Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
... aquilo
que pressupomos como 'caos',
não nos assedia como um'agente
destruidor' - mas, sobretudo, como
um 'elemento renovador' - um caminhar
por vezes íngreme - entre o perecível
quenos desafia e aprimora; e o
imperecível que nos emancipa,
perpetua!
Apegue-se ao desapego de tudo aquilo que lhe faz mal. Não se perca em uma relação frustada, A felicidade existe e é acessível para todos; Valorize-se e serás valorizado!
Procuram nos rotular...
querem nos enquadrar
Ou vc é isso, ou vc é aquilo
Se é aquilo, não pode ser isso.
Se é isso, não pode ser aquilo.
Será? Somos tão exatos assim?
Já dizia um romano (pra alguns), um português (pra outros): Viver não é preciso
a vida não é exata...é cheia de caminhos...descaminhos
chegadas...partidas...paradas...
entradas...saídas...
E lá vai você...tentando se amoldar
naquilo que é melhor aos olhos da vida, aos seus olhos, aos olhos dos olhos que olham você
Defina este seu momento
Use uma única palavra
Defina-se...
É emoção? É razão?
É mente? É coração?
Conseguiu?
Deixemos às máquinas a precisão...a exatidão
E o amor não é mais amor.
O equilíbrio estável... desestabilizou.
E aquilo que era amor
em ódio se tornou.
As juras de amor
agora são palavras ao vento.
E aquilo que era amor
puro tormento virou.
Fui eu ou foi você?
Foi a vida?
Foi o destino?
Que o amor que era pra ser pra sempre matou?
Aquilo que te digo não se ama.
É contra toda a razão,
é contra o coração...
mas se digo é porque eu te amo.
Preferes deixar ao vento o teu passado?
Preferes estar no futuro sem mim ao teu lado?
Aquilo que te digo não se ama,
mas, confesso, nenhuma das minhas palavras é profana.
Aquilo que te digo liberta
do medo, dos grilhões da morte...
Aquilo que te digo
pouca gente de ouvir tem a sorte.
... mas muita gente parece que prefere mesmo é a morte!
Aquilo que era pecado no passado continua sendo pecado hoje. Tentar suavizar o Evangelho para não ofender a geração presente não fará com que ela se livre do julgamento vindouro.
Aquilo que hoje é conhecido como calvinismo, não é encontrado nos três primeiros séculos da Igreja. Foi Agostinho de Hipona, ex-maniqueu, convertido ao catolicismo romano que introduziu a semente dessa heresia no Cristianismo Ortodoxo. Será que a Igreja Primitiva e seus primeiros líderes Cristãos, dos quais muitos andaram com os Apóstolos, não conheciam o verdadeiro Cristianismo?
Devemos proceder com rigor epistemológico: aquilo que não é afirmado de maneira categórica nas Escrituras não deve ser elevado ao status de verdade revelada, mas sim tratado no âmbito da mera especulação, até que uma evidência sólida e incontestável nos obrigue a reconhecer a sua realidade.
AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“A solidão não é ausência de vozes, mas a convivência íntima com aquilo que insiste em nos observar por dentro.”
Deus só protege aquilo que está no propósito dEle. Aquilo que não está no Seu propósito Deus não protege.
Nenhum pregador pode ser verdadeiro, se aquilo que ele prega não está fundamentado na palavra de Deus. É anátema o pregador que distorce o que as Escrituras afirmam.
Inaugurada a primavera,
Proponho deixar para trás
Aquilo que falta não faz.
Intenciono é trazer a tona
Somente o quê liberta,
Porque só a paz agrega.
Centaura verdade que une,
Prisão de consciência
Que nos desassossega.
Ausência da Justiça
Que nos desilude,
Insistimos por uma Nova Era.
Perdoa-me por aquilo que não tem perdão,
Eu fui embora, e levei comigo o seu coração.
Perdoa-me pelas noites que não te iluminei,
E sobretudo não te aconcheguei...
Perdoa-me por tudo que abandonei,
Sim, eu fui embora, eu te deixei...
Perdoa-me ao girar da tranca,
Dei as costas para a tua esperança.
Perdoa-me porque a pena eu paguei,
Por tudo que construí, e larguei...
Perdoa-me por ter te deixado
Solitário,
Não quis ter te abandonado
No poemário,
E muito menos te humilhado
Por ter desconfiado de ti;
Perdoa-me por te amar mais
Do que a mim mesma.
Perdoa-me porque não fiz a tempo,
De ter entregue o meu sentimento.
Orgulho-me ter o meu ego pisoteado,
Para transformá-lo em estrela no éter
Deste amor infinito - e implacável;
Entrego ao mundo o que eu já devia
Ter tornado teu, e te revelado...
Perdoa-me pelo desespero,
Porque você não sai da minh'alma,
E não sai da minha retina;
Continuo por ti seduzida.
Perdoa-me eu sei que errei,
Como o fogo consome a brasa,
O amor quando é amor nunca acaba.
O coração bate descompassado,
É a fera que há em mim querendo
O teu laço que se chama [abraço];
Permanece o intenso sabor pelo fato
De nós termos nos [beijado]...
Perdoa-me porque é indescritível,
O amor que sinto é infalível,
O tempo não o apagou amor incrível.
Se o amor é o limite do amor,
Amar jamais terá limite,
O tempo me mostrou
Que enquanto houver céu,
Entre nós não haverá limite.
A Internet não destrói nenhuma relação humana, apenas ela mostra o aquilo que existe e aquilo que não existe. O amor e amizade quando são verdadeiros são indestrutíveis e estão acima de QUALQUER ideologia seja política ou religiosa.
Peço perdão
à Venezuela
por tudo, tudo,
aquilo que não
tem perdão,
eles pisotearam
o meu coração.
O teu ar que
é o teu amor,
que é a tua
própria vida
pôde entrar,
e inúmeros
teus ainda não.
Não há mais
o quê esperar
a não ser
o tempo,
a tempestade passar,
e pedir pela tropa
e o teu General
a justiça libertar.
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