Vou Sentir Saudades
Sinto saudades da minha infância. Época em que eu não precisava fingir sorrisos e não sabia o que era decepção, sinto saudades de quando eu chorava por causa de um machucado, e não por causa de coração quebrado. Saudade do tempo que tudo era brincadeira e a internet não podia substituir o contato com os amigos. Saudade do doce abrigo que é casa dos pais, do colo da mãe, dos sonhos de voar de mãos dadas com Peter Pan e achar que poderia tocar o céu. Saudades do tempo em que era feliz e não sabia, do tempo em que achava que ser “Grande” é que era ser feliz. Saudades de quando eu acordava, e minha única vontade era brincar e assistir meu desenho favorito, hoje abro meus olhos, penso na vida, e minha vontade é ficar na cama, porque hoje, viver dói. Tenho saudades de quando meus únicos medos era de escuro ou da bronca do pai por uma nota vermelha no boletim e não de mentira, ilusão, frustração, falsidade. Sinto saudades de quando meu mundo era leve e colorido e não pesado e repleto de cinzas, inseguranças, dores e essa falsa paz. Saudade da minha infância e da liberdade de se poder somente sonhar. Saudade do que não terei de volta, que era a sensação de viver sem medo de ser feliz!.
FOLHAS SECAS (soneto)
As saudades das lembranças não feitas
Acorrentadas no passado e não dadas
Perdidas, sonhadas e até tão desejadas
Assim, para a indagação, são estreitas
E no como seria, são apenas fachadas
Tal como viscosas felicidades suspeitas
De possível outro rumo, e boas receitas
Na ilusão do tempo, por suas chegadas
O ser humano e suas incríveis emoções
No ter e querer um prumo de intenções
Quando o amor é espera em movimento
Encanta-me a ação da vida, as razões
As utópicas e inúteis e frágeis aflições
Todas, folhas secas, levadas ao vento...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano
Que saudades da “dura lex, sed lex”, porque de liberdade em liberdade, de proteção em proteção de direitos exclusivos e estanques, chegaremos ao mais sombrio de um mundo de inversões de valores, onde a libertinagem será, finalmente, atingida através de proteções indevidas! (Pedro Marcos)
Que tempo bom..
Que tempo bom era aquele... saudades de tanta gente boa que já se foi dessa vida... ou até mesmo pra outra cidade só. Mas como a distância dói.. me faz chorar de saudades.
Saudades, saudades...
Bom é aproveitar o momento, rir mesmo de GARGALHAR sem se importar que os outros estão olhando, rir ate doer a barriga falando nada com nada.. isso é viver! Viver a cada momento como se não voltasse mais ( e realmente não volta) ..o tempo passa, as pessoas morrem, as pessoas se mudam (ou mudam )..
Feliz aquele que tem boas lembranças!
Eu tenho muitas .
#FlaviaLeticia
Sentimos saudades de nossas poesias, imagens e canções.
Nada é físico, nada é concreto, mas tudo parece ser completo, tamanha a sinergia, esta que se recria a cada mensagem, que se faz brasa acesa, combustível e calmaria na lida do dia a dia...
Meu mundo é assim
Tem dor
Tem pranto
Tem saudades
Tem lágrimas
Tem espinhos
Tem tempestade...
Mas também
Tem risos
Tem encanto
Tem calmaria
Tem pássaros
Tem flores
Tem vontade...
Eu vivo de acordo com o tempo
e onde me caibo no espaço .
Aprendi com meus próprios erros
a me recompor
e a sobreviver em meio a
descompasso .
Tem dias que sou nó
Em outros levemente me desfaço
Sou tudo que quero ser .
E hoje acordei assim:
Querendo ser meu próprio amor
e me vestindo de laço!
saudades... saudades foi o que restou, saudades das nossas noites de amor, das brincadeiras, dos sorrisos... saudades, dos dias que não voltam mais.
Boneca
Saudades tuas a toda hora eu
tenho.
Por isso sempre aqui venho,
para ver se te encontro linda
boneca, para matar esse desejo.
Desejo de há muito te beijar,
de ao teu lado deitar, de amor
começar a falar, e contigo ele
viver.
Te beijar por inteiro, sempre
tua boca primeiro, depois pelo
teu corpo meus lábios correr.
Te sentir estremecer, buscar
de ti os mais doces carinhos,
te amar devagar, bem de mansinho.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras o Brasil
Membro da U.B.E
quando o sol se poem logo vem a saudades a vontade de te ver mas a distancia me impedir de te ter em meus braços
SAUDADES DO RIO
Rio, de longe, uma saudade
Amizade, eterna recordação
Das cidades sua majestade
Tu pulsa no meu coração...
Tuas ruas, varia a felicidade
Vivo bem longe, de ti solidão
No bem querer, divindade...
Se algum dia voltar, será enfim,
Pra nunca te deixar,
E bem junto há ti. Ficar assim!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Agosto de 2017
Cerrado goiano
Vago
O vento sopra lá fora
fazendo melodia
de saudades no peito.
As nuvens correm no céu
desenhando sua partida e
anunciando o seu adeus.
Meus pensamentos soltos ao vento
voam livre
a procura de um lugar
e em nostalgia ficar.
... vago nas lembranças
de doces momentos
do nosso querer
que se perdeu no tempo.
No mesmo instante,
rola da face uma lágrima
para selar a nossa poesia
que ficou inacabada.
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