Abandono
Criei um dicionário lunar
Para as coisas cercadas de sonhos
As quais nunca abandono
Na hora de acordar.
Escolho ser otimista em relação à tudo e à todos, abandono a tristeza e o negativismo, quero mais é viver bem!
Oh, olhos malditos
Que tira meu sono
Me ensinou o que é o amor
E o que é o abandono.
Oh, malditos olhos
Que eu busco tanto
Que rouba meu fôlego
E me causa espanto;
Malditos olhos verdes daquela criatura
Que me causa delírios;
Me levando a loucura.
A utopia me leva além do infinito
Sofro muito por amar
Esses olhos malditos.
A baixa autoestima da população já habituada ao abandono da coisa pública, ao feio, ao sujo, ao mal acabado, aliada à falta de consciência coletiva e de educação do povo, faz com que todos percam, com que todos se nivelem por baixo, com que todos comunguem o absurdo de misturarmos a imundície pública do descaso com a nossa imundície cívica, essa armadilha tupiniquim disfarçada de malandragem que nos faz tropeçar na nossa própria podridão nas vias públicas, nas nossas casas e nas nossas vidas em comunidade. Vamos em frente! Existem muitas mentes a serem saneadas, abertas, desinfectadas, reconfiguradas e transformadas em algo que valha a pena acreditar.
Abandono
Não bastasse
que se batesse
contra toda parede branca
que havia, avezinha tonta,
bateu asas
e deixou sozinho,
no ninho,
meu coração de passarinho.
No dia em que Deus precisar tocar em algum dos meus para me moldar, seja no que for, eu abandono a fé. Não acredito em um Deus que toca em um inocente para atingir uma segunda pessoa!
O silêncio das lágrimas e o abandono em meio a chuva de ventos pelas ruas escuras a procura do sol que se esconde na noite.
E o amor vai morrendo silenciosamente em meu coração
Hoje rainha da vez, na beleza e bajulação do trono, amanhã talvez na tristeza e solidão do abandono.
[Verso]
A brisa fria tocava meu rosto
Noite de solidão marcado no desgosto
Abandono de um amor tão platônico
Coração agitado num choro irônico
[Verso 2]
Lágrimas de sangue no rosto caindo
Olho pro céu e vou resistindo
Noite escura sem nenhuma estrela
Solidão que vem e me congela
[Refrão]
Solidão gelada entra no meu ser
Coração em pedaços sem saber viver
Amor distante uma ilusão sem fim
Choro sozinho ninguém perto de mim
[Verso 3]
Sinto um vento que me faz tremer
Lembranças me atingem não posso esquecer
Saudades batendo num ritmo de dor
Noite de solidão sem nenhum calor
[Verso 4]
Caminho pela estrada gelada e vazia
Buscando um alento nessa noite sombria
O peito apertado e sem direção
Solidão que bate forte no coração
[Ponte]
O sol não nasce minha alma se perde
Esperanças caiem como folhas de outono
Um amor platônico que nunca aconteceu
Coração partido no frio do abandono
Composição Valter Martins
Eu sei que ela sabe usar seu tempo para amar o Homem que a quer, eu sei que ela não sofrerá abandono, porque sabe que isso não combina com seu jeito de ser.
❤🌹
______Visões do coração_______
Sim.
Eu me apaixono
só pra
sentir o sabor,
esse gosto de amor
mas não me abandono,
é só pra
experenciar o calor,
gosto de dar valor
No intervalo me pego em meu ego
faço-me paixão,
no que vale eu pego e me entrego
faço conexão.
Podem dizer que sou moda
eu sei que sou motivado,
se este meu modo incomoda
então não há nada de errado
pois vim para amolar,
afiar indagações,
a vida é meu lar
e ao fim somos ligações
com um pé no chão e o outro no cume
carrego a paixão no meu nome
O abandono parece ser cruel em muitas vezes é o fardo necessário para crescer vencer, só depois da lição que o devido valor será gratidão.
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