A Liberdade de Filosofar

Cerca de 384 frases e pensamentos: A Liberdade de Filosofar

"O Espírito verdadeiramente Livre, o autêntico Viajante da Luz na Escuridão, em sua mais imperfeita e luminosa solidão, se pergunta silenciosamente, (porque a verdadeira Filosofia, dizem alguns, é 'Agere non loqui'): por que diabos devo eu me controlar diante da força incontrolável da Vida?"

Inserida por Vogelfrei

⁠Seja sóbrio! Seja livre! Seja perigoso!

Inserida por kamorra

⁠Para evitar fugas, o prisioneiro precisa acreditar que está livre.

Inserida por kamorra

⁠Quero crescer na vida vazia cheia de nenhuma preocupação, sou livre imã de carentes espíritos, sei amar que quero que se vá...

Me deixe aqui onde não estou.

Com quem me sinto livre, as palavras fluem. Com quem não confio, calculo cada frase.

Inserida por kamorra

⁠Quem tem medo da dúvida é a mentira, logo o livre arbítrio está sob o protagonismo dos espíritos excepcionais, dos quais, um ser humano bem resolvido nas questões existenciais debruçado sobre o conhecimento, utiliza da sabedoria para não fazer alardes sobre sua própria crença ou a ausência delas. Neste sentido, para não cair no ridículo de tentar tirar o sentido da vida para aqueles que acreditam em alguma coisa por necessidade, ele apenas diz: " Sim, eu te compreendo."

Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠Amor é a escolha livre de alguém de permanecer. Não é forçar alguém a ficar.

Inserida por kamorra

⁠Quem teme a verdade é escravo da própria ilusão. Só quem enfrenta a dor de enxergar é livre de verdade.

Inserida por kamorra

⁠O sistema odeia o homem livre, porque ele não se ajoelha, não se cala, e ainda inspira outros a levantar.

Inserida por kamorra

⁠Caminhamos rumo á lugar nenhum durante todo teatro da vida. Nos palcos nós interpretamos personagens, empregamos idéias e utilizamos vaidades, vitimização e como crianças de colo inventamos que precisamos de proteção, sem saber andar à sós no silêncio e na solidão, na beleza plena da vida.

⁠Nilo Deyson Monteiro Pessanha
é MAÇOM ?

Algum conhecido perguntou ao meu amigo se eu sou Maçom.

RESPENDI: Aonde quer que você colocar seus olhos,
quem vai com você é a curiosidade empregada de intenção má.
Antes de falar sobre um tema pessoa ou instituição da qual
você só tem informações soltas, estude muito em fontes verdadeiras.
Sou para seu governo unicamente uma incógnita...!!!

A doutrina cristã do livre artítrio é uma ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA, não uma psicologia. Ela se refere à espécie humana enquanto tal, no seu sentido mais universal e genérico, e não ao indivíduo concreto tomado num momento dado da sua existência real. "O homem" tem livre arbítrio, mas ESTE homem, ESTE indivíduo, pode estar privado do exercício do livre arbítrio como está privado, em maior ou menor grau, do uso da razão. É a diferença entre o pecado isolado e o VÍCIO. Dizer que todo pecador tem a qualquer momento a liberdade de se abster do seu pecado vicioso, só não o fazendo porque não quer, é confundir o universal com o particular, o necessário com o contingente, a essência com o acidente, e proceder como os maus pastores de que fala Mateus, 23:4: "Eles atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens. No entanto, eles próprios não se dispõem a levantar um só dedo para movê-los."

Impossível ser livre de verdade, se em verdade não buscares a filosofia.

Inserida por Torsh

É aqui que eu quisera possuir tudo o que a filosofia tem dito e redito do livre arbítrio, a fim de o negar ainda uma vez, antes de cair onde ele perde a mesma aparência de realidade; acabaria esta página por outra maneira. Mas não posso; digo só que não pude reter a cabeça nem os olhos, e vi as duas damas, com os braços cingidos a cintura uma da outra, vagarosas e visivelmente queridas.

Machado de Assis
Memorial de Aires
Inserida por Delisnas

Todo filósofo é uma gota de chuva sobre o oceano: percorre uma longa jornada em queda livre, enfrenta toda a sorte de obstáculos e turbulências em seu caminho, mas ainda assim, no fim, se encontra confortável onde quer que caia.

