A Vida é de quem se Atreve
"" Ou sou, o maluco que escreve
Ou é você, o doido que se atreve
A ler tamanha insanidade
Nesses versos que modulam minha capacidade...
.
Só posso te agradecer
Pela parceria e caminhada
Pero ousadia, verbo balada.
Somos dois a não entender nada.
Que fique assim...
Quase todos se dispõem a palpitar nas arquibancadas, mas quase ninguém se atreve a encarar as arenas.
Na zona quente das arenas — entre soros e corredores — a realidade é outra.
Lá, quase ninguém se atreve a encará-la.
É curioso como a vida se enche de especialistas quando o risco é dos outros.
Das arquibancadas, tudo parece simples: a jogada errada é muito óbvia, a decisão quase sempre poderia ter sido melhor, a coragem sempre parece insuficiente.
A distância cria a doce ilusão de clareza.
Ali, protegidos pela segurança de não sermos responsáveis pelo resultado, opinamos com firmeza, julgamos com convicção e, muitas vezes, criticamos com dureza.
A arena, porém, é outro mundo.
Nela, o chão treme sob os pés da incerteza.
As decisões são tomadas sob pressão, o tempo é curto e o medo é real.
Quem está na arena sente o peso das escolhas, o calor da exposição e a possibilidade concreta do fracasso.
Não há replay para corrigir palavras ditas, passos dados ou oportunidades perdidas.
Há apenas a coragem de continuar, mesmo sob olhares atentos e, por vezes, impiedosos.
Opinar exige voz.
Agir exige vulnerabilidade.
É fácil apontar falhas quando não somos nós a pagar o preço.
Difícil é aceitar que errar faz parte do processo de quem tenta.
Na arena, o erro não é sinal de incapacidade, mas de movimento.
Quem entra em campo pode tropeçar, mas também pode transformar o jogo.
E quem permanece na arquibancada preserva a própria imagem — mas abdica da possibilidade de vitória.
Talvez a grande diferença entre uns e outros não esteja no talento, mas na disposição de enfrentar o desconforto.
Porque crescer dói.
Sonhar assusta.
Realizar expõe.
E só descobre seus próprios limites quem decide testá-los.
No fim, a plateia sempre terá algo a dizer.
Mas são os que suam na arena que escrevem a própria história.
Porque só nos lavando de suor e lágrimas, onde um pouco de tudo acontece, podemos sair de alma lavada.
Na noite que antecede
esta Superlua de Neve,
a minh'alma se atreve
a dizer que já és meu.
É por causa desta alvura
tão linda que inspira
a nunca desistir:
já saberemos onde ir.
Só basta você querer,
que não farei resistência,
em busca assim estou
é de malemolência.
É com esse entusiasmo
que me preparo
para receber este amor
em total desembaraço.
"Só é capaz de ser feliz quem se atreve, pois quem fica parado não chega a lugar algum. Então, não perca essa ousadia de tentar ser feliz todos os dias."
Amor...
Amor covarde, de que serve?
Amor valente, quem se atreve?
Amor sincero, quem aceita?
Amor intenso, quem aguenta?
Amor grudento, quem tolera?
Amor racional, quem precisa?
Amor fugaz, quem alcança?
Amor verdadeiro, quem percebe?
Amor eterno, quem ousa?
Amor simples, quem se engana?
Amor próprio, quem prioriza?
Amor ao próximo, quem pratica?
Amor explicado, quem entende?
Amor... Quem o conhece?
"FALSA FRAQUEZA"
Diferente dos olhos menos se atreve
A quem mais louvar quer
Cega idolatria
Pelas coisas banais desta mortal vida
Morte voluntária, dura guerra de todos os dias
Pensamentos renovados sombra fresca de água fria
Doce lima onde me cerca a dor
Lembranças que me lastima
Tempos passados no mundo já desenganados
Logrando-me da tua companhia
Oh sepultura minha da morte com bravura
Falso caminho onde habita a fraqueza da alma pura
Defeitos de um coração aflito
Resiste ao sentimento
Sem reagir ao consentimento
Os claros desenganos
Das certezas que sofrem mais de tristezas
Colhidas entre as flores
De espinhos feridas na carne
Do nosso desentendimento
Gemidos transparentes, duros sentidos
Que penetram as entranhas do descontentamento
Desencanto dos passos no caminho
Espinhas engasgadas na carne viva das saudades
Morte consentida da alma porque
O corpo há muito já deixou a vida
Com temor nas águas do oceano, lágrimas perdidas
Onde o amor se banha tantas vezes
De pena e de tamanha dor se consola.
"Melancolia da Chuva"
Ouço a chuva
Que se atreve a bater na janela,
Formando poças e passarelas,
Abrindo caminhos rumo à imaginação.
Agora a vejo delicada e singela,
Chamando-me de poeta, dizendo que sou dela
Sem dispor - se da razão.
O barulho dos respingos no chão,
Mostra ao meu redor a solidão,
Traz - me em memória tua face,
Lembrando - me que contigo sou enlace
Que completa a tua canção.
Sua ausência deixa um vazio.
Sem rumo escrevo estas frases,
Até que essas poças transformem - se
Rios.
lá fora bate irado o vento, e cá dentro meu coração encosta o ouvido às paredes e mal se atreve a bater...
Se você se atreve a sentir o que o outro sente, com tudo o que você tem para ser sentido, talvez desse lugar, você tenha a chance de encontrar a sua própria luz.
Existência
Olhar, e dizer breve.
Entender , atreve a agarrar.
Apagar o ser que deve;
Viver , não subscreve a pagar.
T.V.///Veiga
O homem inteligente costuma fracassar, porque não se atreve a crer no verdadeiro tamanho da estupidez humana.
Eu quero. E sem medos. Sei o meu valor. E do que sou capaz.
Mostra-me que queres. Atreve-te a mostrar-te. E do que és capaz.
Como se atreve a me olhar assim...
Você esta querendo me roubar o que?
Se já me roubaste o coração?
Você me tocou a alma...
..
Arriscar!
Até que é bom um até breve
se valorizar como mulher
é mais feliz quem se atreve
do que ser uma qualquer
melhor deixar que a onda leve
do que nadar contra a maré.
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