Amiga Desculpa a Ausencia

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AUSÊNCIA
Não é dor de paixão
O que me faz sofrer,
Dor de amor não é não,
Talvez nem seja dor,
Talvez seja só solidão,
Talvez seja só a ausência de dor,
Que dói no coração...

Inserida por tadeumemoria

⁠Eu ainda te amo
Mesmo na sua ausência

Inserida por brunafurtado

⁠A pior ausência não é a que morreu, mas que está viva!

Inserida por giuliocesare

⁠Não pense que minha ausência foi em relação a você, mas a mim mesmo, que é pior.
Espero me reencontrar, voltar a viver a tempo de não lhe perder.

Inserida por giuliocesare

⁠Tua ausência me ensina sobre a espera...

Inserida por Pensamentosempre

É um equívoco atribuir a este ou aquele indivíduo total ausência de vaidade. O ser humano é vaidoso por natureza, embora nem sempre possa dar vazão, por motivos que incluem condições socioeconômicas, a todos os pormenores de sua vaidade.
Quem usa roupas rasgadas mesmo podendo vestir-se com apuro ou luxo, é porque vê nisso algum charme. Portanto, é vaidoso. Aliás, faz pouco tempo que a última moda eram as roupas deliberadamente rasgadas. Ainda há, com menos frequência, pessoas que usam essas roupas, bastante caras, com rasgões estilizados produzidos nas confecções. Quem não pode comprá-las, mas aprecia essa moda, produz o efeito em casa e certamente alcança o objetivo de estar em sintonia com o mundo moderno.
A vaidade está refletida nas roupas, nos carros, nas bicicletas, nos aparelhos de celular, nas casas e muito mais. Ela se configura quando aquilo que usamos ou obtemos não tem a única intenção de nos satisfazer, mas também de mostrar aos outros, de alguma forma clara ou velada, o que nos pertence. Não fosse assim, só teríamos telefone para fazer e receber chamadas. Carros e outros veículos, motorizados ou não, somente para nos locomover, sem importar os modelos. Verificaríamos quesitos como conforto, economia e desenvoltura, dentro das nossas possibilidades, mas abriríamos mão daqueles que visam muito mais impressionar o outro.
Pode-se afirmar o mesmo da ambição. Ninguém é verdadeiro quando se diz não ambicioso. Tal pessoa terá, no mínimo, a ambição de não ter ambição, com o objetivo específico (e ambicioso) de alcançar a paz espiritual, por exemplo. Há quem abra mão de qualquer conforto material, para se dedicar ao acúmulo de conhecimentos. Outros querem fazer contatos com alienígenas e tantos não querem nada, mas ainda assim, com vistas à libertação total do ser, para fugir do peso e do cansaço de uma vida vertiginosa.
Jamais afirme para si mesmo que uma pessoa é modesta e absolutamente sem apego. Trabalhar menos para dar aos filhos mais atenção e presença, já não podendo lhes dar tantos presentes, é um belo exemplo de ambição humana.

Inserida por demetriosena

O que mais me preocupa quando sinto sua ausência não e tristeza que toma conta do meu ser.
Mas sim, o vazio que me deixa a falta do seu: olhar, sorriso e perfume.
Sem você me sinto incompleto.

Inserida por ironpaulo

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Nunca me disseram que a ausência de amor poderia cavar subterrâneos dentro da alma.
Apenas fui percebendo, dia após dia, que algo em mim se retraía sempre que o afeto era negado ou a presença me era retirada sem explicação. E assim nasceu o porão.

Um porão não se constrói de uma vez.
Ele começa como um canto escuro da memória, onde jogamos o que não sabemos lidar: o abandono, o desdém, as palavras não ditas, os olhares que desviaram de nós no instante em que mais precisávamos ser vistos.
E quando nos damos conta, já estamos vivendo ali dentro.
Silenciosamente.

No meu porão, não havia janelas.
Apenas lembranças repetidas como ecos:
“Você é demais.”
“Você exige muito.”
“Você espera o que ninguém pode dar.”

Um dia, desejei ser amado. Verdadeiramente.
E, em meu desejo, ofereci tudo o que havia guardado.
Entreguei minha sede, minha esperança, minhas cicatrizes.
Mas do outro lado, veio o silêncio.
Ou pior — uma rejeição educada.
E então, fiz o que aprendi a fazer: voltei para o porão.
Fechei a porta por dentro.
E culpei a mim mesmo por não ser digno das cores do outro.

Mas ali, no escuro, algo começou a mudar.

Percebi que a dor que tanto me esmagava, não era apenas pela ausência de amor…
Era pelo peso de ter construído minha identidade com base na validação alheia.
Era pela minha tentativa constante de provar que merecia ser amado.

E foi então que compreendi:
O porão não é um castigo.
É um chamado à reconstrução.
Um convite da alma para que deixemos de implorar luz dos outros… e comecemos a criar a nossa.

O arco-íris não se forma no porão porque não há janelas.
E não há janelas porque, por medo de sermos feridos, tapamos toda e qualquer fresta por onde o amor pudesse entrar — inclusive o próprio.

Agora eu sei.
Não é que ninguém quis me amar.
É que eu me abandonei na expectativa de ser salvo.

E a verdade é esta:
Não há arco-íris no meu porão…
porque fui eu quem escondeu o sol.

Mas hoje — hoje eu quero recomeçar.
Talvez eu ainda não saiba como abrir as janelas.
Mas já tenho nas mãos a chave do trinco.
E isso… isso já é luz.

