Amizade Espirita
O evangélico, o católico, o espírita...
Deus não vai perguntar qual placa da igreja.
Vai perguntar: "O que você fez com seu irmão?"
E "partido" não vai ser resposta.
Van Escher
O PERISPÍRITO ANTES DA REENCARNAÇÃO.
Entre os temas mais profundos da cosmologia espírita, poucos possuem tanta densidade filosófica quanto o estudo do perispírito antes da reencarnação. Em A Gênese, especialmente no capítulo XI, encontra-se uma das mais refinadas elucidações sobre o mecanismo da união entre Espírito e matéria. O texto kardeciano não aborda apenas um processo biológico. Ele descreve um fenômeno metafísico, moral e fluídico, no qual a consciência espiritual mergulha novamente na experiência corpórea sob leis rigorosas da causalidade divina.
O Espiritismo não reduz o homem à matéria cerebral nem considera a alma como abstração vaga. Entre o Espírito e o corpo existe um organismo intermediário. Este organismo é o perispírito. Sem ele, seria impossível a comunicação entre pensamento e matéria.
O PERISPÍRITO COMO INTERMEDIÁRIO ENTRE O ESPÍRITO E O CORPO.
Segundo A Gênese, item 17, o Espírito, por sua natureza essencialmente espiritual, não consegue agir diretamente sobre a matéria densa. Necessita de um elemento semimaterial que lhe sirva de instrumento.
Esse ponto é expressivo porque destrói duas concepções extremas.
A primeira é o materialismo, que reduz a consciência ao cérebro.
A segunda é o espiritualismo abstrato que imagina a alma completamente desligada das estruturas energéticas do Universo.
O perispírito é descrito como um envoltório fluídico retirado do fluido cósmico universal. Ele possui natureza intermediária. Liga-se à matéria por sua constituição e ao Espírito por sua essência etérea. É, portanto, o organismo psíquico do ser.
Sob a ótica espírita, o perispírito possui múltiplas funções.
“ Transmitir o pensamento ao corpo. ”
“ Recolher as sensações físicas. ”
“ Registrar experiências morais. ”
“ Exteriorizar emoções. ”
“ Moldar o organismo futuro. ”
A comparação feita por Kardec entre os nervos e os fios telegráficos é extraordinariamente avançada para o século XIX. O Espírito utiliza o perispírito como meio transmissor de impulsos psíquicos, da mesma forma que a eletricidade utiliza fios metálicos para propagação.
Hoje, muitos estudiosos associam essas descrições às hipóteses de campos bioenergéticos e estruturas informacionais extrafísicas, embora o Espiritismo preserve sua autonomia filosófica sem depender da ciência material contemporânea.
O LAÇO FLUÍDICO NA CONCEPÇÃO.
No item 18 encontra-se um dos pontos mais impressionantes da doutrina reencarnacionista.
Kardec afirma que, desde a concepção, o Espírito é atraído ao gérmen por “ força irresistível ”.
O perispírito projeta uma expansão fluídica que se liga ao embrião em formação. À medida que o corpo se desenvolve, o laço se estreita.
Sob a ótica espírita, a reencarnação não ocorre subitamente no nascimento. O processo inicia-se na concepção.
Esse detalhe possui enorme consequência moral.
O embrião não é visto como simples massa biológica indiferenciada. Desde os primeiros instantes já existe vinculação espiritual progressiva. O Espírito começa lentamente a mergulhar nas limitações orgânicas.
Kardec utiliza uma imagem profundamente simbólica.
“ O Espírito se enraíza no gérmen como uma planta na terra. ”
Essa metáfora possui valor filosófico imenso. Ela demonstra que o corpo não produz a alma. O corpo é instrumento transitório utilizado por uma individualidade preexistente.
A PERTURBAÇÃO ESPIRITUAL ANTES DO NASCIMENTO.
O item 20 descreve fenômeno raramente compreendido pelos estudiosos superficiais do Espiritismo.
À medida que o Espírito se aproxima da matéria, entra em estado de perturbação.
