Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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Quando a pessoa que não te apóia pedir ajuda, oriente a pedir a última que ela curtiu no Instagram

Inserida por ahelena_souza

Troco roupas e calçados justos por largos. Meu objetivo é meu bem estar, não atender às expectativas dos outros.

Inserida por ahelena_souza

Amarelo Rua a Baixo

Não foi fácil saber quais.
Amarelos que nem usas mais!
Nem descer aquela rua.
Alegre como o campo que não lá havia.
Fôramos apedrejados nesse dia.
Naquele frio,
Que ninguém tinha como nós,
Nem a nossa voz dizia ter sentido.
Mas as gotas do teu cabelo...
Essas sim!
Eram o "mim",
O pouco de ti,
O tudo dos teus e o nada,
Dos empertigados.
(nada que eu quisesse, pelo menos)
No dia em que fomos vistos a passar naquela rua,
Já nos conheciam,
Já lá haviam jardineiros,
Varredores rua a baixo...
Rua a cima!
E os porteiros do Jardim Botânico que nos viam
E os motoqueiros da Telepizza que nos deram!
Mas nesse dia era dia de Janeiro.
Não! Espera!
Era o dia que nos dera, como se fosse o ano inteiro!
Mas chegámos lá.
Ah!... Se chegámos lá, menina dos oníricos amarelos.
Lá a uma estrada,
A um rego de água
E a um caminho âmbar.
E lá alguém passava caminhando menos belo.
Sabendo tudo,
Não querendo dizer nada,
Mas alguém que passava disse:
- Deus vou ajude!
- Deus vou ajude meus filhos!
E ajudou tia!
Ajudou tia!
Tanto que sempre serei a forma da ponta do seu cajado!
Quanto a ti...
Não sei de ti nem pra onde foste!
Apenas deixaste os ganchos do teu cabelo
E a minha gaveta desarrumada.
A saudade da seda molhada
E da gota.
Garota, garota, garota!
É o que vejo agora na refracção da gota!
Três pontinhos.
Não chegam, garota!
Não chegam para cozer a ferida de felicidade,
Exposta pelo teu bisturi... na verdade.
Quando foi o teu estaladiço odor escarlate para depois?
Quando foi?
Quando foi a ferida sangrada pelas danças nocturnas dos dois?
Quando foi?
Pela foz do cais.
Pela voz do Rui.
Pela pedras marginais.
Pelo Porto sem sentido.
Pela cascata de mãos dadas,
No eco das Arrábidas!
Gritos felizes...
Berros no bruto pra escutar no ouvido.
Agora o Cronos,
Olha para o dia da ferida,
Para o depois da felicidade,
Para a parede fria... prá nostalgia
E vê-te a ti, garota,
Vê o teu bisturi,
Vê o corte de felicidade,
O desnorte
E os teus tais três pontos de Saudade!
Saudade, saudade, saudade de ti, garota!
Saudade dos amarelos que não usas mais.

e nada mais é
se não arte
uma bica
e um fim de tarde
em Marte

Inserida por ruialexoli

Quem não tem tempo para ouvir
Dificilmente terá algo de útil para dizer.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Não é a minha opinião ser diferente da tua o que te incomoda.
O teu incômodo vem da indisposição em aceitar que eu identifique, enfrente e vença os meus próprios vendavais.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Todo dia, um LEÃO e uma cutia saem em busca de vida.
Não sobrevive quem tem mais porte.
Sobrevive que sabe o norte.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Aí...
Quando eu menos espero,
Não vivo um sonho.
Moro num castelo!

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Não te inquietes com a tristeza que agora te acometes.
A grande maravilha da vida é que ela, como a gangorra, tanto sobe quanto desce.
Que para ti ou para qualquer pessoa, viver seja, sim, uma coisa boa!

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Não importa os sonhos que eu tenho. Importa o quanto eu me empenho para vê-los realizados.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

O seu modo de ver a vida não invalida o meu modo de contemplá-la.

Nara Minervino.

Inserida por NaraMinervino

Segue o curso do teu próprio rio, mas não se permite estar sempre à deriva.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

A vida, como água nas mãos, não pode ser retida.

Nara Minervino.

Inserida por NaraMinervino

Descrição

Eu pus no quarteto a rima
Coloquei no terceto um não
No dueto não havia a razão
Apaguei tudo: debaixo, acima!

