A Mulher que Poucos Conhecem
Quando eu for.. Amigo
levo na alma com quem caminhei,
os poucos que abracei e não soltei.
Amizade é casa que a gente escolhe, mesmo que o tempo nos desenrole.
Fui riso breve, flor no jardim,
mas plantei raízes em quem foi por mim. Se eu me ausentar, não é abandono, é só o ciclo mudando de dono.
Lembra de mim sem me prender,
que quem é real, não vai se esquecer.
Fui família que o afeto cria,
mesmo nos dias de ventania.
E se eu me for, sorri devagar:
sou brisa leve a te visitar.
Aos poucos vai soltando os laços, pra sabedoria criativa, pois, todos são absolutamente em capaz, é na verdade que há medicinas pra luz da paz, saúde não é tanto faz.
Aos poucos, o caos vai ganhando forma, textura, algumas camadas, uma mistura de cores e traços, uma aparência vistosa, equilibrada ou menos caótica graças a percepção aprofundada, transformadora de um(a) artista que se empenha na sua arte, resultando em uma bela pintura de detalhes que se completam
e assim, emocionam, despertam a imaginação, causam uma certa exultação aos olhares que possuem o mínimo de sensibilidade diante da beleza que está contida na viveza da simplicidade, que refletem a vida, instigam a curiosidade, dessarte, sinceramente, fico fascinado neste poder transformador das diversas versões de artes,
que trazem um equilíbrio admirável, transformando o inanimado em algo que está vivo, unindo o realismo ao imaginado, o desenvolvimento de uma harmonia edificante, letras e melodia de uma música, palavras e significados emocionantes nas linhas e nos parágrafos de uma simples poesia, uma escultura impressionante, esculpida gradativamente a partir de uma epifania
entre outras representações artísticas, cada uma com o seu processo de criação, onde a preocupação a respeito do tempo pode ser um grande empecilho, a pressa só atrapalha a chegar a um resultado incrível, feito com amor e com a alma, a proporcionar um regozijo pessoal, uma interação diferenciada, um momento especial que na memória se propaga.
Capacidade encantadora de sorrir com os olhos exultantes, uma luz calorosa saindo aos poucos pelas pálpebras quase fechadas e o movimentar dos lábios sem abrir a boca, peculiaridade que não se encontra em todos,
O prelúdio de um lindo sorriso, cujo brilho é apaixonante, uma forma interessante de arte reluzente que reflete o amor existente lá no íntimo, que aparece ao ser cativado especialmente por quem consegue ver muito além do que está visível,
Que está contido graças a Deus em um semblante sorridente e em um olhar expressivo, bons e verdadeiros indícios de um coração resiliente, grato, de uma emoção veemente de alguém que percebe na simplicidade um grande espetáculo.
Vi um dia cinzento ser colorido aos poucos por cores mais vivas graças a uma emoção forte transmitida por um piano afinado com o coração de quem o tocava num tom harmônico de vida, um som calmo e intenso ao mesmo tempo.
E ao ouvir esta rica sonoridade, pude sentir uma austeridade genuína com notas reunidas harmoniosamente, expressando mais do que cifras
ao provocar sensações consonantes que simplesmente vivificam.
Usufruí consequentemente de uma brevidade que foi felizmente marcante à semelhança de uma linda música que até com poucos minutos fica marcada na mente, pois a temporalidade não importa se o bem for tão evidente.
Melodia tímida, tocada aos poucos com uma certa leveza e uma indispensável vontade por uma inexperiência charmosa através das notas dedilhadas em algumas teclas, propagando uma simplicidade sonora, cujos possíveis erros não lhe tiram beleza e ficará cada vez mais harmoniosa, se houver a devida persistência, então, florescerá como uma bela rosa, expondo amor e essência, uma sonoridade calorosa, no tom de uma bênção.
O dia começa
e o sol ao poucos
vai mostrando a sua arte
de cores vivas e intensas,
usa o céu como quadro.
Feliz daquele que contempla
pois o seu talento é notável.
Mergulhar nas tuas águas aquecidas, feitas de calor e profundidade, sem dúvida, é algo para poucos, uma profunda e calorosa conquista, já que muitos são mornos, indecisos, deste modo, não passam da superficialidade, não chegam nem perto da tua profundidade vívida.
E devido a esta profundidade da tua essência que aquece como um brasa viva, que esquenta teus sentimentos, deixando a tua pele quente, tua natureza mais vida, és uma admirável chama acesa, a mesma de um desejo ardente, onde há fervor e profundezas, veemência e amor, uma existência atraente.
Quando se consegue observar a beleza física e a do coração, é possível desfrutar de uma soma prazerosa, cuja sensação é inconfundível, dessa forma, sinto-me honrado por perceber que és maravilhosa na alma e no físico, uma composição graciosa que aguça-me os sentidos.