Essa perturbação cresce gradualmente até que o Espírito perde momentaneamente a consciência plena de si mesmo.
Sob a interpretação espírita, isso explica por que ninguém se recorda claramente do nascimento.
O reencarnante passa por espécie de obnubilação psíquica. O contato com a densidade biológica reduz temporariamente suas percepções espirituais.
Essa ideia possui profunda consonância psicológica.
O Espírito necessita esquecer provisoriamente para adaptar-se à nova existência. Caso mantivesse integralmente as memórias pretéritas, muitas experiências humanas tornar-se-iam insuportáveis.
Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo IV, a necessidade da encarnação é apresentada como instrumento educativo da alma. O esquecimento temporário funciona como mecanismo misericordioso da Providência.
O ESQUECIMENTO DO PASSADO.
O item 21 apresenta uma das explicações mais belas da filosofia espírita.
O Espírito perde a lembrança explícita do passado, mas conserva tendências, aptidões e aquisições morais.
Nada se perde.
A memória profunda permanece gravada no perispírito.
Isso explica genialidades precoces, inclinações morais espontâneas, medos inexplicáveis, simpatias imediatas e talentos aparentemente inatos.
Sob a ótica espírita, a educação não cria integralmente o indivíduo. Ela desperta potencialidades acumuladas ao longo de múltiplas existências.
A infância, portanto, representa período de reativação gradual das faculdades espirituais.
O esquecimento é visto como bênção pedagógica.
Sem ele, antigos ódios, humilhações e culpas poderiam inviabilizar o progresso moral.
O PERISPÍRITO E A MORTE.
O item 18 também apresenta um princípio capital da doutrina espírita.
“ Não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo, mas a morte do corpo que causa a partida do Espírito. ”
Essa afirmação rompe com antigas concepções teológicas.
O Espírito não abandona arbitrariamente o organismo. O desligamento ocorre porque o corpo perde as condições vitais de sustentação.
O perispírito desprende-se “ molécula a molécula ”.
Segundo o Espiritismo, o processo varia conforme o estado moral do indivíduo.
No item 19, Kardec afirma que a separação pode ser:
“ suave ”
“ rápida ”
“ dolorosa ”
“ lenta ”
“ penosa ”
Espíritos muito materializados permanecem ligados às sensações corporais durante longo período após a morte física.
Já Espíritos moralmente elevados realizam o desprendimento com serenidade.
Em O Céu e o Inferno, diversos relatos espirituais demonstram exatamente essa diversidade de desencarnações.
A VIDA ESPIRITUAL ENTRE AS REENCARNAÇÕES.
Os itens 25 e 26 esclarecem que a vida corporal não é estado definitivo da alma.
A condição normal do Espírito é a vida espiritual.
A encarnação constitui experiência transitória de aprendizado.
Entre uma existência e outra, o Espírito:
“ analisa seus erros ”
“ estuda experiências passadas ”
“ projeta futuras provas ”
“ prepara novas reparações ”
“ escolhe caminhos evolutivos ”
Essa visão possui extraordinária profundidade ética.
O sofrimento deixa de ser punição arbitrária e passa a integrar mecanismo educativo da evolução espiritual.
A reencarnação, portanto, não é castigo divino.
É oportunidade de aperfeiçoamento.
A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO.
Nos itens 23 até 32, Kardec aborda questão altamente complexa.
A evolução do princípio inteligente.
Ele apresenta hipóteses sobre possível passagem do princípio espiritual pelos graus inferiores da animalidade antes da individualização humana.
Sob a ótica espírita clássica, o homem espiritual distingue-se dos animais pelo desenvolvimento do senso moral e do livre-arbítrio.
Entretanto, Kardec evita dogmatismo absoluto sobre a origem inicial da alma.
Esse cuidado metodológico demonstra a prudência filosófica do Espiritismo.
O essencial não é definir mecanicamente o começo absoluto do Espírito, mas compreender sua finalidade evolutiva.
A doutrina espírita apresenta o Universo como vasto processo ascensional.
Cada existência representa etapa pedagógica.
Cada mundo funciona como escola evolutiva.