Reflexão final:
Você não precisa de alguém que desça até os teus porões para te amar. Precisa, primeiro, ser quem decide não viver mais neles. A partir daí, tudo começa a mudar. O arco-íris não virá de fora. Ele nasce quando você ousa sentir orgulho da tua própria coragem — mesmo que ninguém esteja aplaudindo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Enquanto o íntimo lamenta a ausência de um afeto, os desvios do mundo agigantam-se, tornam-se cada vez mais complexos...

Inserida por sandronadine

A ausência de uma pessoa pode mudar tudo, mudar o rumo de várias pessoas, mudar o ânimo pra qualquer que seja a ação. Só fica a lembrança dos bons momentos que nunca mais voltarão!

Inserida por halissoncaleffi

“A solidão não é ausência de vozes, mas a convivência íntima com aquilo que insiste em nos observar por dentro.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠lágrimas Viraram Sol
Chorei mares, rios e tempestades
Nas noites frias de ausência e dor.
Mas, reguei sem saber, as saudades com gotas que hoje florescem o amor.

Cada lágrima caiu por um motivo,
Mas nenhuma se perdeu no vazio.
Transformei o pranto em alívio, e fiz do silêncio um doce arrepio.

O que era cinza, ganhou cor.
O que era medo, virou abrigo.
De cada queda, brotou flor.
De cada choro um novo riso.

Hoje sorrio com alma inteira,
Não por ter esquecido o que sofri,
Mas porque fiz da dor passageira,
O trampolim que me trouxe aqui.

Inserida por SimoneCarvalhoSantos

⁠Que abismo sem fim a ausência do Seu Espírito pode causar em um homem.

Inserida por Sarahkoelho

Eu fui me acostumando com a sua ausência. Comecei a entender que tudo acontece por um motivo, você veio a esse mundo para me ensinar uma lição, e infelizmente acabou indo embora cedo demais. A vida continua, os anos passaram e eu fui aceitando, mas alguns dias ainda são muito difíceis. Não tem como me esquecer de você, pois você representa uma parte muito importante da minha historia. Pode ter certeza que muita gente ainda sente sua falta todos os dias. O mundo continua girando, é para frente que se anda, mas é como se uma parte de mim nunca fosse ficar completa novamente. O tempo passou, mas depois de todos esses anos as lembranças permanecem. Espero que esteja em paz e cuidado de mim. Em outras vidas ainda vamos nos encontrar.

Inserida por droplets

⁠A dualidade da presença e ausência do Ser é o início de qualquer dimensão que a arte imagina ou deseja ser.

Inserida por salzano_william

A prisão é não ausência de liberdade e a liberdade não é a ausência de prisão. Pois, a liberdade intelectual é ilimitada e a prisão emocional é condicionada.

Inserida por Alegoria

⁠"Se eu pudesse eu estaria em todos os lugares que eu tivesse sua presença.
Em sua ausência se faz presente, da sua companhia, minha abstinência.
Eu abstive da sua companhia, abri mão da minha insistência.
O coração implora suas carícias, a razão pede clemência.
Sua companhia sempre me fora um presente, agora sua ausência marca presença.
É frequente lembrar-lhe e o sofrimento tem constante frequência.
Esse sentimento tem elevado nível de indecência.
Ao meu coração, o comandante do meu sofrimento, presto as minhas condolências.
Quando repouso sobre ele, e escrevo a mais doce das palavras, presto a minha mais singela continência.
Eu já perdi muito no campo minado da 'sofrência'.
O coração e a razão, não importa quem vencer, eu sairei perdendo nessa guerra serena.
Ao lembrar-lhe, por vezes, perco minha eloquência.
Eu perdi muita coisa, só não perdi, minha paciência.
Eu estou em todos os lugares, só não estou onde tenho sua presença..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Você é meu Sol, mas ainda tô na escuridão.
És meu calor, mas o frio da sua ausência, assola meu coração.
Você é abandono e indiferença e eu continuo sendo amor e paixão.
Sou sua companhia, você é minha solidão.
Seu belo brilho, ao longe, infelizmente não sou capaz de alcançar com minhas mãos.
Não posso te amar por toque, então fiz de ti minha religião.
É você que toda manhã eu admiro, seu brilho ao longe, se tornou meu templo de adoração.
Só restou-me loucura, onde era razão.
Dá manhã, já vejo os primeiros raios, a anunciação.
Vejo meu Sol, mas sei que infelizmente, vou ficar na escuridão...

Inserida por wikney

⁠"Ontem, foi quando a sua ausência mais doeu.
Certeza, que foi por conta daquela chuva, que levou tudo, mas não levou você d'eu.
Ver você passando ao longe, fingindo que não me conheceu.
Como posso ignorar um corpo, que conheço até mais que o meu?
O coração acelerou, queria ter arrancado-o do meu peito, estrangular meu próprio eu.
No momento em que olhei pela janela daquele ônibus e vi as lágrimas do céu, minha chuva escorreu.
A tarde que estava clara, as nuvens carregadas, me lembraram a sua ausência, quando tudo escureceu.
Vislumbrei por milésimos, meu próprio reflexo, e vi um homem moribundo, com a vida estraçalhada, mas que ainda é seu.
Amanhã, o hoje será igual ontem, eu já pedi perdão a Deus.
Roguei a Cristo, para que na próxima chuva, leve tudo, leve minh'alma, e principalmente, leve você d'eu.
Parece-me, que agora todo dia é como o ontem, quando sua ausência, mais doeu..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney