A sua Ausencia Mim Deixa muito Triste
Ausência de corpo presente
Indiferentes, dançavam a pavana,
Enquanto o tempo dócil se evadia,
Sufocados na fumaça de havana,
Na corrente que a vida esvazia.
O grupo, que a angústia despistava,
Exangue e desprovido de ideal,
De Moscou, Pequim ou Bratislava,
Vivia o seu próprio funeral.
No quarto de estátuas, salpicado
De tédio agudo, expressão final,
Estavam lá, sem nunca ter estado,
Reféns de uma coluna social.
O denso vazio da conversa
Estampa o ócio na fisionomia.
A sarabanda que atrai, perversa,
Nos cérebros sem uso, a apatia.
Esperanças, na entrada abandonadas,
Procuram a lembrança passageira
Das ilusões sempre acalentadas
No vácuo da mente hospedeira.
Ganhar batalhas sem ganhar a guerra,
Tragados por insossa calmaria.
E descobrir que entre o céu e a terra,
Há mais que uma vã filosofia.
Não há revolta nem ressentimento,
Nessa desordem quase vegetal,
Mutismo sela o arrependimento
No leito de Procusto sideral.
A densa bruma altera o semblante.
Escravo é da verdade o corifeu.
A voz do coro congela o instante:
Baldada a morte pra quem não nasceu.
Prisões cósmicas são o cruel destino
De ilusões no limbo da razão
Fica a procura: mero desatino.
Da finitude, singular refrão.
Resume-se, ó mundo putrefato
Do anódino, do vil, do rotineiro,
Na ignorância deste simples fato:
Entrega vale, se for por inteiro.
O mal não é só uma ausência do bem,
mas as escolhas erradas favorecem o mal.
O homem é o criador de todos os males.
Tua ausencia me persegue onde quer que eu vá, sempre tenho que fingir que posso sorrir mesmo sem te ver, eu nunca ti menti pra depois descobrir que acabou que desprezou meu amor. Mais essa noite eu sonhei com teus olhos, ouvi o som de sua voz dizendo que se arrependeu, não vou negar estou morrendo sim de saudade me diz que a dor chegou ao fim e vc vai voltar pra mim, mais se for para continuar aquele mesmo lance esquece posso continuar sem voce, me matando aos poucos mais para ter seu sorriso novamente, Haha Traduzindo: Eu não vivo sem voce, não sei voce meu amor mais eu ainda to afim de cumpri as nossas juras pelo menos isso dava pra ver em seus olhos que era sincero
Ausência equivocada
Eu já não sei o que fazer,
Para onde foi o meu prazer?
A minha vontade, minha inspiração
Todos foram, me restando a razão
Razão pela qual insisto
no que não é previsto...
No que aparenta ser voraz
me tornando cada vez mais audaz
Fazendo crer que é possível
acreditar no amanhã...
O amanhã será inesquecível
como o gosto de uma maçã
De uma maçã mordida
pelos teus alvos dentes
É o que me faz ter vida
Apesar deles estarem ausentes
FÉ
Fé é mola que nos empurra pra frente. Sentir falta é o que eu enfrento, agora. Ausência é o que restou... Saudade é o que sobrou pra mim e é das grandes!
►28 de Fevereiro
As vezes me pego pensando nela
É difícil aceitar a ausência permanente dela
Relembrar dos momentos que vive com ela
E eu sei que estou sendo um idiota
Em escrever em forma de poema uma antiga história
Não conheço nenhum homem que faria o mesmo
Escrever poemas para o amor desfeito
Mas eu simplesmente não consigo parar
Já tentei, não consegui, então aceitei.
Fico tão triste quando me lembro daquele tempo
Lá no parque aproveitando, junto à ela, a brisa do vento
E que agora me encontro assentado relembrando dos momentos
Pior mesmo é saber que o sofrimento é em vão
Que ela provavelmente já está vivendo uma nova paixão
E eu afundando de vez na solidão
Mesmo com o carnaval reunindo uma multidão
Me encontro sem escutar batidas do meu coração
Pensei que escreveria um poema de alegria para o fim de Fevereiro
Mas simplesmente não esqueço o que vivi o ano passado inteiro
A tristeza, e o desânimo, se acomodaram sobre meus ombros
Que me deixam tonto, sem ter um plano, sem ter por onde caminhar
Acho que por hora não há nada para se fazer
Não consigo me ajudar, não sei como devo me convencer a viver.
Tenho o amor de meus pais e da minha tia
Mas por que que, apesar disso, eu não sinto alegria?
Por que não tenho autoestima?
Não sei mais o que é sorrir, me perdi
Sei muito bem que "é normal"
Hoje não consigo nem mesmo rimar
Acho melhor eu terminar aqui
Mas quero sorrir, só isso que gostaria de pedir...
fenda da ausência, é isso que torna todos extraordinariamente frágeis...É como se estivéssemos em um labirinto, com ruas escuras sem possuirmos uma lanterna em nossas mãos... Lá estava eu procurando entender ...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Corre Como um Rio"
Caminhando lentamente fica mais latente a dor, inconfundível sentimento de vazio que tua ausência deixa. A incansável busca da resposta por não ter-me feito morada no início da jornada, um passado já distante que não conseguiu apagar as marcas que foram poucas mais intensas. A cada passo sinto as pegadas deixadas para trás, evidenciando uma consciência sobrecarregada por um momento cheio de sentimentos mais inegavelmente ilícito ao pensamento, já não somos imaturos para quebrar regras no entanto nosso desejo vai além da experiência adquirida com as muitas primaveras, delicadamente a juventude volta a brilhar nos olhos e nos deixamos levar pela fraqueza da alma. Inevitavelmente o medo faz presença constante e perspicaz mas a volúpia perpetua e ficamos novamente a vagar nos nossos sonhos.
A ausência de respeito tem um tempo, um modo e um lugar.
Depois disso, passa a redundância, expressa na inocuidade do carácter.
Pra você foi rápido acostumar com a minha ausência, até porque esse cara que colocou no meu lugar faz a metade das coisas que eu fiz por você.
Metade, isso mesmo.
Pois ele nunca te amará da forma que eu te amei.
Os direitos do homem já há algum tempo se transformaram numa ideologia que mascara a ausência de um projeto político.
Um coração
O coração quando ama se acalma.
Na ausência do seu amor,dispara.
Enquanto espera seu querer,é só
ansiedade.
Afinal o que deseja o coração?
Ele quer um amor só seu, quer
vive-lo , senti-lo.
Quando a esse amor deixar de ter
não irá precisar de calma, não terá
ansiedade, e não irá disparar.
Quando a esse ponto chegar, só uma
coisa a ele resta, parar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Sempre de manhã...
As lembranças voltam à tona!
Como se a memória voltasse mais viva,
a ausência mais dolorida
e a distância ainda mais sentida...
É quando a alma interroga os porquês
e continua procurando explicações
para o que foi e para o que seria.
Cika Parolin
Tinha me esquecido de tantas as coisas que tenho guardado, até que a ausência derramou lágrimas de saudades em teus sapatos.
Teus sapatos com grama do campo, grama verde nossa cama.
Tantos sorrisos me fez sorrir.
Como borboleta quero visitar os teus sapatos .
Sorrir nem sempre é sinônimo de felicidade ou ausência de lutas. Muitas vezes o sorriso é uma maneira que o coração encontrou de dizer: Está difícil mas com Deus eu venço essa crise.
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