O PERISPÍRITO COMO ARQUIVO DA ALMA.
Embora o trecho analisado não utilize exatamente essa expressão, toda a lógica espírita conduz a essa compreensão.
O perispírito funciona como arquivo vivo da individualidade.
Nele permanecem:
“ tendências morais ”
“ impressões emocionais ”
“ automatismos psíquicos ”
“ memórias profundas ”
“ matrizes reencarnatórias ”
É por intermédio dele que o Espírito modela futuras experiências corporais.
Muitos sofrimentos físicos são interpretados, na visão espírita, como repercussões perispirituais de abusos pretéritos.
Da mesma forma, virtudes cultivadas refletem-se em harmonias psíquicas e orgânicas.
A TERRA COMO MUNDO DE PROVAS E APRENDIZAGEM.
Nos itens finais, Kardec ensina que a Terra ainda pertence às esferas relativamente inferiores da evolução espiritual.
A matéria densa torna as experiências mais dolorosas.
Entretanto, exatamente por isso, o planeta funciona como escola regeneradora.
Os Espíritos reencarnam conforme afinidades morais e necessidades evolutivas.
Nada ocorre aleatoriamente.
Sob a lei de causa e efeito, cada encarnação possui finalidade educativa precisa.
O perispírito é o instrumento técnico dessa ligação entre passado, presente e futuro da alma.
CONCLUSÃO.
O estudo do perispírito antes da reencarnação revela uma das arquiteturas metafísicas mais sofisticadas do pensamento espiritualista moderno.
No Espiritismo, o homem não nasce do acaso biológico nem desaparece na morte física. O ser espiritual atravessa sucessivas existências, utilizando o perispírito como organismo intermediário entre consciência e matéria.
A reencarnação deixa de ser mito abstrato e transforma-se em mecanismo cósmico de aperfeiçoamento moral.
Cada nascimento representa reinício.
Cada corpo constitui instrumento transitório.
Cada existência é oficina educativa da eternidade.
E o perispírito permanece como silenciosa ponte entre os mundos invisíveis da consciência e as experiências concretas da vida humana.
FONTES:
A Gênese. Capítulo XI. “ Gênese espiritual ”. Itens 17 a 32.
O Livro dos Espíritos. Parte Primeira. Capítulo III. “ Diversidade das raças humanas ”.
O Livro dos Espíritos. Parte Segunda. Capítulo II. “ Objetivo da encarnação ”.
O Livro dos Espíritos. Parte Segunda. Capítulo IV. “ Semelhanças físicas e morais ”.
O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo IV. “ Necessidade da encarnação ”.
O Céu e o Inferno. Primeira Parte. Capítulo III.
Revista Espírita. Julho de 1860. “ Frenologia e Fisiognomonia ”.
Revista Espírita. Abril de 1862. “ Perfectibilidade da raça negra ”.
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A ciência espirita tem um acolhimento bem mais rápido e simples para os casos de Autismo e Super Dotação, mesmo assim acredito que a ciência tradicional, deva pesquisar e tentar entender mais a fundo, caso a caso, e que possa com acompanhamento, vir proporcionando melhores condições de vida a estes especiais, em nosso tempo, para que indivíduos com estas condições distintas neurofisiológicas se integrem naturalmente dentro de nossa sociedade.
Acho que talvez tenha acontecido só comigo, pois quando comecei na frequentar uma casa espirita e naquele tempo era diferente de hoje, todas as pessoas se sentavam em volta de uma mesa e começavam a receber espíritos. Eu também, sentia uma força diferente e começava a falar. Quando terminava, ninguém se lembrava do que havia falado, somente eu. Com o tempo, fui me sentindo muito mal, pois achava que estava fazendo teatro e, por várias vezes me afastei. Mais tarde, fui para a Umbanda e o mesmo aconteceu. Ninguém se lembrava. apenas eu. Lá comecei a receber um caboclo. Eu ficava nada roda cantando e, quando a mãe de santo chamava por ele eu começava a dançar sem parar. Só que, naquele tempo, eu tinha um problema sério de torcicolo, q1ualquer movimento mais brusco com a cabeça fazia com que meu pescoço começasse a doer e não havia, remédio, massagem ou pomada que curasse. Isso durava por dias e até semanas. Por isso, tomava todo cuidado com o meu pescoço, balançava todo o corpo, mas sempre tomava cuidado com a minha cabeça. Depois de algum tempo, resolvi que não ia mais fazer aquilo, que eu estava fazendo teatro e que não era certo. Eu gostava das roupas, das musicas, mas não precisava mentir. Em um dia, resolvi que por mais que a mãe de santo chamasse, eu não ia dançar nem balançar o corpo. Ela se aproximou, chamou, chamou e eu firme. De repente, sem que eu conseguisse controlar, comecei a dançar e a minha cabeça a se mexer, violentamente, da frente para trás, de um lado para outro por mais que eu quisesse, não conseguia parar. Enquanto isso acontecia, a minha maior preocupação era com o meu pescoço. Eu só pensava: preciso parar se não o meu pescoço vai sair do lugar dos dois lados, mas não parrou. Quando eu já estava muito cansada, parou e eu estava com os dois lados do pescoço em frangalhos. Sai de lá andando dura sem conseguir mover a cabeça para lado nenhum. Na época eu tinha duas crianças pequenas e a minha preocupação só era de como eu poderia cuidar delas. No dia seguinte, om muito custo, consegui fazer o almoço e cuidar mais ou menos das crianças. Depois do almoço, coloquei as crianças para dormir e dormi também. Sonhei que era para eu pegar novalgina, que eu tinha em casa, e passar pelo pescoço. Acordei, fiz isso e nunca mais tive problema algum com torcicolo. Naquele dia, aprendi que, embora eu estivesse consciente, eu tinha sim, um guia e nuca mais duvidei. Fiquei na umbanda até que percebi que a mãe de santo explorava as pessoas. Sai. mas aprendi muito com os guias da Umbanda. Depois disso, voltei para o espiritismo e estou até hoje. Mesmo depois disso, nunca entendi muito bem o que acontecia com as pessoas que diziam ser inconscientes até que meu mentor escreveu a respeito do livre arbítrio. Escrevi tudo isso, para vc ver que eu não tenho só teoria, mas acho que vc não precisa se preocupar, pois, inconsciente ou consciente o importante é estarmos fazendo o bem para as pessoas que nos procuram. Desculpe se, de alguma forma eu o machuquei, essa não era a minha intenção.
Deus não criou o evangelho católico, protestante, espírita ou seja lá qual for a designação. Nós os criamos com nossas traduções e interpretações e, diga-se de passagem, no mais das vezes, de acordo com nossas próprias conveniências
Ser procurado por um ex é um caso sério de assombração melhor você procurar um centro espírita. Agora ter uma recaída e ir para cama com um ex, aí então é um caso sério de possessão, procure um exorcista.
Se o autor do livro espírita Nosso Lar, tivesse conhecido o facebook, diria que muitas das ideias contidas no livro é um plágio da rede social.
No mundo espiritual os espíritos se comunicam pelo pensamento. Não há distância que os separem. E também formam grupos que tem afinidade entre si. Então, quando estamos no face estamos a um passo da eternidade. Meus amigos estão fisicamente tão longe e
ao mesmo tempo tão perto de mim. Sempre que nossos pensamentos e gostos combinam, mesmo estando a quilõmetros ele me diz "que legal", "gostei" e a
quilômetros de distância, dou uma cutucada em quem eu gosto e recebo outra de quem gosta de mim.
Não tenha medo de morrer.
Quando passar para o outro lado você vai continuar no facebook com uma
configuração até mais sofisticada. E diante do novo computador você nem vai sentir o tempo passar. E olha que lá tem tempo de sobra.
O QUE É UM ESPÍRITA
Toda convicção regiliosa é importante, todavia, se buscamos a Doutrina Espírita, não podemos negar-lhe fidelidade.
