores de otimismo. Um filho é uma aposta na esperança e, a felicidade se define em geral por apostas em coisas não racionais, o filho nunca será um investimento que dará retorno e, como capital investido ele será um desastre.
Ser pai é acompanhar o filho ou filha desde a data de sua concepção, dando-lhe amor, paz, compreensão, mostrando-lhe o caminho certo a seguir, e, nas horas difíceis, estender-lhe as mãos, resgatando-o de todos os perigos, conduzindo-o novamente ao bom caminho. Abraços paternais.