Inserida por leovcastro

Lúcio Aneu Séneca, Filósofo estoico disse "é livre quem deixou de ser escravo de si mesmo".
Porém reitero, É livre aquele que não se deixou escravizar pelas coisas, Nilton Mendonça parafraseia...

Inserida por dalainilton

Livre para pensar.

Ao meu ver, o budismo tibetano é o menos contraditório (mais filosófico). As outras ramas são propensas a religiosidade , assim como o islamismo, cristianismo, judaísmo e demais. Talvez, tenhamos que matar Deus, não que ele esteja morto e distante de uma morte aparentemente inevitávele premeditada.
Niesztche, tem uma capacidade incrível de enxergar e verbalizar a sociedade moderna. Essa capacidade, porém, tem um lado muito pesado para um ser humano carregar. Niesztche, foi amaldiçoado com essa capacidade de ver nossa real situação e sente como quem procura Deus e o mata.
Essa crítica que faço à Nietzche, se refere mais à cultura do Ocidente, correto? Porque no Budismo, por exemplo, não existe a figura de Deus, de um Criador. A mente humana (consciência) é o ponto central. Somos (com nossa consciência), segundo os ensinamentos de Buda (como revelador, por observação, da mente), os únicos responsáveis por nosso destino (pela via do carma).

Inserida por samuelfortes

⁠Um livre pensador é uma bomba pensante pior que dinamite, porque raciocinando filósofa.
Seu compromisso é com a verdade. Suas ideias são voláteis e o faz estar constantemente blow your mind.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Intelecto e independência filosófica…

Aquele que se eleva na soberania do pensamento livre e na altivez do intelecto emancipado incita um temor mais profundo do que qualquer arsenal bélico, pois sua essência insurgente e imune ao determinismo desconcerta as bases das certezas estabelecidas. Alheio às amarras de credos, partidos ou dogmas religiosos, sua existência, despida de vínculos que exigem obediência, dissolve a ilusão de que o espírito humano necessita de tutela para florescer. Este ser, ao ousar raciocinar na solidão de sua consciência, converte-se em uma ameaça silenciosa, porém devastadora, para os alicerces de poder que se sustentam na submissão acrítica e na uniformidade do pensamento.

Insensível ao apelo fácil da conveniência e à repetição das fórmulas ideológicas que tranquilizam os medíocres, ele não se curva diante de autoridades que mascaram o controle sob o véu de uma moralidade utilitária e simulada. Portador de uma lucidez que trespassa os véus da inércia coletiva, seu discernimento singular transcende a força gravitacional da conformidade e, na sua recusa em ser conduzido, torna-se uma fissura nas muralhas que guardam as estruturas estabelecidas. Seu espírito, alicerçado na análise rigorosa e na indagação constante, não se deixa contaminar pela complacência da maioria nem pela reverência às figuras que se erigem como guias infalíveis.

Sua autonomia, alimentada pela introspecção e pela rejeição das verdades prontas, faz dele um agente de perturbação para os sistemas que prosperam na servidão do espírito. Ele não busca seguidores, pois sua liberdade não anseia por validação externa; tampouco necessita de aplausos ou reconhecimento, já que sua força reside na clareza interna que transcende a necessidade de aprovação. Sua presença, silenciosa mas contundente, desmascara a fragilidade de uma ordem que só se sustenta mediante o abafamento da dúvida e a imposição de certezas.

Este indivíduo não dobra os joelhos perante líderes que transformam a política em espetáculo, nem se deixa seduzir por sacerdotes que trafegam na manipulação da fé alheia. Ele não necessita de instituições que carimbem sua autenticidade, pois sua existência repousa na plenitude de uma verdade que não requer intermediários. Sua recusa em ser cooptado é, para os que detêm o poder, uma afronta insuportável, pois ele encarna o princípio de que a independência do pensamento é uma força capaz de desestabilizar qualquer domínio.

E, assim, a liberdade intelectual, mais devastadora que qualquer força armada, opera como um clarão que dissolve as sombras da certeza dogmática, instaurando a dúvida onde antes reinava a obediência. Para aqueles que se alimentam da submissão alheia, essa dúvida é o veneno mais letal, pois rompe os grilhões invisíveis que prendem o espírito à servidão. E, na inquietude que provoca, este ser livre reafirma que a verdadeira força não reside na imposição de controle, mas na recusa de ser controlado.

Inserida por mauriciojr

Filosofar não é profissão, é atividade do homem livre. Livre de críticas e de opiniões, aberto a sugestões.

Inserida por filipepeissai