Por inúmeras razões precisamos preservar a incoluminidade doutrinária. Até porque, ante as funções educativas das crenças religiosas, em geral, explica Emmanuel: só a Doutrina Espírita permite-nos o livre exame, com o sentimento livre de compressões dogmáticas,
para que a fé contemple a razão, face a face. Se as religiões "preparam" as almas para punições e recompensas no além-túmulo, só o conceitos kardecianos elucidam que todos colheremos conforme a plantação que tenhamos lançado à vida, sem qualquer privilégio na Justiça Divina.
A Doutrina codificada por Allan Kardec nos oferece a chave precisa para a verdadeira interpretação do Evangelho.
Por representar em si mesmo a liberdade e o entendimento. Há quem interprete seja a Terceira Revelação obrigada a miscigenar-se com todas as peripécias aventureiras e com todos os exotismos religiosos, sob pena de fugir aos impositivos da fraternidade que veicula. Mas temos que acautelar-nos sobre esse lisonjeiro ecletismo, buscando dignificar a Doutrina que nos consola e liberta, vigiando-lhe a pureza e a simplicidade para que não colaboremos, sub-repticiamente, nos vícios da ignorância e nos crimes do pensamento.
O legado da tolerância não se pode transfigurar na omissão da obrigatória advertência verbal ante às enxertias conceituais e práticas anômalas que alguns confrades intentam impor nas hostes do movimento doutrinário.
Inobstante repelir as atitudes extremas não devemos abrir mão da vigilância exigida pela pureza dos postulados espíritas e não hesitemos, quando a situação se impõe, no alerta sobre a fidelidade que devemos a Allan Kardec e a Jesus.
É importante não esquecermos que nas pequeninas concessões vamos descaracterizando o projeto da Terceira Revelação. É óbvio que a luta pela pureza e simplicidade doutrinária sem vivê-la é consolidar focos de perturbação, impondo normas para os outros, despreocupados da própria vigília.
Destarte, para evitarmos determinadas práticas perfeitamente dispensáveis em nome do Espiritismo, entendamos que prática de fidelidade aos preceitos kardecianos é processo de aprendizagem com responsabilidade nas bases da dignidade cristã, sem quaisquer laivos de fanatismo, tendente a impossibilitar discussão sadia em torno de questões controversas, porém não olvidemos que Espírita deve ser o nosso caráter, ainda mesmo nos sintamos em reajuste, depois da queda.
- Espírita deve ser a nossa conduta, ainda mesmo que estejamos em duras experiências.
- Espírita deve ser o nome do nosso nome, ainda mesmo respiremos em aflitivos combates conosco mesmo.
- Espírita deve ser o claro adjetivo de nossa instituição, ainda mesmo que, por isso, nos faltem as passageiras subvenções e honrarias terrestres.
E, ainda, Emmanuel admoesta:
Doutrina Espírita quer dizer Doutrina do Cristo.
E a Doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos. Guarda-a, pois, na existência, como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente convidado a prestar-lhe contas.
"O verdadeiro espírita não é o que crê nas manifestações, mas aquele que aproveita do ensino dado pelos Espíritos. De nada adianta acreditar, se a crença não o levar a dar um passo à frente no caminho do progresso e não o tornar melhor para com o seu próximo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Para ser proveitosa, a primeira condição de toda reunião espírita é a seriedade e o recolhimento; que tudo aí se deve passar respeitosamente, religiosamente e com dignidade, caso se queira obter o concurso habitual dos bons Espíritos. Não se deve esquecer que se esses Espíritos aí se tivessem apresentado em vida, por eles teríamos dispensado considerações a que fazem jus ainda mais depois da morte do corpo físico."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
Enquanto na próxima novela das seis (18h) da Globo, que é uma novela espírita, o “espelho” é o próprio ser humano (espírito de um ser humano que já morreu, segundo o autor da novela; mas que na verdade não é um ser humano, é um espírito maligno), na fé cristã o “Espelho” é o próprio Deus, pois a Bíblia diz que Ele nos criou à Sua imagem e semelhança. Assim, o Deus que nos criou não é um igual a nós, mas infinitamente maior que nós.
