A Inteligencia Nao se Mede
Sobre o amor e outras drogas, não resistimos ao prazer que proporcionam e nos entregamos de corpo e alma.
Quero anunciar que ainda há vida aqui!
Ainda há fôlego, Eu não morri! Apenas me deitei e parei para refletir.
Tudo bem se por um tempo não me mexi,
Mas garanto-lhes que ainda há fôlego de vida aqui. Ainda há força para luta desbravadamente,
Meus músculos ainda estão resistentes,
Mas eu precisei parar. Eu precisei chorar. Não pq estava fraco, Mas pq estava exausto. Vá e diga que não morri, Proclame pelo mundo Que vivo estou! E lutarei.
Me anuncie para o futuro... Diga a ele que estou pronto, Meus joelho não doem mais, Meus medos foram curados O que há em mim é apenas história, é cicatrizes.
As lágrimas secaram, Estou com sede de vida, Minha pele quer sentir o sol a queima-la.
Peça para as mulheres abrirem as janelas,
Diga para os homens estenderem a mesa, preparar a melhor cantiga para que possamos canta-lá a plena garganta.
Eu estou vivo como nunca tive antes.
E quero que a vida que nasceu em mim transborde e preencha cada um que estiver a beira da morte como eu estive um dia.
Sobre o amor e outras drogas.
Não resistimos ao que nos domina, porque no fundo o que buscamos, é aquela brisa, aquela sensação de plenitude.
[Deve-se] morrer orgulhosamente quando já não é possível viver com orgulho.
"Há riqueza no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição" - Mahatma Gandhi
Existem personalidades que são eternas. De facto, pensar no sentido da vida remete para uma ciclicidade que parece não ter fim. O <eu> do presente não ser+a, de certo, o <eu> pai nem <eu> avô. Um sujeito que é um e somos todos, todos que se tornam imortais. O homem tem uma missão, de uma, muitas que centrifugadas ilustram o futuro. Na verdade, é curioso pensar na base dos objetivos, porque anseio alcançar algo que será apagado comigo?
Recuperando o sentido de ciclicidade, a vida parece uma corda com as pontas atadas, porque esforço-me para ser melhor mas esqueço-me de que um dia partirei e postumamente ninguém dará valor. Até aos meus dezassete anos de existência, questionei-me sobre a semelhança entre a vinda e a ida, chegamos sem nada e partiremos da mesma forma. Não ia eu descobrir o motivo da ambição humana se não fosse a imortalidade. Refiro-me a homens e mulheres que ascendem ao plano mítico pelos seus feitos. Pouco me interessa se encontram maneiras de chegar ao espaço ou de simular o raciocínio, se a prioridade não forem os protagonistas desta história, nós. Se o objetivo não for melhorar aquilo que nos rege e nos torna pessoas, de pouco serivirá a ciência.
Por outro lado, além da evolução da dignidade humana, pensei: que outro fator periclitante motiva a ambição? É a luz que reluz e cintila em cada um, é aquilo que de mais imprescindível há e se orgulha, é um filho. Resto-me a compreender os esforços que uma mãe faz pelo seu eu pequeno, ou o que um pai trabalha para proporcionar o melhor à sua luz. São eles e somos nós porque todos já foram eles, só não reconhecem a própria luz. Tomara que todos pensassem desta maneira, talvez Ghandhi estivesse errado. Talvez existisse riqueza suficiente para a ambição.
Para concluir, Ghandhi não se refere a todos, refere-se a cada um, e, talvez a riqueza não fosse material, mas, é um facto que, se as necessidades do homem fossem de todos, a ambição não seria mais do que fomentar a riqueza.
Eu vim hoje bem cedinho
Pois, Jesus mandou dizer
Acalma teu coração
E não temas o sofrer
Que a fé é sua escolta
E numa reviravolta
Deus fará você vencer.
Não insisto no que não existo.
A travessia da ponte ilusória que criei em mim nos separa a cada tic tac do tempo.
No meio…
é onde me encontro em segurança,
sem lembrar
que o caminho
se encontra no caminhar.
Ouço vozes sussurrando e respondo a todas.
Do lado de cá parece tão tranquila a
decisão de opinar.
Repleta de
sim e não
eu sigo parada entre o aqui e o lá.
Sua voz me chama clara como a lua cheia.
- venha.
E a ponte se estende a cada passo, me tirando você, e me levando de mim.
Como posso insistir no não existir.
Você nunca
se fez real.
E mesmo me sentindo tolamente egoísta,
te respondo claramente que meus melhores momentos nunca aconteceram dentro do real, lógica me apavora.
Então meu querido eu desconstruí essa ponte, entreguei meus passos e
aprendi a voar.
Me acompanhe.
Pra sempre sua.
Precisamos na escola de nativos emocionais e não fugitivos emocionais. Os alunos do século XXI precisam de ser ouvidos e educados, partindo das suas motivações, interesses e sensibilidades. Precisam de projetos consistentes, professores/educadores resilientes e acima de tudo de serem... felizes!
ao escrever A Madrasta de Pedra, eu não fiz opção pelo sofrimento, eu tinha um material sofrido de onde extraí poesia.
Não sou contra a redistribuição de renda. Sou contra aqueles que atrapalham os que criam riqueza para que estas possam ser redistribuídas.
