Voo
Quanta coragem e força precisou a borboleta para sair do casulo?
Quanta força de vontade ela precisou para perceber que precisava deixar o casulo, por mais confortável que ele podia parecer. Enfim, ela precisou compreender que isto era somente uma fase! Houve lutas, medos, e muita coragem para se tornar livre de si mesmo! A borboleta compreende que ao sair pode Ser o que se É e voa livre para encantar a todos com suas lindas asas ao vento a brilhar no jardim do solo sagrado!
Eu era pequenininho tipo um Plutão
Até você vir do nada e me dar sua mão
E me fazer voar por onde eu jamais voei
E com o passar dos anos olha o que a gente fez
Alguns a chamam de louca, e de modo algum acreditam na sua existência. Mas há os que moram nela, enquanto respiram o seu perfume, jasmim, sobrevoam novos ares, libertos do medo, resistem. É a esperança! Olha ela ali, viu? Acabou de passar... no seu voo, ballet, jasmim... Esperança!
Que
a alegria comece por mim
e eu possa ser multiplicadora
de sorrisos e de paz;
Que
em meu caminho,
possa eu encontrar amigos,
cujas verdades
não sejam flores de plástico;
Que
ao me doar, eu não me doa;
Que
eu corra, se preciso for,
para movimentar o vento,
para bater minhas asas
e buscar meu voo mais bonito,
pois a V(ida) só tem um sentido
e não nos devolve o
tempo perdido!
25/11/2015
Construa-se!
Para que tudo em você seja.
Faça-se!
Para que tudo em você aconteça.
Queira-se!
Para que as suas vontades brilhem.
Espalhe-se!
Para que você se una.
Aterrisse-se!
Para que o voo erga os seus sonhos
E voe-se!
Para que o chão os realize.
Mas, acima de tudo,
Ame-se!
Para que a paixão seja o seu primeiro
E eterno humilde amor.
Inutecílios
Versos são sutis utensílios
para conjugar o nada
Beijos de borboleta.
Bateu cílios e voou.
Tô naquele pique
Faço muito hit
Nem a tempestade vai poder calar minha voz
Tô voando alto
Céu é o limite
Pois eu sei que o mundo ainda é pequeno pra nós
Anos Que Tenho Cá Em Mim
.
Tenho os anos que me cabe ter.
São passos de uma vida que não se estanca.
Piso firme nas inquietas pedras do caminho
E quebro as regras. Todas. Rasgo os manuais.
Apago os vícios da satisfação ao próximo:
Somente eu mesma preciso de mim, saber.
Tenho cá no corpo os anos que se vão,
Expostos pelas marcas do aprender.
Na palma da mão trago uma rosa,
No olhar o voo das gaivotas,
Já no coração, arranco os espinhos,
Que não quero e que me faz doer.
Planto jardins nas minhas pernas,
Que dedilha esperança por onde ando.
Não faço da coragem simples utopia
Nem da vontade somente teoria.
No pensamento, os sonhos me sacodem,
E a realidade me acorda sem assustar.
Porém, todas às vezes que lá se vão os anos,
Transponho minha alma para o recomeço.
Porque sou rocha que se atira no mar,
Pássaro que sabe voar, árvore que germina.
São nessas horas vividas que me rejuvenesço.
É desse pouco de tudo que o mundo me abriga,
Onde a acolhida dos anos que tenho cá em mim,
Me faz vida, me faz viva, me faz sempre seguir.
Sei muito bem o que sinto por você. Sei o que sempre senti por você, desde o primeiro dia em que nos conhecemos naquele voo.
De hoje em diante, os seus lábios de mel
Só eu quem posso beijar
O teu corpo é como um pedaço do céu
Que eu tô pronto pra voar
Em meus voos pela vida não tenho medo que os galhos quebrem, que a areia não esteja fofa, não me preocupo se que estou voando muito alto ou dando mergulhos rasos. A única coisa que me vem é: confio em minhas asas!
Assim sigo em frente na confiança do que preciso para seguir cada vez mais longe!
Lá no alto, o céu era uma imensidão escura. Luzia se sentiu pequena diante dele, e teve medo. Mas se lembrou daqueles passarinhos que libertava, tanto tempo atrás. Lembrou que, depois que ela abria a portinhola, eles sempre ficavam parados, hesitando, na beirada da gaiola. E, então, saíam voando.
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