Na visão espírita o ser humano precisa reencarnar várias vezes para evoluir. Ou será que o objetivo oculto da reencarnação é fazê-lo aprender que não se progride através da hipocrisia, um aprendizado que aparentemente não é mesmo muito fácil de ser absorvido, daí a necessidade de tantas vidas.
Para aqueles que procuram nas cartas de tarot, nas cartomantes, na adivinhação, nos centros espíritas, nos terreiros de umbanda entre outros tantos que preconizam milagres que nunca irão se cumprir, um conselho, façam assim:
1. Pense como está agindo dentro do seu relacionamento;
2- Dê mais do que acha que pode, ou pior, que deve receber;
3. Dê mais carinho e compreensão do que recebe;
4. Analise suas próprias faltas;
5. Analise como reage a cada situação;
6. Analise o que fala em cada situação;
7. Veja se retribui o carinho que recebe, mesmo nas pequenas coisas;
8. Analise como está sua vida sexual;
9. Analise seus traumas particulares vendo se eles não são um empecilho ao relacionamento;
10. Pense que se está falido tal relacionamento, qual a sua parcela de culpa?;
11. Pense se espera mais financeiramente do que aquilo que imaginou;
12. Não se chateie se não se lembraram do seu aniversário, da data que se conheceram, do mês de aniversário de casamento, namoro, entre outras tantas datas que muitos dão uma importância que não tem;
13. Pense em como se veste dentro de casa e como se veste ao sair pra rua. Quem merece a sua beleza? Quem está do seu lado, ou alguém estranho?
14. Saiba que dinheiro tem limite, não gaste além do que pode, nem exija que outros o façam por você:
15. Imagine que tratar quem supostamente ama, seria como tratar algum amigo ou até desconhecido com a mesma lisura e educação;
16. Não use roupas como se estivesse sozinho;
17. Mantenha-se limpo e cheiroso;
18. Trate com educação os parentes dele ou dela, mesmo que patifes: eles são parentes de quem supostamente ama;
19. Tenha um mínimo de imaginação na cama: não precisa ser um profissional, mas também não precisa ser uma múmia descoberta e rediviva;
20. Saiba educar seus filhos em conjunto: foram necessários um homem e uma mulher para concebê-los;
21. Não deixe parentes, amigos e afins acharem que sabem mais da sua vida amorosa que você;
22. Não se porte como vítima, nem como agressor;
23. Saiba que paixão pode durar um tempo, mas não serve para casamento. Amor serve.
A lista é longa e bem maior que isso, mas um conselho: se depois que fizer tudo isso e não der certo, tente de novo de outra forma.
Não deu certo?
Não vai ser com magia, feitiços, adivinhações, despacho na encruzilhada que isso irá se resolver, isso é certo.
Você pode achar que não tem saída, mas tem, ela está dentro de cada um, basta seguir. Ninguém vai resolver por você aquilo que somente vai se resolver se você quiser.
Sou espírita e como tal, temos como princípio básico respeitar a religião alheia.
Todas são boas e respeitáveis desde que os homens não as deturpem.
Como espírita, não pregamos religião, mas sim, religiosidade, o que significa ter amor ao próximo e prestar a caridade. O mais, é crendice e folclore. No entanto, em todas poderemos encontrar falhas HUMANAS. As Leis de Deus são imutáveis e os ensinamentos de Jesus são dificílimos de serem seguidos já que exigem muita renúncia e retidão de atitudes.
Ele não pregou religião. Foi um sábio e não deixou nada assinado. Talvez por isso cada um O interprete a seu bel prazer e conveniência.
Não importa a religião de cada um. O que importa é o que as pessoas fazem da religião. Mais vale um ateu caridoso do que um mau religioso.
Minha crítica ao espiritismo é que segundo a própria lógica espírita não faz sentido algum a alma mais evoluída ir para o céu ou algum lugar tão bom quanto. A alma mais evoluída deveria ir ajudar as pessoas no inferno e então sim teríamos lógica, ressalvada a possibilidade de o inferno ser na terra.
Sou feito de sal, de sol, sou feito de mar! Sou universal, (embora espírita) e quando livre do meu caracol,me torno entre os recifes , um faról a iluminar o mar, na ânsia de com alguém, cometer o verbo amar!
odair flores
O que é ser espírita?
Ser espírita não é ser nenhum religioso; é ser cristão.
Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé sincera.
Não é ter uma religião especial; é deter uma grave responsabilidade.
Não é superar o próximo; é superar a si mesmo.
Não é construir templos de pedra; é transformar
o coração em templo eterno.
Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação;
é compreendê-la como manifestação da Justiça Divina
e caminho natural para a perfeição.
Não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos
indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber; é
comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e
ajudar os outros a se melhorarem também.
Ser espírita Não é apenas consumir as obras espíritas
para obter conhecimento e cultura;
É transformar os livros,
suas mensagens,
em lições vivas para a própria mudança.
Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.
Ser espírita Não é internar-se no Centro Espírita,
fugindo do mundo para não ser tentado; é conviver
com todas as situações lá fora, sem alterar-se como
espírita, como cristão.
É estar consciente no templo, em casa,
na rua, no trânsito, na fila, ao telefone,
sozinho ou no meio da multidão,
na alegria e na dor,
na saúde e na doença.
Ser espírita
Não é ser diferente;
é ser exatamente igual a todos,
porque todos são iguais
perante Deus.
Não é mostrar-se que é bom;
é provar a si próprio
que se esforça para ser bom,
porque ser bom deve ser um estado
normal do homem consciente.
Anormal é não ser bom.
Ser espírita
Não é curar ninguém;
é contribuir para que alguém
trabalhe a sua própria cura.
Não é tornar o doente um dependente
dos supostos poderes dos outros;
é ensinar-lhe a confiar nos poderes
de Deus e nos seus próprios
poderes que estão na sua vontade
sincera e perseverante.
Ser espírita
Não é consolar-se em receber;
é confortar-se em dar,
porque pelas leis naturais da vida,
"é mais bem aventurado
dar do que receber".
Não é esperar que Deus
desça até onde nós estamos;
é subir ao encontro de Deus,
elevando-se moralmente e
esforçando-se para melhorar sempre.
Isto é ser espírita.
CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL – VISÃO ESPÍRITA
As primeiras crianças Índigo
já viraram adultos
Se você se sente diferente das outras pessoas, se não se encaixa no sistema, sente saudades de um lugar que não sabe onde é! Você pode ser um adulto índigo!
Os adultos índigo sentem e leem o campo energético das pessoas, eles são naturalmente leitores de manifestações energéticas. Estes adultos querem mais do que tudo aprender a equilibrar sua energia, assumir sua missão e dons, aprender a como se desenvolver e evoluir, ajudando os que seguem nascendo, as crianças e jovens. A frequência índigo está disponível a todos os seres humanos e pode ser acessada na medida em que nossa consciência vai se expandindo mais e mais. Quanto mais conscientes, mais aptos nós nos tornamos a perceber e acessar outros diferentes tipos de realidades, que antes nem imaginávamos existir.
Na medida em que mais e mais seres humanos índigos existam e convivam entre si, mais rápido se dará nossa evolução, nosso processo de ampliação da consciência. Com esta convivência estaremos nos aproximando cada vez mais da quarta e quinta dimensões, já que a Terra é originalmente um planeta da terceira dimensão, devido às consciências predominantes.
Abaixo, cito algumas características de adultos índigos para uma melhor compreensão da temática:
São muito inteligentes, apesar de não terem tido as melhores notas na escola
Tinham aversão ou detestavam grande parte dos trabalhos repetitivos e obrigatórios da escola.
Muitos experimentaram depressão existencial bem cedo e sentimentos de impotência ao decorrer de sua infância e adolescência.
Tem dificuldade com empregos supervisionados, os adultos índigos resistem à autoridade e ao sistema hierárquico de trabalho.
Tem problemas com sistemas que consideram falidos ou ineficazes, exemplo: sistema financeiro, político, médico, educacional.
Frustração ou rejeição do tradicional “sonho” de carreira, casamento, filhos.
Um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo, porém demorar até reconhecer qual é a sua vocação para realizar este desejo.
Desde muito novos tem interesses por assuntos espirituais e esotéricos.
Possuem forte intuição.
Tiveram experiências com psíquicas, tais como premonições, ouvir e ver pessoas desencarnadas, experiências fora do corpo, etc..
Os índigos que hoje são adultos, especialmente aqueles que têm idade acima dos trinta anos, chegaram ao planeta em uma época em que ainda havia poucos índigos por aqui e, portanto, a energia era mais densa; os paradigmas eram outros e a consciência era ainda mais limitada. Os padrões eram mais rígidos e as mentes dos pais, professores e governantes era muito mais limitadas que hoje em dia.
Estes adultos índigo encarnaram na Terra em uma época em que a vida e a realidade eram totalmente enquadradas em alguns padrões socialmente aceitos e tudo o que não fosse enquadrado nestes padrões era tido como inexistente.
Quando crianças eram extremamente sensíveis, sensibilidade que lhes causaram enormes dificuldades para adaptação. Eram crianças cuja essência apontava na direção de uma vida espiritual, uma vida guiada por valores mais elevados. Imagine o quão difícil é encarnar em uma época e em um contexto tão contrário à manifestação de seus dons.
A missão destes seres na Terra está voltada para a produção de mudança, para a revisão de valores e paradigmas por onde passarem. Para sua missão se concretizar é preciso deixar velhos hábitos e pensamentos para que novos paradigmas possam ser estabelecidos, assim a unidade e o amor encontrarão espaço para se manifestar.
No processo de desenvolvimento os adultos índigo presenciaram um choque significativo entre as energias mais sutis e as mais densas, oriundas principalmente de seu universo familiar e do seu entorno. Poucas famílias estavam espiritualizadas suficientemente para recebê-los e compreendê-los. Estas atitudes causaram-lhes grandes dificuldades de adaptação por onde quer que fossem. Seus dons não eram aceitos em suas famílias e muitos se desviaram do caminho espiritual por não ter tido a devida aceitação por seus pais e amigos à sua volta.
Eles foram chamados de hiperativos, loucos, bipolares, esquizofrênicos e muitos foram excessivamente medicados esquecendo-se de sua verdadeira essência.
Os índigos que compreendem sua missão sabem da importância de sua vinda a Terra, eles mantém a possibilidade de que a Terra continuará a evoluir. Tudo o que não serve à humanidade se desvanecerá com sua presença. Eles encarnaram para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações.
Os índigos não começaram a chegar a Terra somente nas últimas gerações; o que acontece é que o seu número está aumentando cada vez mais para auxiliar no aumento vibracional da Terra, eles já são tantos que, finalmente, não podemos ignorá-los.
Centro Espírita Jesus de Nazaré
De: Jô Bragança
Poema de gratidão
Aqui Jaz minha dor
Enterrada junto com minha solidão
Dilacerada com as
antes minhas, perturbações.
Aqui vive
Reina minha gratidão
Aquece meu peito
Adoça minh' alma
Resplandece o amor
antes nunca percebido
em meio as batidas
do coração
Aqui jaz
Minha falta de inspiração
Meu gesto triste
Minha desilusão
Aqui vive
Reina e cresce
Todo dia, toda hora
Em toda força divina
Minha vontade de fazer rima
Minha alma poética
meu olhar musical
Minha vontade de fazer alegria
Minha eterna gratidão
Aqui jaz meu egoísmo
Meu orgulho
minha falta
Minhas trevas, escuridão
Aqui vive
Meu cérebro convicto
Minha fé e toda minha mansidão
Depois que aqui entrei
Me resumo em gratidão
Jô Bragança
Dentro da visão espírita-cristã, céu, inferno e purgatório começam dentro de nós mesmos. A alegria do bem praticado é o alicerce do céu. A má intenção já é um piso para o purgatório e o mal devidamente efetuado, positivado, já é o remorso que é o princípio do inferno.
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