Amigas Maternidade
Ser mãe…
Ser mãe, no nosso tempo
Quer dizer: sofrimento
Ser mãe quer dizer:
Chorando, dar –
Quer dizer: com alma e corpo
Viver pra vida de um outro. –
Quando a tempestade varre o mar
Rebaixando-se, ao céu se erguer
E se dar.
Ser mãe quer dizer:
Mil vezes morrer.
Quer dizer: quando miséria e morte
Ceifarem, o perdão requerer
Para os filhos e ao morrer
Dar um sorriso que os reconforte.
Ser mãe, em qualquer tempo
Quer dizer: sofrimento.
Ninguém conhece uma mulher até que seja mãe. Só quando tem um filho, a mulher é capaz de desenvolver artes, profissões e habilidades que jamais sonhou possuir antes da maternidade.
A gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos.
Nota: Trecho da crônica As três experiências.
...MaisÀ medida que os filhos crescem, a mãe deve diminuir de tamanho. Mas a tendência da gente é continuar a ser enorme.
Depois que nossa geração banalizou o termo "pai e mãe", vinculando esta condição divina, a de se possuir animais, mostramos o quanto estamos equivocados como sociedade contemporânea.
O empreendedorismo materno não é um mar de rosas, mas é o melhor caminho para conquistar a liberdade!
Felicidade de mãe
É ver o filho nascer
Tanto tempo, esperando
Agora é pra valer
Amor de mãe é vital
Não existe nada igual
E vai ainda crescer
As pessoas que detestam a mãe não têm filhos... Quando se odeia a mãe, teme-se o próprio filho, pois o ser humano vive segundo o velho preceito: 'Neste mundo tudo se paga ..."
Eu como mãe acredito que deva desempenhar com excelência o papel de educar, ensinar valores e princípios e preparar e preparar minha filha para a vida!
Para uma mãe não existe um filho(a) preferido(a), e sim momentos evolutivos diferentes para ambos. E esses momentos conduzem todos a novos ciclos, tanto distanciam como aproximam uns dos outros.
Ser mãe a qualquer preço em um mundo com tantas crianças famintas e abandonadas, não é amor e sim um tipo de egoismo, uma brincadeira de imortalidade cega e um alienado exclusivismo.
Pela Sabedoria do Tempo aprende se que as mesmas coisas e os mesmos acontecimentos, passam a ter novos sentidos na vida da gente com o passar dos anos. Assim dizendo, hoje tive uma alegria enorme quando me deparei com um fio de cabelo retorcido e branquinho, preso a tampa da garrafa térmica de cafe durante o lanche da tarde, com minha filha-mãe de noventa e quatro anos. Desconheço forma de carinho maternal maior. Saber que ela ainda cuida de mim.
Existe desde sempre uma só Lei da Vida, de forma imutável. Antes de pensar em gerar uma criança, cada qual deveria criar uma planta. Caso a planta, se atrofiasse, abatesse, debilitasse, definhasse, deprimisse, seria muito bom que cada qual seguisse sozinho e amassem os filhos do mundo.
Agora sinto saudade. Mesmo em silencio a coabitação com minha mãe Edyala, nesta dimensão me dava abrigo. Hoje a percebo na eternidade, entre as estrelinha do céu e aguardando a noite feliz, de nosso reencontro.
As boas historias, de afeto e de carinho independente da religião e da cultura de quem nos conta, se repetem. Isto justifica se por amor e humanidade.
A Geometria e a Harmonia acolhem minhas diárias preocupações.
A vida é minha mãe e as horas minhas constantes orações.
A luta de uma mãe por seus filhos é tão legitima e feroz como a luz do sol, que ilumina e queima nos revelando a vida selvagem e pura a cada novo alvorecer.
