Voo
A arte é vida, é coração batendo, mente voando livre! A arte é um Condor, em seu mais majestoso voo, seguindo livre, soberano e independente!
voo com o tempo
entrego-me aos sentimentos
a um voo de liberdade
choro de saudade
livro-me dos tormentos
elevo meu pensamento
sou um misto de felicidade
e tambem de sinceridade
de amor
de fraternidade
de loucura
e insanidade
de um espírito
que sobrevoa
o universo
na erraticidade!!!
Volto do brilho colorido do nordeste.
Encontro vários tons de cinza.
Voo. Do avião, para a imaginação.
Cinza não é a cor do dia.
É só sombra das nuvens.
Acima delas todo dia brilha azul.
Toda noite brilha estrelada...
... então as pequeninas fadas se despediram, e com seu mais gracioso vôo se foram...alegres, mágicas e ligeiras para onde a maldade do mundo não poderá nunca alcançá-las. 🧚♂️✨
Mesmo que baixo ou meio desengonçado o vôo de um pássaro é sempre lindo, porque vôo é liberdade e onde não há liberdade é impossível haver beleza.
O voo para a liberdade...
Amanheceu e um canto diferente cantou,
O passarinho com suas penas finas e amarela
A liberdade no romper do dia em um céu imenso no olhar,
Uma árvore verde a pousar, suas folhas a balançar para lá e para cá...
A liberdade contada nos dias que parecia não ter fim, no olhar de dentro da gaiola.
Em fim a porta se abriu e o amanhecer confirmou que poderia arriscar, voar e sonhar, bastava apenas confiar...
Fé não é acreditar que temos asas,
Fé é saber que Deus nos fará voar, mesmo sem elas...
O voo da alma em busca de sonhos,
Voe passarinho a gaiola foi aberta.
Sou um viajante do tempo, viajando do passado no presente, que pode pegar um vôo a qualquer momento e não voltar. Viver é viajar e morrer também.
Sou um viajante do tempo, vindo do passado e viajando no presente, e que o futuro pode ser um vôo a qualquer momento.
Senti novamente as minhas mãos. Um búzio repleto de vazio. O mundo que obtive num voo maior. As minhas mãos sem ti.
Quem mais entende do voo dos passarinho são os passarinhos nunca as gaiolas. Contudo, na gaiola, o alpiste é garantido
CARTA ENDEREÇADA À(VC)
Começo falando de turbulência, de um voo conflituoso. O destino incerto cada vez mostra a certeza de um caminho tortuoso ao longo dessa jornada. Não foi possível se dá conta do que estava acontecendo à volta, esquece-se de tudo: do avião, do voo, do destino. À deriva, poder-se-ia dizer. Aos poucos, acelera-se, esvai-se, esquece-se, de tudo e de todos. A dor surge lentamente e negligenciada é. A vida mostrou que uma pausa era preciso; essa pausa era direcionada à(vc). O corpo não soube falar de outra forma a não ser fazer uma pausa abrupta. Então, falou comigo, falou à(vc). A linguagem isquêmica eu não entendia naquele momento, não sei o que me falara. Talvez queria me mostrar os esquemas a qual não me dei conta. Não foi possível extravasar, apenas ficou recluso, se obstruiu e tentou se guardar por um momento. Enquanto se guardara, preparava-me para uma pausa necessária. Enquanto isso, tentava entender tudo a minha volta... não chegou a extravasar, a pulsar, a jorrar; não foi uma carta à(vc) em tom hemorrágico, para que morra, e sim bem álgico... uma pausa para a cura. O extravasamento se deu de outra forma, em um voo livre cheio de tripulantes a postos para mostrar que estavam ali comigo, na minha pausa, enquanto fazia uma conexão jamais vista por mim. Paralisaram-se os membros dominantes, a fala, os pensamentos, os esquemas. Morria-se aos poucos, a isquemia fez com que tudo ficasse no esquecimento, a pausa foi necessária nesse momento de obstrução. Até então não se entendia o que estava nas estrelinhas do que realmente essa carta direcionada à(vc) queria dizer. Não se sabe, ao certo, se foi um AVC, tampouco isquêmico ou hemorrágico; mas se sabe que o corpo falou à(vc) de uma forma contundente para lhe mostrar que os seus sentimentos e emoções importam. Ao chegar no destino, percebo que fiz a melhor conexão que poderia fazer até o momento, cheguei até a mim. E, agora em solo firme, ao chegar até a mim, percebo mais ainda que a carta direcionada à(vc), morreu. Posso seguir o meu voo; agora, curado e sem destino à(vc).
Reconheci o quanto você mexia comigo, quando comecei a ouvir o canto dos pássaros, a leveza do voo do beija-flor e até a pureza no sorriso das crianças.
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