Estou certo ao afirmar que de vez em quando faz bem tomar uma dose saborosa de arte e aos poucos poder adentrar um belo universo de sonhos que nitidamente se vestem da realidade de inúmeras inspirações poderosas, de pensamentos frequentes e de várias emoções calorosas.
Estrelas reluzentes como aquelas que iluminam o valoroso "Noite Estrelada" de van Gogh, a expressividade veemente de um azul majestoso, elegante, de um lindo oceano impotente durante um momento muito tempestuoso e a graciosidade cintilante de uma vívida constelação, movimentos circulares e charmosos.
Brilho impactante de vivacidade, consequentemente, um encontro memorável entre a profundidade emocionante de águas, uma primazia celeste, constelações fascinantes, algumas infusões de uma mente artística, excêntrica, realista, poética, onde uma sensibilidade indispensável predomina com sua participação intensa.
Entregando pistas
como quem te dá
bombons com a boca,
aos poucos entrego
tudo o quê para nós
nunca foi segredo.
Fingindo sempre
que não entendo
mantenho você preso,
porque sei quase
tudo ao teu respeito.
Enfeitiçando através
das minhas pistas
assim é perversão
doce para inquietar
dia e noite o coração
a vir me encontrar.
Domando assim
as manias de brincar
com o coração alheio,
no silêncio poético
construí o meu castelo.
Caminhando mesmo
sem pensar você virá
imparável porque sou
tudo o quê o teu instinto
sempre esteve a buscar
e o teu coração a sonhar.
Bougainvillea laranja
quase avermelhada
num mundo que poucos
querem escutar o quê
não querem é melhor
buscar não se incompatibilizar
porque cada um tem
a sua própria hora de acordar,
e assim vou eu de Versos
Intimistas para buscar serenar.
07/05
O direito de poucos
não podem prejudicar
os direitos de muitos,
Sempre que isso acontecer
não se pode esperar
muita coisa do que está porvir,
Daqui para frente é melhor
optar por outros rumos a seguir.
Termos, ter os termos em nossas mãos, afinal o não termos de muitos termos sem termos de poucos termos, acabam por tornar-se eternamente intermináveis .
A redondeza e o Olhar
No tanto,por mais que entre tantos e poucos muitos,entretanto, " a geologia entra pelos pés", nada mais correto que isso, lógico que a literatura é a ponte, mas os pés, são quase os olhos da geologia, parecem até que estão na sola.
Chuva
Aos poucos se cresce, ganha forma e tamanho,
Em gotas se vem, em enxurrada se vai.
Apesar da sujeira, as gotas continuam caindo.
A enxurrada continua se formando,
Até que em um ponto a água se mostra límpida,
Ao se secar, cristaliza feito um mosaico,
Tal qual um vitral de uma igreja,
Cuja luz que sai da íris reflete nos fragmentos.
Os cristais se diferem em suas formas,
Seu padrão provém do princípio.
As luzes cristalinas se assemelham com
o raio de sol seguido da nuvem escura.
A umidade, o silêncio, o canto dos pássaros,
o cheiro de terra molhada.
Como quem saboreia
sorvete aos poucos,
Declaro-me altiva
poetisa performática.
Declamando versos,
olhando no fundo
dos teus olhos
e algumas vezes
pintando destinos.
Desvendando cada
um dos teus ocultos
desejos constantes
d'alma apaixonada.
Como quem não
quisesse nada,
vou permanecendo
como tivesse grudada
contigo desde o dia que nasci.
PERFÍDIA:
(Nicola Vital)
Os homens que pensam. Todos,
Os nobres, os lidos, e os poucos tidos,
Fingem em comum.
Muitas vezes, até escrevo o que penso,
Outras vezes, penso escrever o que sou,
Assim como os homens fingem o que ser,
Escrevo o que verdadeiramente sou.
19Ago2015.
QUANTAS ALMAS TEMOS:
Quando criança está sozinho me era aprazível.
Meus poucos amigos, pouco me eram!
Assim me fez viciar ao perigo da solidão.
Recluso ao meu tumulo, em silêncio,
Escutei a voz do coração distanciando-me
Do convívio com pessoas.
Saímos de cena para deixar fluir!
Na plateia mascaras sem olhos.
Metade de mim era alma, outra metade nem calma.
A vida nada mais que comédia suburbana
O único ato de um único monólogo.
O idiota canta, sozinho encena horas a fio
Logo sua voz se faz silêncio sob a égide de um até breve.
Quando, vê, o show acabou.
A comédia bufou.
Nada é eterno!
Não sabemos quantas almas temos.
Cada momento não somos ou cabemos.
Somos seres finitos
de infinitas vontades,
finalidades distintas,
afinco de poucos,
Afinidades conquistadas
e fingidas,
com o fim cada dia
mais próximo,
devemos, finalmente,
apreciar mais a vida.
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