Amor de Filho para Mãe Falecida
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
A cruz de Cristo é o maior símbolo do amor de Deus, onde Ele cravou em Seu Filho todos os delitos e pecados da nossa alma, para obtermos o divino perdão, derramando sangue inocente, sem culpa, em prol da nossa reconciliação no Seu corpo e da nossa salvação e redenção eternas.
-'Não existiu até então,prova de amor maior que a que Jesus Cristo,o filho de Deus,fez por mim e por você.'
Maior que o amor dos homens é a misericórdia de Deus por ter sacrificado o Seu único Filho na cruz para nos salvar da perdição e da condenação eternas.
O homem que não entende como é o amor de um pai por um filho, não compreenderá o amor de Deus pelo mundo.
“” Por amor, Deus está de braços abertos te esperando,
querendo te abraçar e dizer ...Filho querido, eu amo você...””
O Amor é permissivo, permite que o filho vá em frente. O SENHOR detesta todas as pessoas perversas de coração, não praticam o que ensinam, atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens, não se dispõem a levantar um só dedo para movê-los, tem como alvo serem observados, amam o lugar de honra, gostam de ser chamados de Mestre, porém existe só um Mestre, somos todos irmãos, não há outro Pai, a não ser Deus, fecham as portas do céu, encenais longas orações. E, por isso, recebereis castigo ainda mais severo! Ai de vós, guias cegos, Tolos e cegos! A grandiosidade esta em servir e aqueles que andam em integridade, são a Alegria de Deus.
Deus decreta, de eternidade a eternidade, que todos os que creem no Filho do Seu amor, devem se conformar à Sua imagem [...].
Sermons on Several Occasions
O Filho de Deus nasceu em humildade, viveu em santidade e entregou Sua vida em um ato de amor incomparável. Ele enfrentou o julgamento injusto de uma multidão que trocou Sua pureza por um criminoso, escolhendo a escuridão em vez da luz. Mas a cruz não foi o fim. Ele ressuscitou, vencendo a morte, para dizer ao mundo: "Eu estou vivo!"
Hoje, porém, vemos a essência do Natal sendo desviada. O que deveria ser um tempo de reflexão e celebração do nascimento do Salvador se tornou uma festa de distrações. Trocaram a manjedoura pelo consumo, o Cristo vivo por figuras mirabolantes que nada têm a ver com a redenção.
É um alerta para nossos corações. Não podemos repetir o erro de trocar a verdade pela ilusão, o Salvador por símbolos vazios. O verdadeiro Natal não está em luzes, presentes ou festas, mas em reconhecer que Jesus nasceu, morreu e vive para nos dar esperança eterna. Que possamos lembrar disso e trazer de volta o foco ao único motivo verdadeiro: o Filho de Deus que veio ao mundo para nos salvar.
Imagine você, seu filho e o próximo: fazer brotar em si o amor a si mesmo e aos outros sem a Bíblia — isso é muito sábio. Do contrário, com a Bíblia, você lê, mas apenas em sua mente, um conteúdo seco, racionalizando; quando o que você quer é: fazer brotar, re-inteligir para impregnar na alma.
O melhor presente que um pai recebe é o abraço, com amor, de seu filho. Faça isto sempre e se seu pai já estiver no plano espiritual, faça-o por pensamento que ele certamente o receberá.
O amor mais verdadeiro que experimentamos ao longo de nossa vida é o amor que temos por nossos filhos!
O amor de Deus-Filho é tão grande que tem discernimento que o Carnaval dá o sustento para milhares independentemente da performance artística nos agradar ou não. Jesus só não quer um filho fazendo mal ao outro. A misericórdia amorosa d'Ele é infinita.
Tenho no Filho a minha certeza
De sempre e tanto
Todo o meu maior amor
E todo encanto
Repleto de serenidade, e entrega.
Crendo sempre na caridade
Orante e expansiva,
Ela nos perfuma e nos dá liberdade,
É missão até na clausura,
Verdade que se perpetua,
E dá o tom de plena felicidade,
E nos coloca nos degraus de santidade.
Tenho no Pai a minha direção
Atemporal e atenta
Ao apelo desse amor
Que me chama
Ao serviço de realizar
Uma passagem serena.
O recolhimento é paradoxal
Diante do olhar
Dos que o chamam de descontentamento;
Ele é contentamento espiritual,
É chamamento a experiência
- anônima -
De oração e sentimento.
Tenho no Espírito Santo, sempre
A minha inspiração
- todo o meu canto -
Secretíssimo,
Sacratíssimo,
E verdadeiro;
Por todos os amores
Pelos espinhos e dores
Estou solicita a te servir eternamente.
O Filho como Instrumento de Amor Potencial de si Próprio
As peças como as de Samuel Barclay Beckett, que após essas coisas que o Hamlet vai propor, não há nada mais a dizer, já passou, como "Esperando Godot", como é possível você trabalhar com essas questões e não ficar aterrado. Eu já reclamei em público que eu me sinto "Antonio Salieri", eu sei que Mozart é genial, mas eu não sou genial, e não sou tão burro, é que eu acho que quando o autor é difícil, por exemplo "lavoura arcaica" e, eu acho genial e o livro é chato, sei que o autor é difícil porque sou limitado. Então, se eu fosse burro o suficiente para achar que a dificuldade do autor é problema dele, eu seria mais feliz, se eu fosse um gênio produziria igual, estou no meio, e chamo meu grau de inteligência de cruel, aquele que contempla a genialidade mas, não está na tranquilidade do pântano da estupidez, este é um grau cruel de inteligência.
Se fossemos práticos, não teríamos filhos. Afinal, nem o mundo precisa deles, e nem eles acabarão precisando de nós no futuro. É preciso ser ingênuo para ser feliz e talvez doses maiores de otimismo. Um filho é uma aposta na esperança e, a felicidade se define em geral por apostas em coisas não racionais, o filho nunca será um investimento que dará retorno e, como capital investido ele será um desastre.
