Alague seu Coracao de Esperancas Fernando Pessoa
cante para mim, dançe comigo, me abraçe, me faça rir, me faça sonhar, me de esperanças, me leve para a lua, nade comigo, sonhe comigo.
Jamais devemos perder as esperanças, por que nada está perdido em quanto ainda estiver luta e disposição pra lutar.
Quero ter esperanças de enxergar
lá na frente e conseguir me ver curada
por dentro e por fora!
Que Deus me dê essa capacidade
de não me ver pela metade.
Quero ter confiança
e conseguir guardar na lembrança
todos os momentos
tal qual uma criança que numa dança
brincou faceira, pulou a fogueira
e viu-se novamente inteira.
Regresso agonizante.
Voltei para minha cidade Natal, cheia de esperanças e expectativas. Eu estava convencida de que meu genitor pai era o problema que assolava o lar de minha mãe, e acreditava que ao retornar, conseguiria transformar a dinâmica familiar e oferecer um lar acolhedor para minha filha amada.
No entanto, logo percebi que estava errada. Meu pai não era o único responsável pelos conflitos e traumas que assombravam nossa família. A toxicidade estava enraizada em cada membro, em cada gesto, em cada palavra proferida.
Decidi fazer uma grande mudança e instalei-me em minha cidade Natal com o objetivo de proporcionar para minha filha um ambiente familiar caloroso, com cheiro de bolos assando ao forno e brincadeiras de vó ao chão. Eu ansiava por reunir meus irmãos à mesa, para juntos resgatarmos os anos perdidos e reconstruirmos os laços de família que pareciam despedaçados.
No entanto, a realidade se mostrou muito mais sombria do que eu poderia imaginar. Minha mãe, incapaz de se libertar dos padrões tóxicos que a aprisionavam, continuava a perpetuar as mesmas atitudes prejudiciais. Meus irmãos, divididos entre suas próprias feridas e ressentimentos, não conseguiam se unir de forma saudável.
A tristeza me envolveu, me consumiu. Tentava agir com o coração, mas a sensatez e a razão clamavam por atenção, por cuidado. Minha filha, inocente e vulnerável, era testemunha de um cenário marcado por conflitos, tramas, mentiras e ofensas, fui obrigada a tomar uma atitude fria, porém a mais correta, minha filha de apenas dez anos de idade não pode mais ter contato com minha família, triste e cruel está sendo para mim, mas eu não posso permitir que a toxicidade do lar de minha genitora mãe, venha assolar a minha pequena e doce filha.
Eu ansiava por momentos de paz e harmonia, por uma convivência familiar saudável. Desejava que minha filha pudesse desfrutar da presença de sua avó, de seus tios, sem ser afetada pela negatividade que parecia permear cada interação.
Tentei, por diversas vezes, dialogar, buscar soluções, promover mudanças. Mas a resistência era grande, a inércia era mais forte. Sentia-me sufocada, dilacerada, dividida entre meu desejo de união e minha necessidade de preservar minha sanidade e a de minha filha.
Imersa em um mar de conflitos e desencontros, fui obrigada a encarar a triste realidade de minha família. A distância entre nós parecia cada vez maior, a comunicação cada vez mais falha. Eu me via presa em um ciclo de toxicidade, ansiosa por escapar, mas sem saber por onde começar.
A presença de minha filha, por outro lado, era um raio de luz em meio à escuridão que me envolvia. Seus sorrisos, suas brincadeiras, sua inocência eram meu refúgio, minha âncora em meio à tempestade.
Eu só queria o mínimo: a união de minha família, a possibilidade de compartilhar momentos felizes, sem mágoas, sem ressentimentos. Desejava que a casa de minha mãe fosse o lar acolhedor que eu imaginara, onde pudéssemos compartilhar risos, abraços e memórias felizes.
Mas a realidade era outra, mais dura, mais complexa. Enquanto tentava encontrar um equilíbrio entre minhas emoções e minha razão, entre meu desejo de harmonia e a realidade sombria que me rodeava, percebia que a jornada rumo à reconciliação e à cura seria longa e árdua.
E assim, entre a esperança e a desilusão, entre a tristeza e a resignação, eu seguia em frente, tentando encontrar um caminho para a paz e a harmonia que pareciam distantes, mas não impossíveis.
Mente vazia
Como um labirinto sem saida
Me sinto perdida
Mas com esperanças ainda
O labirinto e cheio de obstaculos
Preciso de espaço
Pra não me perder
Pois estou sozinha .
Simples. Fácil. Intenso.
Tantos olham para o alto
Afim de encontrar esperanças
Buscando algo que chamam de Deus
Eu olho para baixo
Não por melancolia ou tristeza
Mas para ver a beleza dessa rosa
Que nasceu entre meus pés
Ela mora no infinito, mas repousa no
Meu 💓
por isso
Eu tenho esperanças, que ela
Acabe morrendo ao meu lado.
A distância entre nós é imensa,
Mas ela não suportará Minha ausência
por muito tempo..
Logo se encontrará em meus braços.
Como podemos ter esperanças em dias melhores num país cuja engrenagem da educação, que mais poder tem de promover um bom futuro, está enferrujada e obsoleta?
Todas as mulheres, em todos os lugares, têm as mesmas esperanças: queremos ser autossuficientes e criar vidas melhores para nós mesmas e para as pessoas que amamos.
" Semeie boas sementes que colherás fartura ! Sem semear não há esperanças ! "
Gustavo Konrad
26-10-2.021
De todas as esperanças humanas, deuses são os únicos que nada podem fazer pelos mesmos, e nenhum outro poderia fazer o que somente um ser humano podendo fazer por si mesmo, estará para todos fazendo e assim iguais continuarem .
Só um ser humano pode AJUDAR outro ser humano, e todos assim estando fazendo, poderão fazer para ajudar toda humanidade como um todo.
Devemos entender que objetivos são melhores que sonhos, eles não nos dão falsas esperanças, eles nos dão um propósito para seguir, um caminho a seguir, tudo para correr atrás do que queremos. Desistimos de sonhos com mais frequência do que desistimos de objetivos.
Agradeço a Deus por está aqui vivendo essa noite,e com muitas esperancas que tudo melhore para todos nós,que possamos ficar tranquilos e confiantes em Deus,confiantes em Jesus e todos os anjos do céu e da terra que estão trabalhando por nós.
Abençoada noite a todos !!!
Ivânia D.Farias
As esperanças cessaram.
É momento de deixá-lo partir.
Mas, questiono-me como?
Se ainda insiste em respirar
Aqui dentro do meu coração?!
Como olvidar o brilho daquele olhar
Se cada vez que vejo as estrelas
Lembro-me deles?
Ou então, do teu sorriso?
Que cada vez que lembro,
Me perco na curva dele.
Um enigma um pouco,
Ouso a dizer, muito, muito difícil
Para decifrar e encontrar uma solução.
Várias vezes tentei olvidá-lo
Todavia, as tentativas foram debalde
Sim. Todas em vão.
Pois, não se tira da mente
Algo que não saí do coração.
Páscoa
Renovação
De
Esperanças
Tempo
De desfrutar
Também
As delícias
Das arrumações
Do ambiente
Pelos netos
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