Recomecei em mim, outra vez
Quatorze verso é difícil acertar
Nem sempre decassílabos, talvez!
Deixo - os livres sem pestanejar!

Às vezes as tônicas nem soa
Outras vezes leio - as e arrumo,
Os parcos vocábulos que destoa!

Subjugada a desajeitada atenção
Por ventura, arrisco a perder o rumo,
Sem contudo, descrever meu coração!

Inserida por marialu_t_snishimura

Não tem
CORONA
Nem
VÍRUS
Que nos impeçam
De amar sem
PREJUÍZOS.

Nara Minervino.

Inserida por NaraMinervino

*Não pretendo envelhecer... tenho certeza que ainda não é o momento,o meu menino interior anda engatinhando,o tempo é o que menos me interessa,sem pressa pra despertar a adolescência,viver um dia após o outro é o que de fato importa.*

Inserida por ricardo_a_lima

AH, O AMOR!


A resposta é "sim"
Para a pergunta que você não fez,
Para a dúvida que te deixa "talvez",
Para as especulações que eu montei.

Sim.
A resposta é "sim".
Nos amamos.
Nos entregamos.
Nos reencontramos.

Sim.
Foi diferente.
Foi caliente.
Foi envolvente.

Sim.
Senti desejo.
Senti remorso.
Senti medo.

Como é cigano o amor!
Como é forte o fervor!
Como indecorosa é a solidão!
Como doída é a paixão!

Nos perigos de desabrigos
Há infinitos esconderijos,
E, em cada canto (in)seguro,
Vi um passado tão maduro!

Seja amor ou solidão.
Seja isolamento ou paixão.
O que estava adormecido
Esteve hoje renascido.

E... agora... eu me culpo!
Sem ter nada a te dizer,
Contigo eu me desculpo,
Por não me ver entristecer.


Nara Minervino.

Inserida por NaraMinervino

⁠Aprendi que:
⁠Tem escolhas que não leva a lugar algum, assim como existem decisões que mascara qual melhor rumo ou direção a tomar, que mentir nunca foi a melhor opção,adiar ou atropelar sonhos não e sinal de fraqueza, aprendi que dinheiro nenhum no mundo paga uma boa noite de sono que correr nunca foi garantia de sucesso na chegada,
Que a sabedoria adquirida com o tempo e a chave prá seguir em frente nessa longa e dura caminhada.
Que viver simplesmente viver e a melhor escolha pra construção da minha longa e própria estrada.

Inserida por Clauddiamoura

⁠Caipirinha da cidade

Caipirinha da cidade não sou eu
Caipirinha da cidade já morreu

Fui cabloca lá do morro
Da minha origem eu não corro

Da colheita fiz fartura
Trabalhei com compostura
E pra cidade me mudei!

Sei que de caipirinha me chamou
Do meu jeito até zombou

Mas, o tempo passou e aqui estou
Cidadã do mundo é o que eu sou

A caipirinha da roça a vida transformou...
Bati o limão e a pinga e tu o açúcar colocou!

Fiquei doce, doce, e todos gostam assim
Sou caipirinha da roça, sou sim!

Não sou a caipirinha da cidade,
mas em qualquer tristeza boto fim!

Maria Lu T S Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠Onde reside a falsidade?
- No coração que não te considera!

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠DE QUANTO TEMPO?!


De quanto tempo a gente precisa
Para entender que a vida não é um teatro,
Que as pessoas não são panos de prato
E que há sentimentos sentidos de fato?!

De quanto tempo a gente precisa
Para entender que o futuro é agora,
Que a vida não espera a boa hora
E que o tempo passa logo, sem demora?!

De quanto tempo a gente precisa
Para aprender a fazer empatia,
Para saber que nem toda dor irradia
E concluir que no sorrir não há só alegria?!

De quanto tempo a gente precisa
Para aprender a amar sem sofrer,
Para aprender a perder e vencer
E crer no dia que vai amanhecer?!

De quanto tempo?!

A vida é uma só!
O tempo também!
Por que uns aproveitam melhor
Todo o tempo que têm,
Enquanto outros sequer enxergam
As oportunidades quem lhes veem?!

Oh, quanto tempo se perde
Desperdiçando-se o tempo que não se tem!

Nara Minervino.

Inserida por NaraMinervino