Amiga te Conhecer foi um Prazer
E dois anos se passaram....
Foi assim que aprendi
A galhofar de dois menos um.
E nessa brincadeira
Eu te chamo pra sorrir.
Me visto de amor
E te invoco
Para ser os meus momentos,
Meu eterno
Reverso do acaso.
Agora
És emoção infinita
Trazida para o meu mundo.
És meu sol
O sol que brilha.
E diante dessa fantasmagoria
Vou tecendo o pai nosso
Chegando a Ave Maria,
E você agora
É o meu amém
Das minhas noites frias.
Linda fantasia!
Somente veras
São os meus versos
Que continuam sendo você.
Mas eu não me importo
Eu exploro
Pois é a imagem do teu sorriso
Que me afaga,
Doçura que me excita.
Permita ainda dizer,
Moço ímpar do meu bem querer,
Que meus pensamentos em você
É o néctar do meu viver!
E dois anos se passaram....
TU és CArinho!
De setembro a junho,
a vida nos juntou.
Não foi um escândalo,
foi felicidade.
Não me escondi,
me reservei.
Tudo tem um limite,
e o meu foi você.
O universo enrolou-me,
fiquei como papel
em branco e seca.
Voltar com ex-namorado (a) é como comprar um cavalo que já foi teu. Vem com as mesmas baldas só que mais estropiado.
Caminhando sozinho, olhos lindos me olharam com carinho, foi a mocinha mais bela do que uma flor, uma princesinha com amor e atenção que mudou a minha direção; me colocando em rota de colisão com o amor e a paixão.
O romantismo foi criado por Deus criador, para a gente amar e voar nas asas de um doce amor. O romântico é mais doce que o mel, vive na terra como se fosse um pedacinho do céu.
Quem tiver um pouquinho de sentimento patriótico, vai perceber que o Brasil foi jogado num buraco,e para sair ele precisa do das mãos dos votos vencedores e votos vencidos.
Quando contemplo a beleza desta obra,vejo nela os dedos de cada um de nós, esta maravilha que só foi possível ser levantada com forças juntas, renovando a autoestima e nos impulsionando para novos desafios.
E foi assim
Bem assim
Veio um vento fresco com um perfume de jasmim
Tudo era cor
Era flor de todo tipo
Peguei uma pra mim
De suas pétalas soltas jogadas ao vento
A última foi bem-me-quer
Ficou o caule
E dele eu fiz um anel
Um anel de bem querer
E até que raiasse o dia
Eu o usaria
Depois não
Depois ficaria junto com outras lembranças
Tantas outras lembranças
Uma a uma, harmonias incomparáveis
Cada uma com seu próprio compasso
Alegoria para me enfeitar
Alegria para me enfeitiçar.
A lucidez nunca foi o meu maior dom no entanto, isso não quer dizer que eu não posso ser um ser humano sensato...
SÓ EU SEİ O QUE FOİ
(Eliza Yaman)
Calei-me na noite, sem dizer o teu nome,
Deixaste um rastro, como um vendaval
Meu coração ainda te busca ao longe
Entreguei-te a vida, num gesto final.
Só eu sei o que foi aquele instante
Um tempo suspenso num único olhar
Tu passaste e eu fiquei errante
Guardei o amor sem poder revelar
Se um dia voltares, meus olhos dirão
O que os meus lábios não sabem dizer:
Tu és a saudade e metade ilusão
Meu tempo perdido, meu padecer
Farei as preces com a alma que suspira,
Como quem sabe estar fadada ao fim
Ao som delirante das notas da lira
Hei de chorar meu amargo fim.
A florada de outono.
Ah! Aquela flor, dentre todas foi a mais especial, com um aroma sem igual.
Quando não vejo ela dentre todas as outras, sinto um diferencial, diferencial que eu chamaria de algo sem igual, como uma coisa que me deixa passando mal, que, ao mesmo tempo faz-me sentir um líquido lacrimal.
Lembro-me de seu rosto perto do meu, de seus braços me aquecendo como uma mãe acaricia sua vida. Quando ela se foi, senti-me num breu e ao momento que fui percebendo dei-me conta que nada passou de uma lembrança atrevida.
Se fosse para eu descrever ela, diria que seria uma margarida, como daquelas que não vemos em qualquer lugar, afinal, ela carrega aquele aroma sem igual, lembrando-me sempre que quando não a vejo, dói me a ferida.
Neste momento, estou a lembrar-me deste grande amor, que por não tê-la dito o que eu sentia, deixei a ir. Quando me lembro do que deixei acontecer, só consigo sentir dor, porque afinal de contas, não é todo dia que perdemos uma flor que estava por florescer, essa flor só pode receber um nome, Amor.
A Trapezista
Tua presença sempre foi de altura,
leveza que desafia a gravidade,
um salto no vazio —
sem medo,
sem rede,
como quem nasceu para voar.
E eu, aqui embaixo,
no chão firme das palavras,
apenas te assisti:
dançar entre os arcos do ar,
girar entre os cabos invisíveis,
flutuar como quem não pertence a lugar nenhum.
Teu nome, nome de trapezista,
já anunciava a tua sina:
voar, encantar, desaparecer.
Fui plateia e fui aplauso,
fui silêncio e fui espera.
Olhei teus saltos,
teus riscos,
tua beleza suspensa,
sabendo que, um dia,
o espetáculo acabaria.
E acabou…
mas o picadeiro da memória permanece armado,
as luzes seguem acesas,
e teu vulto, tão etéreo,
ainda atravessa os meus pensamentos
num voo perfeito,
num giro interminável.
Se um dia voltares,
não precisas de rede,
nem de cordas,
basta o espaço entre meus braços
pronto,
aberto,
para te acolher no pouso
ou te lançar,
outra vez,
ao céu.
O início de tudo não foi um momento, mas uma ausência: a ausência absoluta, onde nem mesmo a ausência podia ser concebida. Antes de qualquer tempo, qualquer espaço, qualquer lei, havia apenas o impensável — aquilo que nem o nada consegue nomear. E então, sem porquê, sem finalidade, sem testemunha, o ser se insinuou: não como um estouro, mas como uma inevitabilidade silenciosa, um gesto que não pôde ser contido. O que chamamos ‘início’ não é o princípio de algo, mas a fratura do impossível — o ponto em que a inexistência já não pôde mais se sustentar e, ao ceder, deu lugar à possibilidade. O tempo nasceu junto com o espaço, como dois gêmeos siameses, costurados pela necessidade de que algo se transformasse. A matéria não veio depois: ela sempre foi o desdobramento desse impulso primordial, o eco daquela primeira vibração sem origem. O início não aconteceu, ele ainda está acontecendo, a cada respiração, a cada pensamento: o universo segue começando, incessante, em nós, através de nós, apesar de nós. E talvez seja esse o maior segredo: que o início nunca terminou.
Um dia o coração conheceu o amor.
E o amor conheceu a paixão.
E a paixão foi viver junto com o amor dentro do coração.
E agora as estrelas do amor e da paixão iluminam o céu do coração!
Se um dia perceber que falta um pedaço do seu coração, foi o amor que roubou, tendo como cúmplice a paixão!
Se Deus Permitiu que um amor acabasse em seu coração, foi para que você soubesse diferenciar o verdadeiro amor, daquele que não valorizou sua paixão!
Quem declara: "Amores vem e amores vão". Tenhacerteza que foi realmente um amor que passou pelocoração, pois o amor de verdade faz tudo para permanecer junto ao coração!
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